Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Bom dia

Ethel Feldman

Bom, bom, b bom ddia



- Respira antes que tropeces na palavra. ..

hmfffffffffffff

Agora, inspira. Nesta pausa, reflecte. Encontra um sinónimo

- Mas e o... aquele... sabes? O, o ... gaita! Estou tão esquecida!

- Com pressa apressas a conversa. Atropelas o acto de estar.

(Inspiro. Respiro.) Antes de expirar - a pausa pedida. Por fim largo:

- Quando sugeres presente, cantas assim: pre, pre pre-sente! Será que é mesmo assim? Um milésimo antes de sentir?

- Inspira e canta-me outra …
publicado por Carlos Loures às 08:00
link | favorito
Domingo, 9 de Maio de 2010

É preciso redignificar a palavra

António Mão de Ferro


Assistimos cada vez mais a situações em que as pessoas parecem agir como se fossem apenas uma parte daquilo que são e o resto ficou noutro lado. Diz-se uma coisa e faz-se outra. Tudo é verdade como o seu oposto. Terá a palavra o valor de uma insignificante casca de ovo? Acabaram-se os cavalheiros?

Ainda não há muito tempo, o que tinha palavra era considerado um cavalheiro. Isso era mais importante do que ter muito dinheiro ou uma conta elevada no Banco. Fazia os negócios que queria. Palavra era palavra. Era uma espécie de pedra tocada, pedra jogada no xadrez.

Não era preciso ter carisma, poder de convicção, ou pôr entusiasmo no discurso. O que era preciso era cumprir o combinado.

Como as coisas mudaram. Os meios de comunicação puseram a nu a charlatanice, as tramas, as intrigas, dos que têm responsabilidades de dirigir. Dá-se o dito pelo não dito, sem qualquer receio do ridículo. Uns fazem-no com todos os pormenores, outro com vastas generalizações, o curioso de tudo isto é que há responsáveis que afirmam que quem é fiel à palavra, não vai longe. É impressionante esta constatação de que quem se quiser assumir por inteiro terá grandes dificuldades.

Esta situação reflecte-se no trabalho e no dia a dia e reclama normas, autoridade. No tempo dos cavalheiros as normas e a autoridade eram dispensadas, porque quando os costumes fazem quase tudo, aquelas só atrapalham.

A situação actual conduz à irracionalidade, ao erro, ao esquecimento de quem se é, de onde se vem. Quando se passará a apreciar os que se dão ao trabalho de ser decentes?
publicado por Carlos Loures às 10:23
link | favorito

.Páginas

Página inicial
Editorial

.Carta aberta de Júlio Marques Mota aos líderes parlamentares

Carta aberta

.Dia de Lisboa - 24 horas inteiramente dedicadas à cidade de Lisboa

Dia de Lisboa

.Contacte-nos

estrolabio(at)gmail.com

.últ. comentários

Transcrevi este artigo n'A Viagem dos Argonautas, ...
Sou natural duma aldeia muito perto de sta Maria d...
tudo treta...nem cristovao,nem europeu nenhum desc...
Boa tarde Marcos CruzQuantos números foram editado...
Conheci hackers profissionais além da imaginação h...
Conheci hackers profissionais além da imaginação h...
Esses grupos de CYBER GURUS ajudaram minha família...
Esses grupos de CYBER GURUS ajudaram minha família...
Eles são um conjunto sofisticado e irrestrito de h...
Esse grupo de gurus cibernéticos ajudou minha famí...

.Livros


sugestão: revista arqa #84/85

.arquivos

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

.links