Sábado, 12 de Março de 2011

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - XV e XVI, por José Brandão

 

 

 

Os Cem Dias Funestos

 

Joaquim Leitão

 

Porto, 1912

 

Tendo ouvido diversos oficiais do exército e da armada, para redigir o Diário dos Vencidos, ao findar esse livro eu não podia todavia dizer a que deveram afinal os republicanos a República.

 

De então para cá, os revolucionários de 1910 foram falando e escrevendo, os relatórios desenvolveram as entrevistas, os oficiais da revolução narraram seus feitos e trabalhos, o comité militar revolucionário deu á estampa o seu testemunho, e o próprio presidente do Conselho, António Teixeira de Sousa, deitou proclamas.

 

Acareando esse Presidente do Conselho com a bibliografia revolucionaria, a luz da critica histórica alumiou de repente o grande quadro. A incontestável, imediata causa do desterro da Monarquia apareceu, então, irrevogavelmente – a passividade consciente do último Presidente do Conselho e Ministro do Reino de 1910.

 

 

 

 

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O Cinco de Outubro

 

 

 

 

(1ª edição)

 

Jacinto Baptista

 

Arcádia, 1964

 

Glorioso e, acaso, dos mais intensos e felizes do nosso povo, em toda a sua história, foi – então no consenso de muitos, e ainda hoje no de alguns – o dia 5 de Outubro de 1910, a data da implantação da República em Portugal, a memorável jornada que, logo após, O Mundo, em extasiado alvoroço, julgou ter inaugurado, definitivamente, para os Portugueses, «uma era de paz, de prosperidade e de justiça».

 

Paz, prosperidade, justiça: estas eufóricas e confiantes palavras do jornal de França Borges, desdobradas a toda a largura da primeira página do combativo órgão da propaganda republicana e arauto da revolução triunfante, reflectiam – e alimentavam, também – as ilusões de muitos. Despertam elas, hoje, em nós, mais do que um melancólico sorriso?

 

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publicado por João Machado às 17:00
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