Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Criar 500 000 empregos

Luis Moreira

A CIP retoma uma medida que está em cima da mesa desde o principio da crise. Investir na recuperação dos centros históricos das cidades.São dezenas de milhares de fogos que precisam de ser restaurados e que podem ser entregues às pequenas e médias empresas de todo o país.

Este investimento de proximidade pode puxar pelas milhares de PMEs existentes e que representam 70% do emprego e, estas por sua vez, por todas as outras que estão a montante. Tem influência, a juzante, na Lei das rendas, no IMI, na mobilidade das pessoas podendo atrair famílias para viverem no centro das cidades, nos transportes, no conforto, na segurança...

E, melhor que tudo, bastam três meses para passar à acção, começar obra, criar emprego, mexer na restauração do lugar, pôr a economia a mexer. Mas "eles" não sabem isto tudo tão natural, razoável e sensato? Sabem, mas não mexe nos grandes grupos económicos, na banca (mexe mas pouco), nos amigos consultores, nos gabinetes de advogados e, pior que tudo, não dá espaço para abrirem empresas para os acolher quando saírem do governo e fazerem contratos em que o estado paga tudo e nós pagamos o resto (olha as SCUTs)...

Como sempre se soube, os megainvestimentos para além de serem investimentos de alto risco, só começam a criar emprego daqui a dois ou três anos, não ajudam em nada a actual crise, não têm qualquer influência a curto e a médio prazo na vida das pessoas.Quem tinha dúvidas (não tinham...) tem aí o resultado, não há TGV, nem aeroporto, nem ponte sobre o tejo, mas as obras nos centros das cidades há muito que teriam arrancado.

Aliás, o reequipamento das escolas mostra isso mesmo, arrancaram e já estão em fase final de construção, deram trabalho a empresas de construção civil e arquitectos embora muito mal distribuído, foram para meia dúzia de empresas amigas sem concurso público.

Quando os nossos políticos aparecem a lamentar o desemprego e a defender o estado Social é melhor não os levar a sério, porque essa lamúria serve-lhes para o jogo político (eu sou mais solidário que tu...) mas o essencial, os lugarzinhos em grandes empresas quando saírem da governação, cantam mais alto. (olha a Lusoponte...)

Já viram algum ex-político ser administrador de uma empresa de gestão de condomínios?
publicado por Luis Moreira às 02:00
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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Mega agrupamentos/ escola de proximidade

Luís Moreira
É a escola que a Finlândia, os Estados Unidos e a Inglaterra promovem, no sentido de a tornar "mais humana" e mais "personalisada". O contrário do que andamos cá a fazer!

Os mega - agrupamentos vão poupar nos custos administrativos e na complementaridade dos quadros de professores, mas vão perder na qualidade do ensino, na proximidade e na autonomia em relação ao poder político e aos sindicatos.

Precisamos de uma escola de proximidade, com autonomia e um quadro qualificado e fixo de professores, em que seja possível "personalisar" a relação professor/aluno, mantê-la estável o mais tempo possível. Não podemos continuar nesta guerra de burocratas do ministério e dos sindicatos, há que recentrar a educação na relação professor/aluno, num ambiente estável e amigável, local e próximo de quem possa e deva contribuir para uma educação de excelência.

O contrário do que andamos a fazer, afastar a escola da residência dos alunos, do ambiente que conhecem, tornar a relação professor/aluno distante e impessoal.Mais uma experiência em que nos metemos tarde e a más horas, já conhecida dos países que estão a arrepiar caminho !

Sempre que entra uma nova equipa ministerial, trás no bornal um secretário estudioso destas coisas que, tal como os anteriores,vem testar a "tese" do doutoramento, nada lhe importando que a experiência já tenha sido feita e os resultados,maus, avaliados.

O que levará esta gente a pensar que sabe mais que os outros que já percorreram caminhos, tiraram ilações, avaliaram resultados?
publicado por Luis Moreira às 13:30
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