Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - CXXXVII e CXXXVIII, por José Brandão

Pela República!

 

 

João Paulo Freire

 

Lisboa, 1934

 

Cada homem que presa a sua honra e ouve sua consciência, tem por condição principal na vida, ser leal, sincero e oportuno, desde que esta oportunidade não possa ser tomada como conveniência material para servir os seus próprios interesses.

 

Ser oportuno é ter a noção exacta das suas atitudes quando a consciência lhas impõe. O que um homem de bem não pode fazer nunca, sob pena de dar aos outros o direito de o classificarem de menos digno, é usar perante os acontecimentos o estratagema da double face, do malabarismo repugnante de possuir duas honras, uma para uso caseiro e outra para uso público.

 

Quando se implantou a República, o novo regime encontrou-me do lado de lá da barricada. E nas horas de luta e de perigo, quando ser-se monárquico não era uma posição de gozo, mas de sacrifício, fui monárquico, abertamente, francamente, lealmente.

 

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Pensamentos de Guerra Junqueiro

 


Estela Brandão


Editorial Domingos Barreira, s. d.

 

Deixou bastantes cartas insertas em alguns livros: «O poeta do Só» de Eduardo de Sousa; «Entre Gigantes» de João Paulo Freire; «Vida, Poesia e morte» de Alberto de Oliveira;

 

Guerra Junqueiro. «Como ele escreveu», de Tomás da Fonseca.

 

Além destas, várias outras do Conde de Arnoso, a Luís de Magalhães, a Barbosa Calém, às «Novidades», a Fialho de Almeida e a José de Figueiredo.

 

Implantada a república em 1910, pertenceu à Assembleia Constituinte, e em 1911 foi ministro de Portugal na Suíça.

 

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publicado por João Machado às 17:00
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Domingo, 3 de Abril de 2011

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - IL e L, por José Brandão

O Exército e a Nação

 

Bernardino Machado

 

Lisboa, 1915

 

 

 

 

Diz-se frequentemente por aí que estamos sob uma ditadura militar. Eis o que me proponho investigar, e, se me for possível, esclarecer.

 

O governo da Republica portuguesa não pode, sem se desnaturar, ser militarista.

 

Escusado será lembrar que nas sociedades modernas o poder é radicalmente civil, representativo da vontade do povo e não do predomínio duma casta privilegiada. Por mais legítimas que sejam as revindicações do sentimento, do interesse e mesmo da força, têm de submeter-se ao imperativo categórico dos princípios morais. E o governo de princípios não é uma oligarquia intelectual, é a autocracia da razão pública. A soberania do poder civil, na sua origem e na sua finalidade, abrange todos os cidadãos, impondo-se-lhes igualmente, não sendo licito a ninguém empolgá-la ou eximir-se-lhe. Direitos e obrigações são iguais para todos.

 

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Fogos – Fátuos

 

 

João Paulo Freire

 

(Mário)

 

Porto, 1923

 

TUDO quanto se coordenou neste volume sob a rubrica geral de Fogos-Fátuos veio publicado no diário lisbonense A Imprensa da Manhã. Pareceu-me conveniente arquivar em livro as duas partes deste volume. A primeira porque dizendo respeito a melhoramentos e iniciativas nacionais mais facilmente pode ser consultada pelos que a estas ninharias dedicam a sua inteligência e o seu esforço, tão inútil perante a contra-maré imbecil das massas; a segunda porque constituindo por si mesma uma série de interessantíssimos depoimentos para a desgraçada história do movimento revolucionário de 19 de Outubro de 1921, à História pertence e como tal a ela é devida, exactamente como o calhau bruto e informe faz parte do edifício que se constrói.

 

Chamo ao livro Fogos-Fátuos…

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publicado por João Machado às 17:00
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