Sexta-feira, 4 de Março de 2011

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - 3 e 4, por José Brandão

 

Actas das Sessões Secretas

 

 

 

 

 

 

 

 


Ana Mira

 

Afrontamento, 2002

 

Actas das Sessões Secretas da Câmara de Deputados e do Senado da República sobre a Participação de Portugal na I Grande Guerra

 

Este livro revela ao pormenor os temas mais importantes da vida nacional da época: a participação de Portugal no conflito europeu e toda a problemática da defesa e manutenção dos territórios portugueses em África. São documentos igualmente importantes para o estudo do parlamentarismo português e dos principais vultos políticos que intervieram nessas sessões.

 

Constituem dois livros manuscritos. O primeiro corresponde às Actas das Sessões Secretas da Câmara dos Deputados que decorreram de 11 a 31 de Julho de 1917, contendo 88 folhas manuscritas em diversos tipos de letra personalizada, pois, tratam-se de papéis colados que fazem parte integrante das actas e que são os extractos fornecidos pelos próprios oradores…

___________________________________________________________________________________

 

 

Afonso Costa

 

A. H. de Oliveira Marques

 

Arcádia, 1975

 

 

 

 

Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minha ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos…

 

publicado por João Machado às 17:00
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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - 2, por José Brandão

Actas da Assembleia Nacional Constituinte de 1911

 

(De 15 de Junho a 25 de Agosto)

 

Assembleia da República, 1986

 

 

 

 

 

A Revolução de 5 de Outubro de 1910, marca o início da República em Portugal. Para a sua consolidação como regime foi promulgada a Constituição de 1911 onde o Poder Legislativo passava a se exercido pelo Congresso da República, constituído em 2 Câmaras: a Câmara dos Deputados e o Senado.

 

O seu regimento interno data de 7 de Julho de 1911. A Assembleia Nacional Constituinte reuniu pela primeira vez em 19 de Junho de 1911 e as primeiras leis votadas foram a da abolição da Monarquia e proclamação da República Democrática; a da nova bandeira e a do Hino Nacional. A 1ª Constituição da República foi aprovada na 55ª sessão (nocturna) em 18 de Agosto de 1911, sendo a sua última sessão em 25 de Agosto.

 

Notará que os textos pertencentes a este período histórico estão escritos em "português antigo".

 
publicado por João Machado às 17:00
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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010

Uma medalha para Macário Correia!





O Presidente da Câmara de Faro, zangou-se com uma minoria de funcionários abusadores que prolongam o tempo necessário para beber o café. Numa circular interna, avisou que quem abusar leva com uma falta injustificada, acabou o recreio após as 10 horas e de tarde não há bica.

Diz Macário Correia, que dos 1030 funcionários há uma minoria que não respeita o cidadão/contribuinte, que vê filas de pessoas à espera enquanto o funcionário está ausente no cafèzinho.

O delegado sindical já veio dizer que precisa de ouvir os funcionários sobre o que pensam das novas medidas e que quer saber se o Presidente da Câmara tem provas dos abusos.

Eu é que não aprendo, estava à espera que o sindicato apoia-se Macário, pois este está a defender a reputação da "grande maioria" dos funcionários e a pôr nos eixos os relapsos do costume, mas não, o que o sindicato quer é manter o recreio e os abusos, que defraudam o bom serviço que o cidadão espera da Câmara!

É, óbvio, que estas medidas têm que ser tomadas sem receios, todos as compreendem, é preciso haver uma prática de mérito e de disponibilidade, principalmente nos funcionários públicos que são pagos por nós todos e que, diga-se ,gozam de privilégios que a maioria dos trabalhadores não tem!

As crises tambem dão espaço à introdução de melhorias e não se percebe a posição dos sindicatos que deveriam pugnar pela dignificação dos seus representados.
publicado por Luis Moreira às 14:00
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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - 3 e 4 (José Brandão)

Actas das Sessões Secretas


Ana Mira

Afrontamento, 2002

Actas das Sessões Secretas da Câmara de Deputados e do Senado da República sobre a Participação de Portugal na I Grande Guerra

Este livro revela ao pormenor os temas mais importantes da vida nacional da época: a participação de Portugal no conflito europeu e toda a problemática da defesa e manutenção dos territórios portugueses em África. São documentos igualmente importantes para o estudo do parlamentarismo português e dos principais vultos políticos que intervieram nessas sessões.

Constituem dois livros manuscritos. O primeiro corresponde às Actas das Sessões Secretas da Câmara dos Deputados que decorreram de 11 a 31 de Julho de 1917, contendo 88 folhas manuscritas em diversos tipos de letra personalizada, pois, tratam-se de papéis colados que fazem parte integrante das actas e que são os extractos fornecidos pelos próprios oradores…
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Afonso Costa

A. H. de Oliveira Marques

Arcádia, 1975

Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minha ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos…


publicado por Carlos Loures às 18:00
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

A República nos livros de ontem nos livros de hoje - 2 (José Brandão)

Actas da Assembleia Nacional Constituinte de 1911

(De 15 de Junho a 25 de Agosto)

Assembleia da República, 1986

A Revolução de 5 de Outubro de 1910, marca o início da República em Portugal. Para a sua consolidação como regime foi promulgada a Constituição de 1911 onde o Poder Legislativo passava a se exercido pelo Congresso da República, constituído em 2 Câmaras: a Câmara dos Deputados e o Senado.

O seu regimento interno data de 7 de Julho de 1911. A Assembleia Nacional Constituinte reuniu pela primeira vez em 19 de Junho de 1911 e as primeiras leis votadas foram a da abolição da Monarquia e proclamação da República Democrática; a da nova bandeira e a do Hino Nacional. A 1ª Constituição da República foi aprovada na 55ª sessão (nocturna) em 18 de Agosto de 1911, sendo a sua última sessão em 25 de Agosto.

Notará que os textos pertencentes a este período histórico estão escritos em "português antigo".
publicado por Carlos Loures às 18:00
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