Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

CantaStórias - O Segredo da Floresta

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DIVULGAÇÃO

ASSOCIATIVA

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TEXTO DA AUTORA

 

É já no dia 2 de Abril!

CantaStórias - O Segredo da Floresta

(os textos, letras e canções são minhas, as orquestrações do Francisco Cardoso)

Sessões às 10h30 e 11h45, no Cine Teatro Ginásio, Espaço Chiado

No dia do 1º espectáculo, teremos também o CD, com as canções todas e as histórias.

 

Um abraço

Margarida

Fonseca santos

publicado por João Machado às 09:00
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Quinta-feira, 31 de Março de 2011

Agenda Cultural - Ler em todo o lado - literatura infantil em bibliotecas municipais

 

 

 

 

 

 

 

publicado por João Machado às 09:30
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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

Agenda Cultural - convite para lançamento de livro em Castelo Branco

 

 

 

Quer saber mais sobre este livro e as suas autoras? Clique em: http://www.edi-colibri.pt/Detalhes.aspx?ItemID=1423

 

 

 

Edições Colibri

Apartado 42.001

1601-801 Lisboa

www.edi-colibri.pt

publicado por João Machado às 09:00
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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

“História da papoila” de Luisa Ducla Soares

Clara Castilho

Este livro, com outra “roupagem”, foi editado em 1972. Chamou a atenção de quem sabia de literatura infantil. No ano seguinte foi-lhe atribuído o prémio “Maria Amália Vaz de Carvalho”, o qual a autora recusou. E isto devido ao facto de essa atribuição ser dada pelo Secretariado Nacional de Informação, entidade que também exercia a função de censura no nosso país… Daí a necessidade de coerência que Luísa Ducla Soares sentiu e a levou a esta posição.

Passadas mais de 80 obras, foi reeditado pela SOREGRAS e o seu lançamento ocorreu na FNA Colombo, no passado dia 7. A apresentação esteve a cargo do também escritor António Torrado. Esta nova edição é acompanhada por ilustrações muito coloridas – de Sandra Abafa - que levam qualquer criança a voar no imaginário, para além das palavras que a autora lhe propõe, numa simbiose perfeita que a mim, adulta, me deixou perfeitamente deliciada! Nele se conta a história de uma sementinha de papoila levada pelo vento, que vai ter a uma grande cidade...






Luísa Ducla Soares é licenciada em Filologia Germânica. Iniciou a sua actividade profissional como tradutora. Foi colaboradora de diversos jornais e revistas, adjunta do Gabinete do Ministro da Educação, trabalhou na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua actividade realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em Portugal.

Escreveu guiões televisivos e preparou diversos sites de Internet. Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Participou, ainda, na revista didáctica Rua Sésamo (1990-1995). A UNICEF e a OIKOS organizaram, em 1990, uma maleta pedagógica baseada no conto “Meninos de Todas as Cores”, de sua autoria, como apoio ao projecto escolar e exposição “Um Mundo de Crianças”.

Recusou o primeiro prémio mas depois disso recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro de literatura para a infância do biénio 1984- 85 por 6 Histórias de Encantar. Mais tarde veio a ser galardoada, em 1995, com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra. Em 2004 foi seleccionada como candidata portuguesa ao prémio Hans Christian Andersen, do IBBY (International Board on Books for Young People), geralmente considerado o Prémio Nobel da Literatura para a Infância.

“A historia da sementinha” inspirou os alunos do 4º ano, turma C, da EBI da Torrinha, tendo sido feita a sua adaptação pela Associação de Ludotecas do Porto, Centro Lúdico da Imagem Animada e Anilupa, numa parceria com o Instituto Orff do Porto.

Historia da sementinha

publicado por Carlos Loures às 11:00
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Domingo, 25 de Julho de 2010

Histórias Antigas (Para uma nova geração)

Maria Cecília Correia
 (colocado por sua filha, Clara Castilho)

História para adormecer uma menina doente

A Clara adoecera e puseram-lhe uma borrachinha de água quente no peito para aliviar a tosse. Então começou a chorar de tal maneira que parecia o fim do mundo. Nada estava bem: a roupa picava, o nariz entupia... só desgraças!

A mãe prometeu contar uma história com a condição de ela não chorar mais. “Conta, mãe, conta!” E as lágrimas rolaram mais devagar, ficando algumas já aninhadinhas na encosta do nariz. O pior é que a mãe não se lembrava de nenhuma história e ia falando devagar para inventar ao acaso. E foi dizendo:

– Havia uma ratinha que tinha dois filhos, a Ferrunfofinha e o Ferrunfofinho – nomes que a Clara achou esplêndidos, compridos e complicados – E a ratinha levou os filhos à escola porque queria os filhos com estudos. Mas, nos dias seguintes, só a Ferrunfofinha foi à mestra; o mano deixou-se estar no jardim porque não lhe interessava a escola, nem as letras, nem os números, só queria jogar ao que bem calhasse. Era mais divertido do que estar atento, horas seguidas, ao que a professora ensinava. Mas um dia a mãe, pensando que já passara o tempo de eles saberem qualquer coisa, comprou um livro de histórias. E então é que foram elas! A Ferrunfofinha leu devagar, mas já segura. Mas o Ferrunfofinho, que desastre! Viu-se que não sabia juntar o A com o B. A ratinha mãe estava pasmada; como é que um dos seus filhos sabia ler e o outro não entendia nada do que vinha no livro? O Ferrunfofinho não teve outro remédio senão confessar que tinha faltado às aulas desde o primeiro dia. “Faltaste às aulas? E porquê, não me dizes? Não queres ser um rato com instrução?” Ela estava mesmo zangada! O Ferrunfofinho ficou cheio de desgosto por ter arreliado a mãe e prometeu que nunca mais faltaria à escola; já não queria ser um ratinho preguiçoso e ignorante.

Os olhos da Clara brilhavam de prazer enquanto ouvia estas pequenas aventuras dos ratinhos. A borracha já não queimava, o nariz não estava entupido e a roupa não picava. Tudo tinha entrado na boa ordem, como acontece quando uma mãe conta uma história para adormecer os filhos.


 Maria Cecília Correia Borges Cabral Castilho (1919-1993) nasceu em Viseu e faleceu em Lisboa. Conhecida nos meios literários por Maria Cecília Correia, dedicou-se sobretudo à Literatura Infantil. Deixou um conjunto de livros inspirados no real, no quotidiano e cujas histórias têm como tema o mundo da criança: a beleza, o sonho e a magia.
NB: para me conhecerem um pouco. Conseguem imaginar-me com esta mãe? O que dela ficou em mim?

publicado por Carlos Loures às 01:00
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