Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Dicionário Bibliográfico das Origens do Pensamento Social em Portugal (27),

O Marxismo e a Revolução Portuguesa


António Reis

Lisboa, 1978

O presente trabalho – «O Marxismo e a Revolução Portuguesa» – é o texto duma conferência pronunciada no anfiteatro da Biblioteca Nacional da Lisboa, na Faculdade de Letras do Porto e na Faculdade de Letras de Coimbra, respectivamente em 27 de Outubro de 1977, 14 de Novembro de 1977 e 30 de Janeiro de 1978, por ocasião duma exposição itinerante sobre a vida e a obra de Karl Marx e Friedrich Engels.

Esta conferência foi a última dum ciclo Iniciado por Hans Pelger, director da Casa Karl Marx em Trevos, que dissertou sobre «Karl Marx e Proudhon», e prosseguido por Eduardo Lourenço, que abordou o tema «Marxismo e Religião», e por Iring Petscher, professor da Universidade de Frankfurt, que falou sobre «Karl Marx – Socialismo e Liberdade».

Lisboa, Outubro de 1978 - António Reis
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Memórias de Guerra Junqueiro


Lopes D’Oliveira

Lisboa, 1938


A certa altura, o Poeta pegou de um manuscrito, de sua letra, e sentou-se num canapé, que, com algumas, poucas, cadeiras e a mesa, constituía todo o mobiliário.

E começou a ler a Oração à Luz, ainda então inédita.

A voz de Junqueiro, de timbre metálico, quase forte no habitual, era um pouco velada, e, com a luneta no nariz, um pouco nasalada; sempre doce e harmoniosa quando lia ou perorava, a emoção dava-lhe agora uma vibração estranha.

Tínhamos ficado de pé...

Ele ia recitando o intróito, no deslumbramento magnífico do hino ao sol...

Faúlhas de luz divina! E um grande clarão passou:

Homem! Quando a alvorada alumie o horizonte, Ergue-te em pé, ergue essa fronte!

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Memórias de Um Operário

1º Volume

José Silva

Porto, 1971

Estas Memórias têm qualidades literárias e humanas a imporem-se à consideração de quem as ler. Mas, acima do apreço pelos seus méritos formais, o grande destino que lhe apeteço é o de despertador de consciências. Redigidas no tom discreto de uma confidência pessoal, serão capazes de erguer milhares de homens abandonados no seu isolamento individual, se milhares de trabalhadores as lerem e meditarem. Nelas verão retratada a dureza da sua vida quotidiana, os anseios de justiça que subjazem em todos os peitos bem formados, as alegrias e decepções experimentadas no dia-a-dia de uma caminhada igual à de tantas outras,

Nas Memórias deste camarada de trabalho se encontrarão uns aos outros incorporando em si e com ela enriquecendo-se, a experiência de uma frutuosa caminhada que tão fraternalmente lhes transmite o seu Autor.

Braga, Julho de 1963 Victor de Sá

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publicado por Carlos Loures às 18:00
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