Sábado, 30 de Abril de 2011

PEDIDO DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO por Barack Hussein Obama II

 

 

 

 

 

 

 

Um advogado de nome Barack Hussein Obama II, na época, 1995,líder comunitário, membro fundador da mesa diretora da organização
sem fins lucrativos Public Allies, membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, advogado na defesa de direitos
civis e professor de direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago, Estado de Illinois (e atual presidente dos
Estados Unidos da América) numa certa ocasião pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa num furacão e queria
reconstruí-la.

 

Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da
propriedade que estava a ser oferecida como garantia. O advogado Obama levou três meses para seguir a pista do título de
propriedade datado de 1803.

 

Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte resposta:

 

"Após a análise do seu pedido de empréstimo, notamos que foi apresentada uma certidão do registro predial.Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803.

 

Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o registro anterior a essa data."

 

Irritado, o advogado Obama respondeu da seguinte forma: "Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156.
Verificamos que os senhores desejam que seja apresentado o título de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registro.

 

De fato, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da
propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos EUA à França, em 1803.

 

Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco,informamos que o título da terra da Luisiana, antes dos EUA terem a
sua propriedade, foi obtido a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha.

 

A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um navegador e explorador dos mares chamado
Cristóvão Colombo, casado com dona Filipa, filha de um navegador de nome Perestrelo.

 

Este Colombo era pessoa respeitada por reis e papas e até ouso aconselhar-vos a ler sua biografia para avaliar a seriedade de seus
feitos e intenções. Esse homem parece ter nascido em 1451 em Gênova, uma cidade que naquela época era governada por
mercadores e banqueiros, conquistada por Napoleão Bonaparte em 1797 e atualmente parte da Região da Ligúria, República Italiana.

 

A ele, Colombo, havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.

 

A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução
de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo em que vendia as suas jóias para financiar a expedição de Colombo.

 

Presentemente, o Papa – isso, temos a certeza de que os senhores sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é
comumente aceito - criou este mundo a partir do nada com as palavras Divinas: Fiat lux que significa "Faça-se a luz", em língua latina.
Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor da região chamada Luisiana por que antes, nada havia.

 

Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o
Banco também.

 

Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.

 

Senhores, se perdurar algumas dúvidas quanto a origem e feitos do descobridor destas terras, posso adiantar-lhes que desta dúvida,
certeza mesmo, só Deus a terá por que Inúmeros historiadores e investigadores, concluíram baseados em documentos que, Cristóvão
Colombo, nasceu em Cuba (Portugal) e, não em Gênova (Itália), como está oficializado:

 

Segundo eles, em primeiro lugar, Christovam Colon, foi o nome que Salvador Gonçalves Zarco, escolheu para persuadir os Reis Católicos de
Espanha, a financiar-lhe a viagem à Rota das Índias, pelo Ocidente,escondendo assim a sua verdadeira identidade.

 

Segundo, este pseudônimo não aparece por acaso, porque Cristóvão está associado a São Cristóvão, que é o protetor dos Viajantes (existe
inclusive uma ilha batizada de São Cristóvão).

 

Cristóvão, que também deriva de Cristo, que propaga a fé, por onde anda, acresce que Cristo, está associado a Salvador (1º nome
verdadeiro do ilustre navegador).

 

Colon, porque é a abreviatura de colono e derivado do símbolo das suas assinaturas"." ( Duas aspas, com dois pontos no meio).
Terceiro, Salvador Gonçalves Zarco, está devidamente comprovado,nasceu em Cuba ( Portugal) e, é filho ilegítimo do Duque de Beja e de
Isabel Gonçalves Zarco.

 

Quarto, era prática usual na época, os navegadores darem às primeiras terras descobertas, nomes religiosos, no caso dele, foi São
Salvador (Bahamas), por coincidência ou talvez não, deriva do seu primeiro nome verdadeiro, a segunda batizou de Cuba (Terra Natal) e,
seguidamente Hispaniola (Haiti e República Dominicana), porque estava ao serviço da Coroa Espanhola.

 

Quinto, a "paixão" pelos mares, estava no sangue da família Zarco,nomeadamente em, João Gonçalves Zarco, descobridor de Porto
Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira e da Ilha da Madeira (1419),com o sogro de "Christovam Colon", Bartolomeu Perestrelo.

 

Por fim, em sexto, existem ilhas nas Caraíbas, com referência a Cuba (além da mencionada Cuba; São Vicente, na época existia a Capela de
São Vicente, da então aldeia de Cuba).

 

Posteriormente (Sec-XVI), foi edificada a atual Igreja Matriz de São Vicente.

 

São coincidências (pseudônimo, nome das ilhas, família nobre e ligada ao mar, habitou e casou em Porto Santo, ilha que fica na Rota das
Índias pelo Ocidente), mais do que suficientes, para estarmos em presença de Salvador Gonçalves Zarco e, consequentemente, do
português Christovam Colon.

 

Christovam Colon, morreu em Valladolid (Espanha) em 1506, tendo os seus ossos sido transladados, para Sevilha em 1509, contudo em
1544, foram para a Catedral de São Domingos, na época colônia
espanhola, satisfazendo a pretensão testamental do prestigiado navegador.

 

A odisséia das ossadas não ficaria por aqui, porque em 1795, os espanhóis tiveram de deixar São Domingos, tendo os ossos sido
transferidos para Cuba (Havana), para em 1898, depois da independência daquela ilha, sido depositados na Catedral de Sevilha.

 

Coincidência ou não, em 1877, os dominicanos, ao reconstruírem a Catedral de São Domingos, encontraram um pequeno túmulo, com
ossos e intitulado “Almirante Christovam Colon".

 

Existem na Ilha da Madeira e nos Açores, pessoas da famílias Zarco,descendentes diretos de João Gonçalves Zarco e, conseqüentemente
da mãe (Isabel Gonçalves Zarco) de Christovam Colon, disponíveis para darem uma amostra do seu cabelo aos cientistas, para analisar o
seu DNA e, para comparar os seus resultados nas ossadas do navegador, se, efetivamente forem as pretensões deste Banco para
certificar-se da origem do navegador.

 

Quanto a Deus, ainda não tenho sua biografia, somente sei que caso a conseguisse, até o maior e mais potente computador do planeta não
seria suficiente para comportar um resumo do resumo da mesma, por isso sugiro-vos educadamente e após muito pensar, que, por serem
banqueiros e, portanto poderosos, tentem por vossos meios.

 

Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo? "

 

Barack Hussein Obama II

 

Advogado

 

*O empréstimo, claro, foi concedido.*

 

PS : foi concedido o empréstimo e divulgada a teoria segundo a qual Colombo seria português contra as evidências apresentadas pelo Prof Luis Albuquerque, que defende que Cristóvão Colombo é mesmo natural de Génova ( actual Itália)

publicado por Luis Moreira às 16:00
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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

Obama fala aos alunos da América

Enviado  por Júlio Marques Mota

 

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

 

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

 

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

 

 

 

publicado por Luis Moreira às 20:00
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

O Egipto e a política externa dos USA

Em entrevista a Amy Goodman, do Democracy Now, o linguista e professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Noam Chomsky, analisa o desenrolar dos protestos no Egito e o comportamento do governo dos Estados Unidos diante deles.

Na sua avaliação, o governo Obama está seguindo o manual tradicional de Washington nestas situações.

Nas últimas semanas, os levantamentos populares ocorridos no mundo árabe provocaram a destituição do ditador Zine El Abidine Bem Ali, o iminente fim do regime do presidente egípcio Hosni Mubarak, a nomeação de um novo governo na Jordânia e a promessa do ditador de tantos anos do Iêmen de abandonar o cargo ao final de seu mandato.

Noam Chomsky fala nesta entrevista sobre o que isso significa para o futuro do Oriente Médio e da política externa dos EUA na região. Indagado sobre os recentes comentários do presidente Obama sobre Mubarak, Chomsky disse: "Obama foi muito cuidadoso para não dizer nada; está fazendo o que os líderes estadunidenses fazem habitualmente quando um de seus ditadores favoritos têm problemas, tentam apoiá-lo até o final. Se a situação chega a um ponto insustentável, mudam de lado". Veja abaixo a entrevista completa.

Democracy Now: Qual é sua análise sobre o que está acontecendo e como pode repercutir no Oriente Médio?

Noam Chomsky: Em primeiro lugar, o que está ocorrendo é espetacular. A coragem, a determinação e o compromisso dos manifestantes merecem destaque, E, aconteça o que aconteça, estes são momentos que não serão esquecidos e que seguramente terão consequências a posteriori: constrangeram a polícia, tomaram a praça Tahrir e permaneceram ali apesar dos grupos mafiosos de Mubarak.

O governo organizou esses bandos para tratar de expulsar os manifestantes ou para gerar uma situação na qual o exército pode dizer que teve que intervir para restaurar a ordem e depois, talvez, instaurar algum governo militar. É muito difícil prever o que vai acontecer.

Os Estados Unidos estão seguindo seu manual habitual. Não é a primeira vez que um ditador "próximo" perde o controle ou está em risco de perdê-lo. Há uma rotina padrão nestes casos: seguir apoiando o tempo que for possível e se ele se tornar insustentável – especialmente se o exército mudar de lado – dar um giro de 180 graus e dizer que sempre estiveram do lado do povo, apagar o passado e depois fazer todas as manobras necessárias para restaurar o velho sistema, mas com um novo nome.

Presumo que é isso que está ocorrendo agora. Estão vendo se Mubarak pode ficar. Se não aguentar, colocarão em prática o manual.

Democracy Now: Qual sua opinião sobre o apelo de Obama para que se inicie a transição no Egito?

Noam Chomsky: Curiosamente, Obama não disse nada. Mubarak também estaria de acordo com a necessidade de haver uma transição ordenada. Um novo gabinete, alguns arranjos menores na ordem constitucional, isso não é nada. Está fazendo o que os líderes norteamericanos geralmente fazem.

Os Estados Unidos têm um poder constrangedor neste caso. O Egito é o segundo país que mais recebe ajuda militar e econômica de Washington. Israel é o primeiro. O mesmo Obama já se mostrou muito favorável a Mubarak. No famoso discurso do Cairo, o presidente estadunidense disse: "Mubarak é um bom homem. Ele fez coisas boas. Manteve a estabilidade. Seguiremos o apoiando porque é um amigo".

Mubarak é um dos ditadores mais brutais do mundo. Não sei como, depois disso, alguém pode seguir levando a sério os comentários de Obama sobre os direitos humanos. Mas o apoio tem sido muito grande. Os aviões que estão sobrevoando a praça Tahrir são, certamente, estadunidenses.

Os EUA representam o principal sustentáculo do regime egípcio. Não é como na Tunísia, onde o principal apoio era da França. Os EUA são os principais culpados no Egito, junto com Israel e a Arábia Saudita. Foram estes países que prestaram apoio ao regime de Mubarak. De fato, os israelenses estavam furiosos porque Obama não sustentou mais firmemente seu amigo Mubarak.

Democracy Now: O que significam todas essas revoltas no mundo árabe?

Noam Chomsky: Este é o levante regional mais surpreendente do qual tenho memória. Às vezes fazem comparações com o que ocorreu no leste europeu, mas não é comparável. Ninguém sabe quais serão as consequências desses levantes.

Os problemas pelos quais os manifestantes protestam vem de longa data e não serão resolvidos facilmente. Há uma grande pobreza, repressão, falta de democracia e também de desenvolvimento. O Egito e outros países da região recém passaram pelo período neoliberal, que trouxe crescimento nos papéis junto com as consequências habituais: uma alta concentração da riqueza e dos privilégios, um empobrecimento e uma paralisia da maioria da população. E isso não se muda facilmente.

Democracy Now: Você crê que há alguma relação direta entre esses levantes e os vazamentos de Wikileaks?

Noam Chomsky: Na verdade, a questão é que Wikileaks não nos disse nada novo. Nos deu a confirmação para nossas razoáveis conjecturas.

Democracy Now: O que acontecerá com a Jordânia?

Noam Chomsky: Na Jordânia, recém mudaram o primeiro ministro. Ele foi substituído por um ex-general que parece ser moderadamente popular, ou ao menos não é tão odiado pela população. Mas essencialmente não mudou nada.

Fonte: Carta Maior - Tradução: Katarina Peixoto







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publicado por Luis Moreira às 20:00
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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

Decálogo de MuBarack Obama, de César Príncipe*

 

 

 

 

 

 

 

 

Com a devida vénia, reproduzimos este post que nos foi remetido pelo Adão Cruz:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assegura o Livro do Êxodo que Javé/Deus ditou as Tábuas da Lei a Moisés/Profeta. Assegura o Deuteronómio que foi o próprio punho de Javé a passar a letra de forma os Dez Mandamentos. Doutos e circunspectos biblistas garantem haver Javé gravado as pedras, pois os humanos tendiam a quebrá-las. De qualquer modo, o Verbo é Divino e as dúvidas tiram-se na Guerra dos Seis Dias no Sinai ou na Escola de Gaza. A sublevação do povo egípcio vem recolocar na Agenda o papel de Deus no Médio-Oriente. Desde logo, a actualização da Lei de Moisés. Em verdade vos digo, a Lei de MuBarack Obama. De resto, o presidente dos EUA confessou ter redobrado as preces desde que o povo egípcio saiu à rua. De facto, desta vez, não foi para exibir chagas e pedir esmola. Foi para reclamar direitos e liberdades. Cansou-se de dormir nos cemitérios. Optou por dormir, com alarmes ligados, na Praça Tahrir. Mas os profetas também não dormem. Eis as Novas Tábuas da Lei (versão sugerida pelo velho católico, apostólico e romano Silvio Berlusconi e pelo cristão-novo Tony Blair: o primeiro, porque Ruby, estrela do serralho bunga-bunga/Palácio da Ordem de Malta, é egípcia e Silvio é persona grata; o segundo, porque é um compagnon de route de serial-Killers e salteadores de Enciclopédia):

 


1.º Amar a Deus sobre todas as coisas. Onde se lê Deus, ler Petróleo.

 

2.º Não invocar o nome de Deus em vão. Onde se lê Deus, ler JuDeus.

3.º Guardar domingos e dias santos de guarda. Onde se lê de guarda, ler da guarda.


4.º Honrar pai e mãe e outros legítimos superiores. Onde se lê legítimos superiores, ler superiores.


5.º Não matar. Onde se lê não, ler só.


6.º Não pecar contra a castidade. Onde se lê pecar, ler vacilar.


7.º Não roubar nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo. Onde se lê não roubar nem injustamente, ler justamente roubar.


8.º Não levantar falsos testemunhos. Onde se lê falsos, ler verdadeiros.


9.º Não desejar a mulher do próximo. Onde se lê não desejar mulher do próximo, ler desejar a próxima mulher.


10.º Não cobiçar as coisas alheias. Onde se lê as coisas alheias, ler os 70 mil milhões do faraó.

 

Assim falou Javé aos revoltosos, instando a que não se deixem guiar pela Al-Jazira nem por SMS/redes tele-sociais; que se mantenham imóveis como esfinges, tocados pelo disco solar de Ámon-Hosni, o que contempla os construtores de pirâmides com dois a três dólares e trinta chibatadas por dia. O raís falou. Disse compreender os sinais das tecnologias de ponta. Reforçou o escudo de protecção e os diplomatas de carreira e de correio entram em frenesim. Desconfiando de Alá, Javé antecipa-se e prepara um Governo para a Ditadura atravessar o Deserto da DemocraCIA. O Programa de Transição não poderia ser mais abrangente e transparente. O déspota/super-corrupto conduzirá os escravos do Nilo até Setembro. O vice-chefe do crime organizado velará pela tranquilidade dos Senhores da Região & da Globalização. Em Portugal, a ditadura mudou de ditador e chamou ao processo evolução na continuidade. Só uma revolução militar-popular interrompeu a evolução do regime, seis anos depois. Imaginemos um 25 de Abril com Américo de Deus Mubarack Tomás a presidir à sua queda e o director da PIDE, Suleiman Silva Pais, elevado a vice-presidente. Para que a múmia Hosni seja removida e toda a sua corte seja desalojada e julgada em Tribunais Populares (o TPI não julga fiéis de Javé), convidamos os democratas do Planet a dar um empurrão, ajudando uma das civilizações mais remotas da Humanidade a estilhaçar as Tábuas de MusBarack Obama.



Todos a Tahrir.

 

Liberation Square.



[*]Escritor/Jornalista.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

publicado por João Machado às 16:00

editado por Luis Moreira às 17:16
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Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

Egipto - deverá Mubarak resignar imediatamente?

Egypt Government Cracks Down on Foreign Observers, Death Toll Rises

posted by: Kristina Chew
Egypt Government Cracks Down on Foreign Observers, Death Toll Rises
    Just this evening, today's New York Times reports that the Obama administration is in discussions with Egyptian officials about a proposal for President Hosni Mubarak to resign immediately and to turn over power to a transitional government headed by Vice President Omar Suleiman with the support of the Egyptian military. The proposal calls for the new government to 'invite members from a broad range of opposition groups, including the banned Muslim Brotherhood, to begin work to open up the country’s electoral system in an effort to bring about free and fair elections in September.'

     

    The uprising in Egypt entered its tenth day with more reports of violence and with the government arresting foreign journalists and human rights activists. The Feburary 3rd Guardian reports that, since violence between protesters and supporters of Mubarak broke out on Thursday, thirteen people have died and some 1200 injured. While the government seems to be making some concessions, Mubarak continues to refuse to step down immediately and claimed that, should he do so, there would be even more disorder and chaos in Egypt.

     

    Christiane Amanpour Interviews Mubarak

    In an interview with Christiane Amanpour of ABC News, Mubarak said that he is '"fed up"' with being Egypt's president and that '"after 62 years in public service I have had enough. I want to go."' With his son Gamal---who has resigned from the ruling National Democratic party, according to Egypt Daily News--beside him, Mubarak said that he had told President Obama:

    “You don’t understand the Egyptian culture and what would happen if I step down now.”

     

    The New York Times notes that the Egyptian government has been seeking to 'increasingly spread an image that foreigners were inciting the uprising' in which tens of thousands of Egyptians have taken to the street to call for Mubarak to step down after thirty years in power. These suggestions, the New York Times notes, are 'part of a days-long Egyptian news media campaign that has portrayed the protesters as troublemakers and ignored the scope of an uprising that has captivated the Arab world.' In Jordan, King Hussein dissolved his cabinet on Tuesday while in Yemen, the government offered concessions to the opposition, which has promised to call a demonstration every Thursday until March. And in Syria, there were calls for a “day of rage” this weekend against the government of President Bashar al-Assad.

     

    k, twitter, ElBaradei, january 25

    publicado por Luis Moreira às 01:00
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    Sábado, 5 de Junho de 2010

    O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direção a Gaza chocou o mundo.

    Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.

    As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e agora a ONU convocou uma investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras – como eles já fizeram tantas vezes.

    Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza – clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:

    http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla_8/?vl

    Esta petição alcançou 200.000 nomes em menos de 24 horas e já teve a sua primeira entrega para a ONU e líderes globais. Para ganhar ainda mais atenção, queremos alcançar 500.000 e entregá-la publicamente outra vez. Somente assim mostraremos aos nossos governantes que discursos e notas para a imprensa não são o suficiente -- cidadãos estão prestando atenção e demandando ações concretas, o momento é agora.

    Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos – vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:

    http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla_8/?vl

    A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Ha’aretz hoje, “Nós não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel.”

    Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém – se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar uma frota de navios em águas internacionais, que levava remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.

    Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada – se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.

    Com esperança,

    Ricken, Alice, Raluca, Rewan, Paul, Iain, Graziela e toda a equipe Avaaz

    Saiba mais:

    Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza:

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100531_entendabloqueiogaza_ji.shtml

    Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio de Gaza e mata ativistas:

    http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/05/31/israel-ataca-barcos-que-tentavam-furar-bloqueio-faixa-de-gaza-mata-ativistas-916736797.asp

    Israel admite erros em abordagem militar em ataque a frota humanitária:

    http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,israel-admite-erros-em-abordagem-militar-em-ataque-a-frota-humanitaria,559979,0.htm

    Comunidade internacional condena ataque de Israel à frota humanitária:

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/743257-comunidade-internacional-condena-ataque-de-israel-a-frota-humanitaria.shtml


    Conselho de Segurança da ONU condena ataque de Israel a frota humanitária:

    http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/06/01/conselho-de-seguranca-da-onu-condena-ataque-de-israel-frota-humanitaria-916750622.asp

    _______________________________________

    A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

    Para entrar em contato com a Avaaz não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
    publicado por Carlos Loures às 23:30
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