Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Cantinflas na ONU

 

 

 

 

 

 


(Representando um país hipotético – a República dos Cocos). Cenas do filme mexicano Su Excelencia, realizado por Miguel M. Delgado(1967)com Mario Moreno (“Cantinflas”) no principal papel.

 

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Tive a sorte de ser o último orador, o que muito me agrada, pois assim apanho-vos já cansados. Sei que, apesar da insignificância do meu país – que não tem poder militar, nem político, nem económico, e muito menos poder  atómico, todos os Senhores esperam com grande interesse as minhas palavras já que, do meu voto, depende o triunfo dos Verdes ou dos Vermelhos.

 

 

Senhores Representantes:

 

Estamos a atravessar um momento crucial em que a humanidade enfrenta a própria humanidade. Estamos a viver um momento histórico em que o homem: científica e intelectualmente é um gigante, mas moralmente é um pigmeu.

 

 

A opinião pública mundial está tão profundamente dividida em dois grupos aparentemente irreconciliáveis, que se dá a circunstância de um só voto; o voto de um país fraco e pequeno poder fazer com que a balança penda para um ou para o outro lado. Estamos, portanto, numa grande armadilha. Com um lado ocupado pelos Verdes e com o outro ocupado pelos Vermelhos. E chego eu, um peso-pluma, e do lado que me colocar, para lá penderá a balança! Digam-me por favor - Não acham que é muita responsabilidade para um só cidadão?

 

E porque também não considero justo que a metade da humanidade – seja qual for ela – venha a ser condenada a viver sob um regime político e económico que não é do seu agrado, somente porque um frívolo embaixador votou – ou que o tenham feito votar – num sentido ou no outro. E é por isso, que este vosso amigo que vos fala..., eu..., não votarei em nenhuma das duas teses (ouvem-se vozes de protesto no plenário).

 

E não votarei em nenhuma das duas teses, por três razões: Primeira, porque – repito - não seria justo que um voto de um só representante – que poderia neste momento estar doente do fígado – venha a decidir os destinos de cem nações;

 

 

 

publicado por João Machado às 15:00
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