Sábado, 7 de Maio de 2011

Mensagem para a Finlândia - é feio ter a memória curta - carta aberta ao povo Finlandes

Com algumas inverdades ou imprecisões históricas, com um excesso de patriotismo e mesmo algum patrioteirismo, esta mensagem para os finlandeses tem alguma graça. por isso a publicamos:

 

 

 

 

É feio ter a memória curta. Carta aberta ao Povo Finlandês - Hélder Fernandes, correspondente da TSF

 

 

Encontrei por bem contar aqui os pormenores de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, tão facilmente nos lembra a todos das travessuras partidas de que a História é capaz de pregar. E por muito incompreensível que possa parecer, as travessuras e partidas que a História às vezes prega, surpreendem em  especial aqueles com a memória mais curta.

 

O local foi Lisboa, e o ano, 1940, mais concretamente o trigésimo nono dia após o final da primeira heróica guerra combatida pelo perseverante povo Finlandês contra a tentativa estrangeira de apagar a vossa pequena nação do mapa dos países livres e independentes da Europa.

 

A Guerra do Inverno na qual a Finlândia contrariamente ao que todos julgavam poder ser possível derrotou  o bolchevismo o imperialismo Russo, teve na altura um impacto muito maior do que o que julga hoje a maior parte dos finlandeses.Os gritos de sofrimento e os horrores da primeira guerra Russo-Finlandesa e  os terríveis sacrifícios impostos ao vosso pequeno país, comoveu e tocou o coração do povo Português no
outro longínquo canto deste velho continente chamado Europa.

 

Talvez fosse por causa de um sentimento de irmandade, ou mesmo de identificação com os sacrifícios para  que uma outra nação pequena e periférica acabava de ser atirada...mas a ânsia de ajudar a Finlândia rapidamente emergiu entre os Portugueses, tão orgulhosos que são hoje quanto orgulhosos eram então dos  valores da independência e da nacionalidade. A nação europeia com as fronteiras mais estáveis e com
a paz mais duradoura de todas, não podia permitir-se, e não permitiu,permanecer no conforto da passividade   de nada fazer relativamente ao destino para o qual a Finlândia tinha sido atirada,confrontada que esta estava com o perigo iminente de se tornar em apenas mais uma província Estalinista.

 

Portugal era na altura um país encruzilhado, submergido em pobreza e constrangido por uma ditadura cruel e fascista.           Os Portugueses eram nesses tempos quase todos invariavelmente pobres,analfabetos, oprimidos e infelizes, mas também trabalhadores, honestos, orgulhosos, unidos e cheios de compaixão, mobilizados em solidariedade para
oferecerem o que de mais pequenino conseguiram repescar para ajudarem o necessitado e desesperado povo Finlandês.

 

 

 

 

publicado por Carlos Loures às 23:00

editado por Luis Moreira às 22:18
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