Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

Mis Camélias – por Raúl Iturra – 35

 

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

(Continuação)

Notas 141 a 160

 

[141] O que árvore tem a ver com música? Muita coisa. Isto porque mais de 200 espécies diferentes de árvores são utilizadas para fabricar instrumentos musicais - e 70 delas estão ameaçadas de extinção.

Entre estas árvores ameaçadas está o pau-brasil, que ocupa hoje 5% do seu hábitat natural na época do descobrimento do Brasil.

Para reforçar a conscientização ecológica, o saxofonista Courtney Pine, um dos grandes nomes do jazz britânico, vai participar de um concerto neste sábado, em Norfolk, na Inglaterra.

O evento é parte do projeto Sons das Florestas, uma parceria entre a ONG brasileira Amainan e a ONG britânica Flora and Fauna International.

Ressonância

A associação entre o uso de madeira e a confecção de instrumentos nem sempre é ressaltada, mas para se fabricar um violão, utiliza-se quatro tipos diferentes de madeira. A construção de um violino exige até sete variedades diversas.

Há séculos, madeiras nobres, como o mogno, são procuradíssimas por sua excelente ressonância.

A madeira de lei já imortalizou instrumentos incríveis como os violinos Stradivarius e os pianos Steinway, isso sem falar nas peças mais básicas que fazem a trilha sonora de todo o dia.

O concerto deste sábado será aberto pelo grupo de jazz Nóis, liderado pela brasileira Mônica Vasconcelos, seguido pelo sax de Courtney Pine, músico que carrega um pouco da natureza no próprio nome (Pine quer dizer Pinho, em inglês).

Dificuldades

Segundo Camila Iturra, coordenadora do projeto Sons da Floresta, o importante é conscientizar o mercado musical da importância do desenvolvimento sustentável das florestas, especialmente a Mata Atlântica, hábitat do pau-brasil.

"A árvore nacional brasileira, o pau-brasil, é procuradíssima para vários usos comerciais. No caso da música, os especialistas consideram que não há madeira melhor no mundo para fazer o arco do violino do que o pau-brasil. é uma árvore muito importante para o Brasil e para o mundo", diz Iturra. O texto está en luso brasileño y queda como está para no perder las ligaciones para otros sitios. El texto no tiene faltas, es la forma de escribir y hablar la lengua lusa por la población del Brasil.

[142] Laguna Verde es el espácio, a 15 kilómetros al Sur de Valsaríamos, donde nuestro padre tenái su indústria. Está mencioabada en las varias entradas Internet de:  http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Chile+Laguna+Verde&btnG=Pesquisa+do+Google&meta=. Fueron los mejores años de mi vida: hacer teatro com mi amiga Irmita y otros, com mis hermanos, com Juan González, uno de los chóferes del papá. El no era el dueño de todo, tenía sí, el mando y la mayor cantidad de acciones de la Empresa Norteamericana, chilenizada en los años 60 del Siglo XX, que pasó a llamarse Chilectra.Era ¡tan querido, simpático y divertido! Fue en dónde más enamoré y en el sítio que perdí mi virginidad a los trece años... con una empleada, como mis primos, amigos y hermano Jaime, hicieron después. Adoraban pasar sus vacaciones en nuestra quinta a la orilla del mar.- Todo quedó serio después, cuando formé dos sindicatos: el de  los pescadores de la Caleta Hornillas, y en Chilectra, "contra" el papá. Y una compañía de teatro, para divertirnos, con mi amiga Irmita o Irma Ramírez Mella, con la cual aún nos corespondemos: ella bisabuela, yo, abuelo. En este día en que su hijo José António, 26 de Mayo, cumple. 39 años... Y yo, que me gloriaba de ser padre de una hija que en breve tendrá 40. Ella fue madre vieja, yo fui padre joven. A pesar de que estamos en empate, porque su hija mayor tiene 42 años... tres más que Eugenia. Informado al teléfono por mi Irmita, el 1 de Junio de 2008. Agradezco la información y la correción!

[143] El concepto, escrito en portugués y en inglés, significa:  honrar con honor y respeto a alguien que nos hace un bien o que despierta admiración en nosotros por su comportamiento en la vida, casi como si tuviera un poder divino <los griegos antiguos worshipped muchos dioses diferentes>

publicado por Carlos Loures às 15:00

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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Mis Camélias – por Raúl Iturra – 34

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

 

Notas 121 a 140

[121] Para saber del Torah, puede visitar la enciclopedia en línea:  http://en.wikipedia.org/wiki/Torah

[122] Para saber sobre el Talmud, puede leer:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Talmud

[123] Jacques Lacan está referido en la enciclopedia en línea wikipedia, que dice: "Formado em Medicina, passou da neurologia á Psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e, a partir de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado do sentido da obra freudiana, propõe um retorno a Freud. Para isso, utiliza-se da lingüística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências, os écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário). La enciclopédia libre dice también, que: Sua primeira intervenção na Psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. é o momento do Estádio do Espelho. O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor, ódio, agressividade. é o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da Psicanálise.

 

Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado", no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do Outro", "o desejo é o desejo do Outro".

O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e do relato dos sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma linguagem".

O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas. Información retirada de:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Lacan

[124] Dolto, Françoise, 1996: Les évangiles et la foi au risque de la psychanalyse, o La Vie de désir, en formato de papel, publicado por Gallimard. En línea y apenas para vender, com pouco comentário,ver: http://www.google.pt/search?hl=pt-   PT&q=Fran%C3%A7oise+Dolto+Les+%C3%89vangiles+et+la+foi+au+risque+de+la+psychanalyse&btnG=Pesquisa+do+Google&meta=

[125] A historia oficial de Pablo de Tarso se puede leer en:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo

[126] La frase no es apenas propaganda, es parte del diálogo de la película, que se puede encontrar en las varias entradas Internet de:  http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Brokeback+Mountain,+film+Ang+Lee&spell=1

[127] El Código del Trabajo en Portugal, fue promulgado en la fecha que indico a seguir:

 

Lei n.º 99/2003 de 27 de Agosto.

 

publicado por Carlos Loures às 15:00

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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

Mis Camélias – por Raúl Iturra - 31

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

(Continuação)

 

Notas 61 a 80

[61] He citado muchas veces Gran Bretaña. Pienso que es la altura de informar de su historia, que se puede leer en:

http://es.wikipedia.org/wiki/Gran_Breta%C3%B1a

[62]  http://www.ceip.org.ar/160307/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=70 , esa Revista Troskista CEIP, de Abril de 2003, texto intitulado: "El movimiento social contra la guerra"  Derrotemos la guerra imperialista de Bush, Blair y sus aliados. Por la victoria de Irak. Boletín Nº 1 (Abril 2003) -  que dice en su parte 3: "3- El principal "daño colateral" para el esfuerzo de guerra de Bush y Blair han sido la misma ONU, la OTAN y la Unión Europea. Estas se han dividido, debilitado y desacreditado como nunca antes. Los líderes imperialistas han intercambiado insultos, han impugnado la sinceridad de unos y otros y transformaron en una farsa total la idea de la "comunidad internacional". Los socialistas revolucionarios no lamentamos el desenmascaramiento de estas instituciones reaccionarias.", autoría de Gilbert Achcar

LCR, Francia - Rouge 2010, 27 de marzo de 1003

[63] Iturra, Raúl, 1970: An approach for the study of social change, donde, después de estudiar la ciudad de Livingstone en Escocia, desarrollo la idea de la subordinación de la mayor parte de la población a las industrias, en propiedad de pocas personas, especialmente las del carbón y, más tarde, a la del Petróleo del Mar del Norte. El pueblo era pobre y solo en la base de organizarse en juntas de vecinos, centros de madres y otros movimientos sociales, podía responder al hecho de no ser propietarios de los medios de producción. Estaba ya advertido de esa dificultad para el futuro de nuestras niñas. Tesis publicada. En varios textos en Gran Bretaña, Chile y Francia.

[64] Digo amigos de la alegría, no solo porque salíamos mucho, íbamos a tomar té los Domingos de verano a los castillos y palacios de Escocia, convertidos en casas de turismo para mantener la hidalguía del resto de la casa, a la cual no teníamos acceso, por ser muy simpáticos, como hermanos, lindos los tres como un sol: Aída, Ricardo y el hijo de ellos, Santiago. éramos jóvenes y alegres y reíamos siempre y paseábamos juntos: era la familia de nuestros amores, encuentros y confidencias. Fue, lo que se llama, amor a primera vista. Familia de la alegría también, porque gáudio, en latín y en italiano, como eran ellos, descendientes de italianos, como la mayor parte de los argentinos de Buenos Aires, significa alegría. Para saber más, puede visitar el sitio net:  http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Definir+palavra+g%C3%A1udio&spell=1 , especialmente la entrada del diccionario de la morada electrónica:  www.workpedia.com.br/g%E1udio.html , que abre con la frase que define el sustantivo, y dice que Gáudio es SM: Júbilo, Alegría, en Castellano. / En portugués,  Folgança, folia, brinquedo. Los seis éramos juguetes unos de los otros... Reíamos tanto. El hecho de separarnos, a pesar de la cuadra y media de distancia  entre nuestras casas, era siempre una grande tristeza. Los latinos estamos habituados a estar rodeados de gente querida, especialmente si son...  familia.

[65] El denominado Lago de Mantith, es el único que es lago, los otros son denominados Loch, palabra celta que significa lago en castellano e lake en inglés. Referido así en la net: Lake Mantith is an artificial lake dug in the middle of the Medec Basin of the Kurathene Empire. One of the major sources of the Nomad River.

 

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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Mis Camelias – por Raúl Iturra - 30

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

(Continuação)

 

Notas 41 a 60

[41] Para saber de la vida como oficial de la Fuerza Aérea, es posible leer la información de la página en línea: El Mostrador de la Cultura, que abre diciendo: En el Archivo Militar Alemán se conserva un registro, muy probablemente elaborado por el servicio de espionaje militar (Abwehr), con datos políticos de las personalidades de ciudadanos chilenos preeminentes en la vida militar y política del país.53 Contiene 138 fichas y de ellas, 51 corresponden a oficiales en servicio activo del ejército, la marina y la aviación. No se registra ningún oficial del Cuerpo de Carabineros ni de la policía política. El resto corresponde a políticos civiles pero, si bien constituyen la mayoría, la mayor parte de las fichas con comentarios más diferenciados corresponden a miembros de las fuerzas armadas. Todas las fichas se refieren a las actividades profesionales de los registrados, ninguna alude a datos íntimos o personales. La lista parece haberse ido completando con el transcurso del tiempo, probablemente a partir de 1941.El texto es intitulado: El espionaje militar alemán y el Registro de las personalidades importantes de la vida militar y política de Chile (1941-1944. (La «lista negra» alemana de oficiales chilenos pro-Aliados) y entre los oficiales, dice: González Nolle, Raúl T. Comandante de Escuadrilla.

Jefe de la Misión de la Fuerza Aérea en EE.UU. Retirado de la misma fuente citada en esta nota, pero de otra página web:  http://www.elmostrador.cl/c_cultura/farias4.htm

 

[42] La historia toda, puede ser leída en:  http://www.fach.cl/discurso/discurso21marzo2005.pdf

[43] Higinio González Nolle, a quien asistí en su lecho de muerte en 1972, en Santiago de Chile. Referido en:  http://archivo.minrel.cl/webrree.nsf/c749313697e2237b04256ae100056098/6ca5f2de76a81ade042573d8005a3624?OpenDocument y en el sitio:  http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Chile+Higinio+Gonz%C3%A1lez+Nolle&btnG=Pesquisar&meta=, con varias entradas

[44] M"hijo, es un adjetivo en el Castellano chileno, usado mucho por la burguesía y por la, ya escasa, aristocracia chilena. La alta burguesía había tomado su lugar, desde la Presidencia en Chile de Arturo Alessandri Palma, que de Abogado sin recursos e hijo de inmigrantes italianos, primera generación en Chile, había pasado a ser un hombre rico y respetado, como narro, largamente, en otro libro mío sobre mi país de origen. Pasó de la "chusma", como el llamaba al pueblo, a la alta burguesía del país. Hay una referencia que no puedo dejar de decir sobre este Presidente: Arturo Alessandri era un fervoroso y apasionado orador que seducía a las masas con sus encendidos discursos llamándolas "mi querida chusma" y hablándoles "con la mano en el corazón". Chusma está definida por el Abate Molina, el Padre Jesuita de la Villa de Vista Alegre, que de Sacerdote, pasó a Biólogo, Historiador, Paleontólogo e Semiólogo.  Según el abate Juan Ignacio Molina, la palabra usada por Alessandri proviene de trih o chi, palabra de origen mapuche con la que  establecía una diferencia, Alessandri, entre la elite y la "querida chusma" (como él llamaba al pueblo) Molina no se refiere a Alessandri, hay dos siglos de diferencia entre ellos, pero los estudios de Molina me ayudan a explicar la palabra de Arturo Alessandri, esa de chusma. En uno de sus diccionarios se encuentra definida la palabra chusma, retirado el concepto de:  http://es.wikipedia.org/wiki/Abate_Molina . Su biografía refiere que: sus "Analogías" no fueron publicadas por mucho tiempo, conservándose en Italia solo su original en castellano. Se puede argumentar que esto privó a Darwin -quien cita a Molina numerosas veces- y a sus partidarios de poderosos antecedentes y argumentos y le costó a Molina mismo la posibilidad de ser conocido como uno de los precursores de la teoría de evolución. Molina nació en la hermosa Villa de Vista Alegre, Región del Maule que yo estudio en la actualidad, Villa que queda entre Talca y Linares, el denominado riñón de la aristocracia chilena. Mi uso de los textos de Juan Ignacio Molina (Comuna de Villa Alegre, Provincia de Linares, Región del Maule, Chile, 24 de junio 1740 - Imola, provincia de Bolonia, Italia, 12 de septiembre 1829), fue sacerdote, naturalista y cronista chileno, también conocido como Abate Molina.) son apenas para entender palabras y formas de hablar entre los Picunche que investigo en la Región del Maule. La referencia del Abate Molina está en:  http://es.wikipedia.org/wiki/Abate_Molina

[45]

publicado por Carlos Loures às 15:00

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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Mis Camelias – por Raúl Iturra - 28

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

(Continuação)

 

Notas 1 a 20

[1] Achunchado, con vergüenza. Es un chilenismo derivado de la lengua Tupi, Etnia Guarani, de las hoy Repúblicas de Uruguay y Paraguay. El comentario encontrado es: Yo creo que los chilenos somos demasiado únicos, no nos parecemos a nadie, somos enrollados e intensos, cariñosos e indiferentes, así mismo achunchados y prepotentes... somos bastante freak, hay que decirlo. Retirado del blog de:

http://www.redebrasileira.com/comun/foros/topic.asp?TOPIC_ID=35868&whichpage=2
[2] Judith Hart fue miembro activo del Partido Laborista, Ministro y Condecorada, como digo a seguir, sin perder la ligación a otras informaciones sobre la Política del Partido Laborista, que tanto ayudó a los chilenos exiliados: a British Labour Party politician: http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Hart

Christened Constance Mary Judith Ridehalgh, she was educated at Clitheroe Royal Grammar School, the London School of Economics and the University of London. She married Anthony Bernard Hart in 1946. She was a lecturer at a teacher training college. She was a member of the Fabian Society and a branch secretary of the Association of Scientific Workers.

Hart was unsuccessful Labour candidate for Bournemouth West in 1951, and Aberdeen South in 1955. She was elected as member for Lanark in 1959, holding the seat until 1983. Thereafter she sat for Clydesdale until 1987.

[3] Judith Hart, como relato en otro libro mío, me había llamado por teléfono a Cambridge para pedir consejo de cómo no otorgar un crédito solicitado por Allende, cuando era Presidente, y que ahora iría a los bolsillos de le Dictadura Chilena. Mi respuesta fue simple: "Dr.Hart", pero fui interrumpido por ella y dijo "I am Judith, Professor", a lo que respondí, "If that is your wish, Minister, I am Raúl". Sean los que fueran los motivos de su llamado personal desde su Ministerio de Overseas Development, tuvo la simpatía de preguntar  por mi familia doméstica. De inmediato le  conté que no la dejaban salir y ella dijo: "Well, that it"s my concern now". Tres semanas después, estaba en este Gatwick que cuento en esta parte del texto, a la espera de la familia toda. Judith Hart está referida no sitio Internet:  http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Minister+of+Overseas+Development+1974+Judith+Heart&btnG=Pesquisar&meta=, página web:  http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Hart , fue creada baronesa por sus servicios prestados a la corona, como refiere la página web citada, fallecida muy nueva aún en 1991. Su muerte fue anunciada por su hijo y aparece el relato en la página web:  http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9D0CE7DB1E3EF93AA35751C1A967958260 , muerta de cáncer que dice: Judith Hart, Baroness Hart of South Lanark DBE PC (18 September 1924 - 8 December 1991) was a British Labour Party politician.

Christened Constance Mary Judith Ridehalgh, she was educated at Clitheroe Royal Grammar School, the London School of Economics and the University of London. She married Anthony Bernard Hart in 1946. She was a lecturer at a teacher training college. She was a member of the Fabian Society and a branch secretary of the Association of Scientific Workers.

Hart was unsuccessful Labour candidate for Bournemouth West in 1951, and Aberdeen South in 1955. She was elected as member for Lanark in 1959, holding the seat until 1983. Thereafter she sat for Clydesdale until 1987.

She held ministerial office as joint Parliamentary Under-Secretary of State for Scotland from 1964-66, Minister of State, Commonwealth Office 1966-67, Minister of Social Security from 1967-68, Paymaster-General (with a seat in the Cabinet) from 1968-69, Minister of Overseas Development from 1969-70 and from 1974-75, and as Minister for Overseas Development from 1977-79. In so doing, Hart became the fifth woman ever to have been included in a government cabinet in the history of Britain.

In opposition, Hart was front bench spokesman on overseas aid, 1979-80. Govt Co-Chairman of the Women's National Commission, 1969-70. Within the Labour Party she was a member of the National Executive Committee, 1969-83, latterly as Vice-Chairman in 1980-81 and as Chairman in 1981-82.

She was appointed a Privy Counsellor in 1967 and appointed a DBE. In 1988 she was created a Life peer, as Baroness Hart of South Lanark, of Lanark in the County of Lanark. Por haber sido importante en nuestras vidas, narro su historia casi toda. Sin Judith, que también organizó Academics for Chile, nunca habría conocido a Camila, ella a Felix y no habríamos sido tan felices como hemos sido.

[4]  http://en.wikipedia.org/wiki/Holyrood_Palace , que dice, entre otras ideas: The Palace of Holyroodhouse, or informally Holyrood Palace, founded as a monastery by David I of Scotland in 1128, has served as the principal residence of the Kings and Queens of Scotland since the 15th century. The Palace stands in Edinburgh at the bottom of the Royal Mile. The Palace of Holyroodhouse is the official residence in Scotland of Queen Elizabeth II, who spends time at the Palace at the beginning of the summer.

Holyrood is an anglicisation of the Scots Haly Ruid (Holy Cross).

The ruined Augustinian Abbey that is sited in the grounds was built in 1128 at the order of King David I of Scotland. It has been the site of many royal coronations and marriage ceremonies. The roof of the abbey collapsed in the 18th century, leaving it as it currently stands, a ruin.

The Abbey was adapted as a Chapel for the Order of the Thistle by King James VII (and II of England), but was subsequently destroyed by a mob. In 1691 the then-new Kirk of the Canongate replaced the Abbey as the local parish church, where today the Queen attends services when in residence at the Palace. No traduzco para no perder ligaciones a otros textos.

[5] El Diccionario de la Real Academia Española, DRAE, dice: ojeado, da.

(Del part. de ojear1).

1. adj. Hond. y Ur. Dicho de una persona o de una cría de animal: Que ha sido objeto de mal de ojo.

publicado por Carlos Loures às 15:00

editado por Luis Moreira em 14/02/2011 às 23:44
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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

Mis Camelias – por Raúl Iturra - 27

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

(Continuação)

8. - Los botones de nuestras flores.

He querido siempre dejar la conclusión de cualquier libro mío, para el lector pensar. Es una espécie de caída libre sobre el texto. El narrador ya voló. El vuelo, ese que nunca llegaba al comienzo del libro, acabó por aparecer y duro, el aterrizaje más de cuarenta años. Pero como adultos mayores que somos, no pueden esperar tanto. Si esperamos, los nietos crecen, tienen sus rebientos de flor, o somos bisabuelos o ya no estamos en la tierra. Lejos de mí, por ahora, poder pensar que existe una eternidad. En el comienzo de mi vida, creía todo lo que me decían, especialmente nuestra madre Doña Flora, y esa cantidad de Padres, Obispos y Cardenales que visitavan nuestra casa o a cuyas casas íbamos. Mi instrucción de Catequesis comenzó en la más tierna infancia y duró una eternidad de veinte años. Eternidad, porque el terror que imponía en nosotros la Iglesia Romana, a cuya fe pertenecíamos, nos hacía pensar que la vida era corta y acababa en un tic de ojos, esos que he tenido siempre, como herencia de familia. Todas las peronas de la familia pestañeaban como la Julia Roberts, solo que con menos elegancia y menos estilo. Estilo que no pasó a nuestros rebientos. Nunca me olvido que, como he narrado en otros textos míos, que era el campeón de las misiones. Misiones para formar sindicatos, misiones para construir escuelas en la zona rural de Chile, bien como caminos, bajo el ardiente sol de las cumbres altas de las ciudades San Felipe y de Los Andes, donde era Intendente, y después Gobernador, nuestro tío el médico Segismundo Iturra Taito. Ese tpio que me entregaba la Intendencia para yo gobernar, sin nunca parar. El único ateo de la familia, era nuestro padre, el Ingeniero y terrateniente, Raúl Iturra Merino. Ese nuestro papá que, ya verca de su muerte, pasó a la profesión del catolicismo. No le bastaba ser cristiano por lógica cultural. Al saber o intuir que iba a morir, pasó a ser un ardiente católico. Dice nuestra madre Doña Florentina Maria Redondo Carretero de Iturra, que la conversión era su obra. De que lo dudo, lo dudo. El temos a la muerte es muy grande. Lo dive quién pasó por esos hechos más de lo que tres vezes. Lo que nuestro padre queria era vivir más. Así se convirtió. En el último minuto de su vida. Mandas y promesas, sacrificios de la familia, nada habían logrado encuanto estaba con salud y a divertirse en la vida.

 

publicado por Carlos Loures às 15:00

editado por Luis Moreira em 13/02/2011 às 23:14
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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Mis Camelias – 15 – por Raúl Iturra

(Continuação)

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

 

No me fue, extraño, en consecuencia, que Elida, sin ser llamada, apareciera en nuestra casa para "desembrujar" a Eugenia y curarla. Lo que ella hacía era tan convincente, entraba en trance y pedía para que el dolor y la enfermedad pasaran para ella y que la niña, como la vaca enferma, sanaran. Dirán que comparar una hija con un animal es una tontería, yo diría que no, la naturaleza es todo y una misma cosa, seres humanos y animales se confunden, unos dependen de los otros. El problema era que Eugenia no era "útil", porque su padre no tenía vacas para cuidar, donde Eugenia, si mejoraba, fuera necesaria. La forma de cuidar a la infancia estaba enredada con la forma de tomar cuenta de los animales. Estaba todo unido, era una forma recíproca de comportamiento: los "bichitos" daban el dinero para alimentar a la familia, la familia, por su parte, cuidaba de los animales de los que dependían para comer y vestirse. ¿Que todo era una ilusión? En cierto modo, o de cierta manera. Porque ellos pagaban impuestos por las tierras y los animales productivos, pero quien administraba todo era la empresa suiza que les compraba, o no, dependía de la oferta y la demanda, esa famosa ley definida por el referido Adam Smith, que apenas la constató y retiró de la actividad comercial de la realidad británica y de otros países con influencia en el comercio de ultramar.

 

¿Es ésta la meningitis de Eugenia? Era parte. Las vacas, como en la India, eran sagradas, los niños un poco menos. Las vacas criaban bacterias y virus que los niños, y a veces, los adultos, contraían como enfermedad. Pero, como eran animales mimados y el pan de la casa, las vacas eran más importantes que  Los seres humanos dependían de ellas. Nunca olvido el día en que con mi viejo amigo Eladio Fernández Ferradás, a quién yo había ayudado a tramitar su jubilación y me quiso pagar muchas pesetas por el trabajo hecho a máquina por mí y que no acepté, ese mi amigo y yo, estábamos a conversar. Pero, como con cualquier vecino mío, la conversación iba siempre para las vacas. Ese día de 1975, estábamos a pastorear un  vaca, amarrada por una cuerda al pescuezo para que no comiera donde  no debía. Lo que no debía, era comer en la hierba de la finca, o belga en portugués, por pertenecer a otros vecinos, derecho muy respetada entre los gallegos que tanto habían sufrido para ser propietarios desde el Siglo XIX en adelante. Pero, como estábamos a conversar, nos distraíamos y la vaca iba a comer en la finca de otro, lo que no era permitido, era un robo castigado con falta de reciprocidad en los trabajos. La devoción no es solo porque el animal da dinero, lo que a Eladio no le faltaba, es también porque la vaca, como después entendí, es el símbolo de la paz entre los gallegos.[85]. La devoción a las vacas es tan grande, que me impedía obtener todo lo que yo quería saber para saber de la historia de la aldea, de la memoria viva más vieja de la Parroquia, que entre él y su mujer Margarita Dobarro, componían. Eran mis mejores informantes, especialmente a las horas de almuerzo, esos almuerzos de los Domingos, donde los cuatro Iturra íbamos a la casa más pequeña de la aldea, en el lugar da La Carretera, donde vivíamos. Casa pequeña para albergar a tanta gente: Eladio, Margarita, su hijo Luis y la mujer de él, María de la Fé  y los, en ese tiempo, cuatro hijos de ellos. Esa Margarita Dobarro Silva, que venía de la aldea vecina de La Varela, donde su hermano mayor, Serafín, había heredado la mayor parte de la tierra con todos los "bichitos", un Serafín que era uno de los mejores productores de leche del sitio. Ese tipo de herencia que Margarita, aún lúcida, aborrecía y hablaba mal del sistema, al decir que eran todos iguales, todos hermanos, todos hijos del mismo padre y madre, en fin, todos iguales, deberían heredar también de forma igual, pero por le ley de costumbre cultural del patruciado, ya explicada antes, toda la tierra y todos los bichitos, habiendo heredado ella apenas un cuarto de hectárea de tierra, lo que ella no perdonaba de tal manera, que amable y dulce como era, no se hablaba con su hermano. Conversación que estaba siempre, hasta en nuestros almuerzos de los Domingos, casi todas las semanas.

 

Todo el mundo sabía que Margarita, en su casi setenta años, era una especial hospede, mientras más gente dentro de su casa pequeña, más feliz ella quedaba. Conseguía llevarla al tema de las familias de la Parroquia, pero, apenas tocábamos el tema de quién había adquirido tierra y cuánto y cómo, ella sabía muy bien quien era patrucio  y quién había emigrado para comprar. Y, Serafín, su hermano, salía otra vez al baile de las familias, como si fuera su obsesión... No podía olvidar ni perdonar a su familia.  Todo lo que yo quería obtener era información sobre historias de vida, sobre las familias, y no podía: o era siempre interrumpido por las quejas de Margarita, o por la preocupación de Eladio de pastorear su única vaca. Es necesario decir que las mujeres, excepto nuestra vecina, Maria de las Nieves Arca Taboada, por ser la mayor propietaria de tierras en la Parroquia, tienen un papel muy secundario entre la población. La Ley del Patruciado, ya definida por mí en este texto, como en otros libros, definía quién sería cabeza de familia, especialmente por corresponder a él o ella, heredar la mayor parte de los bienes. Era su deber administrar la llamada compañía familiar gallega, para que a nadie le faltara nada, para que ninguno de ellos quedara pobre o mal parado. Compañía familiar, es una empresa, ya definida por mí en este texto y en otros citados[86]. Eladio no sólo cuidaba de que no comiera dela la hierba del vecino, bien como decía que no tenía necesidad de vacas, pero el problema era lo qué podía hacer sin una vaca en casa, porque estos "bichitos", como Eduardo Fernández y otros decían, todo les daban el apodo de "bichito", un nombre cariñoso, esos bichitos, decía Eladio, solo traen paz a la casa.

 

 

publicado por Carlos Loures às 15:00

editado por Luis Moreira às 14:37
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Mis Camelias – 10 – por Raúl Iturra

(Continuação)

MEMÓRIAS DE PADRES INTERESADOS - ENSAIO DE ETNOPSICOLOGIA DE LA INFANCIA

No resisto lanzar un reto, en esta parte de mi texto sobre nuestras hijas, que estamos a volver para atrás en la vida social. En estos días que escribo este texto, celebramos 34 años de un Portugal sin dictadura. Sólo que no es en la enfermedad o en la salud, es en el tratamiento de nuestras personas. En el Siglo XVIII, el filósofo escocés, Adam Smith[50], había escrito un libro sobre un texto denominado: Una encuesta sobre la razón y las causas de la riqueza de las naciones, que se intitula en inglés, de la forma referida en la nota de pié de página. La obra abre así   lo que hoy en día es denominado la teoría liberal de la economía, es decir, una competencia entre los seres humanos para ver quién era más rico, al saber invertir su dinero en bienes que rindan más bienes y como era obligación del ser humano trabajar para  progresar él propio y así hacer progresar a su país.[51]. Karl Marx[52] usa mucho el libro de A. Smith[53], para discutir el concepto de mercancía, de dinero, de plusvalía, especialmente de acumulación, acumulación primitiva y el concepto de que és el dinero invertido lo que produce dinero, o la fórmula conocida como MDM1= MDM2, así como émile Durkheim[54], de ideología Socialista en su interacción social y en su ciencia de Sociología, combate el texto y a la ideología liberal, al decir, en sus tesis de doctorado de la Escuela Normal de París, después libro, al decir que Smith se había engañado al no decir que la riqueza viene del trabajo, lo que Durkheim encuentra, pero que existe, dentro del trabajo que reproduce a la sociedad, una división social entre todos sus miembros, división no sólo entre la Propiedad de los bienes que crean riqueza, bien como en las habilidades de cada miembro de la sociedad para aportar bienes, según su propia forma de contribuir, con su habilidad, a la creación de bienes de consumo y bienes de producción, idea retirada de los volúmenes de Karl Marx, El Capital, ya citado antes. Todos ellos concuerdan en el hecho de que para reunir capital, es necesario trabajar en los bienes de producción y reproducción de otros, y que el cuerpo del individuo, como el de su familia, debe estar sano para que no les sea descontados los días sin trabajo, en esos años sin Seguro Social Obligatorio, apenas con la Mutualidad[55] que los obreros habían creado para defenderse en caso de necesidad y sobre la cual Durkheim se extiende largamente en su libro sobre la división social del trabajo, que después Mauss[56] iba a desarrollar y comparar en su texto sobre sociedades por él denominadas, arcaicas.

 

Grande vuelta que he dado en este texto que narra historias de vida. La cuestión debatida es que, hoy en día, la salud es tan importante como era antiguamente, para poder trabajar y ganar la vida. Era, talvez, ese el motivo de nuestra preocupación por la salud de nuestras hijas, por causa del neoliberalismo actual, en las ideas sociales, necesitar de gente sana para poder trabajar. Hoy en día, en el siglo XXI, adherimos, lo queramos o no,  a las ideas del Siglo del feudalismo, muy basado en las ideas del neo-liberalismo Freedmanista, analizado por mí en muchos libros. Pero no puedo dejar de reproducir un texto net, que habla claramente del mundo en el cual vivimos: "Hoy vamos a recordar la figura de una persona que nos dejó recientemente: Milton Friedman. No quiero engañar a nadie, yo no soy ese tipo de personas que piensan que debe hablar bien de alguien por el simple hecho de habernos abandonado. Lo único bueno que se puede decir de este señor es que ganó el premio Nóbel de economía en 1976, pero creo que esto habla peor de este premio que bien del personaje, claro que eso, contado así, no es más que una mera opinión.


Hablar de Friedman es hablar de la "escuela de Chicago" ya que él fue su máximo exponente y sus teorías económicas guiaron a gobiernos como el de Richard Milhous Nixon, Margaret Thatcher, Ronald Reagan y Augusto Pinochet, que bajo sus auspicios borraron todo rastro de política económica keinesiana. En pocas palabras, Milton Friedman es el padre del neoliberalismo económico que promulga la diferenciación social entre los sometidos a las multinacionales y un mundo pario que no merece ningún respeto. Por supuesto que esto no se formula así en sus teorías. Friedman, y en general la escuela de Chicago, retorna a las ideas esenciales de Adam Smith, sin embargo, la teoría de la mano invisible se fue desmoronando conforme evolucionó la globalización. Tarde, muy tarde se descubrió la máxima de que "la riqueza ni se crea ni se destruye, sólo cambia de manos". Cuando no tenía un conocimiento global los mercados se autorregulaban y compensaban solos, pero ahora vemos que para producirse esa regulación debe crearse un nuevo flujo de recursos mercantiles desde otro lugar que descompensan en origen y a su vez se regula con recursos de otro lado, etcétera. Los flujos de compensación se globalizan, pero cuando en un punto se concentran varios flujos de compensación, se produce una crisis, esta crisis impide que los recursos de compensación fluyan de la forma necesaria y eso extiende la crisis de mercado en mercado buscando una mano invisible que los compense y si esa mano no llega aparece una crisis global. El mejor ejemplo de este tipo de crisis fue el de los "tigres asiáticos" y en el fondo de esta crisis el error de la escuela de Chicago.

 

 

 

publicado por Carlos Loures às 15:00

editado por Luis Moreira às 01:50
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