Sábado, 12 de Fevereiro de 2011

Audioteca Sal e Luz – a magia dos livros para quem não pode ler - por Clara Castilho

AUDIOTECA  SAL  E  LUZ é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos que produz e empresta livros falados (audiolivros).  É composta por 2.7000 livros áudios de literatura em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3 e podem  ser enviados a deficientes visuais, de forma gratuita.

 

Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na sede da associação ( Rua Primeiro de Março, 125- Centro. RJ. *). Existe ainda a opção,  alternativa que se criou face a dificuldade de locomoção dos deficientes. O livro pode ser solicitado pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e sendo depois enviados gratuitamente pelos Correios.

 

A maior preocupação da associação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando, precisarem de apresentar resultados, atingindo um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho.

Não é preciso dinheiro, mas de DIVULGAÇÃO!!!

Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz

Rua Primeiro de Março, 125- 7. Andar

Centro- RJ. CEP 20010-000

Fone:  (21) 2233-8007  (21) 2233-8007

 

Horário de atendimento: 08 às 16 horas

http://audioteca.org.br/noticias.htm

OBSERVAÇÃO – Para quando uma iniciativa destas em Portugal? Ou já há e eu não conheço?

*Porque o blogue não é só lido em Portugal…

publicado por Carlos Loures às 11:00

editado por Luis Moreira em 11/02/2011 às 23:13
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA

IGUALDADE E DEMOCRACIA

Sobre a polémica dos contratos de associação:
Um grupo de escolas privadas autodesignado movimento SOS-Educação tem vindo a promover um conjunto de protestos contra os cortes no financiamento dos contratos de associação que estabelece com o Ministério da Educação. O Movimento Escola Pública manifesta-se contra o primado do negócio e em defesa das instituições que asseguram serviço público. Assim, defendemos:
1) A existência de contratos de associação – verbas que o Estado atribui a escolas privadas para que estas garantam turmas com ensino gratuito - só se justifica nos locais onde a rede pública de ensino é insuficiente para assegurar a frequência de todos os alunos. A portaria 1324-A/2010 não apresenta critérios objectivos para estabelecer quais as zonas “carecidas de rede pública” e que justificam a celebração de contratos de associação, pelo que se exige que o Governo esclareça, imediatamente, onde e quando é que a oferta pública não responde às necessidades das populações.
2) O custo estimado pelo governo de uma turma nas escolas públicas não corresponde ao financiamento necessário para garantir um ensino de qualidade para todos os alunos, situação que se veio agravar com as medidas aprovadas no âmbito do Orçamento de Estado e do Conselho de Ministros e que claramente prejudicam o combate ao insucesso e ao abandono escolares.
3) Os cortes nos contratos de associação, feitos a meio do ano lectivo e sem uma ponderação global dos que se justificam e dos que não se justificam, foram aplicados com o único objectivo de reduzir a despesa ao abrigo das medidas de austeridade, e não por critérios de justiça e igualdade, dado que o poder político sempre foi conivente com a proliferação destes negócios, alguns deles de utilidade pública muito duvidosa, que florescem mesmo ao lado de escolas públicas sem que estas tenham esgotado a sua capacidade.
4) São totalmente inaceitáveis as pressões, perseguições, despedimentos ou mudanças de local de trabalho perpetradas pelas direcções de algumas escolas privadas - ligadas a grupos económicos relevantes e/ou à Igreja - que atacam o elo mais fraco para conseguir manter as suas margens de lucro. Os abusos aos trabalhadores destas instituições já vêm de há muito tempo e devem merecer toda a atenção e intervenção por parte da ACT e da Inspecção do Ministério da Educação.
5) Para cumprir a Constituição, qualquer Governo tem de assegurar o direito ao ensino público a todos os(as) alunos(as), incluindo aqueles e aquelas cujas escolas actuais desejem quebrar os contratos de associação. Verifica-se que em algumas destas escolas já se sondaram as famílias para o eventual pagamento individual de uma prestação mensal avultada.
6) Finalmente, o Movimento Escola Pública denuncia a hipocrisia do governo. Não podemos acreditar na apresentação destas medidas em nome de uma espécie de defesa da centralidade da Escola Pública, ao mesmo tempo que se corta a direito no orçamento e nos recursos humanos das escolas públicas, pondo na verdade em causa o direito de todos a um ensino de qualidade.

Movimento Escola Pública, 1 de Fevereiro de 2011

www.movescolapublica.net

 

PS: como sabem, pessoalmente, não estou nada de acordo com este conceito de "escola pública" mas no estrolabio pratica-se a democracia.Como me enviaram este documento não quiz deixar de o publicar como, aliás, faço a outros de sentido contrário.

publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Um testemunho - por Alexandra Pinheiro

Ao longo de todo o processo de luta pela sobrevivência das escolas com Contratos de Associação, tenho sido convidada para assistir a alguns dos encontros das comunidades escolares. Tenho visitado algumas destas escolas fora dos grandes centros urbanos, à volta das quais, gravitam uma ou várias povoações. Estou fascinada porque descobri um Portugal que desconhecia!

 

Pais que acreditam que vale a pena lutar por um projecto educativo, professores que convergem com directores de escola nas votações de decisões complicadas, colocando os interesses da escola acima dos seus interesses pessoais. Entrar numa escola enfaixada pelos alunos, que dedicam parte dos seus intervalos, das suas tardes livres e fins de semana a preparar standartes, faixas é um testemunho do que os alunos podem fazer quando se  sentem parte de um projectos. Esta incrível energia humana, que se mobiliza em torno de uma convicção que luta pela liberdade contra decisões que partem de um poder tecnocrata que nem os conhece e despreza um poder que não aceitam ser invencível e que, pela força do grupo, não temem.

 

Estou maravilhada, afinal há comunidades que ainda não aceitam o “mais ou menos” ou o é “indiferente” e que fogem a todo o custo da geração nem nem….

 

Pais, alunos, professores  e funcionários que estão 4 horas à chuva para simplesmente darem um grito – SOS – pela nossa escola!

 

Que bom, afinal há um Portugal que ainda está VIVO.

 

 

publicado por Carlos Loures às 20:00

editado por Luis Moreira às 18:45
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