Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

Amanhã, na A25 às 18:30 - José Barata Moura apresenta "ILDA FIGUEIREDO - conversa com Agostinho Santos"

publicado por Carlos Loures às 09:30

editado por João Machado em 26/06/2011 às 21:56
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Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Lançamento em LIsboa de ILDA FIGUEIREDO conversa com Agostinho Santos

Num diálogo em forma de entrevista, Ilda Figueiredo, deputada no Parlamento Europeu há 12 anos, militante do Partido Comunista Português desde Abril de 1974 e membro do seu Comité Central, fala de si, das suas preocupações, dos seus desejos e da sua intensa caminhada política.

 

Relevando, para primeiro plano, questões como o Trabalho, a Educação, a Saúde e a Cultura, contesta a «visão economicista que domina a política portuguesa».

 

Uma das marcas do seu trabalho político inclui a luta pelo estatuto da igualdade das mulheres, os seus direitos sexuais e reprodutivos, e o direito de escolha das suas vidas e a valorização do trabalho das mulheres. Em matéria de questões europeias, defende uma ruptura com o rumo neoliberal, federalista e militarista que diz que a UE está a trilhar e considera que «quanto mais urgente for a ruptura e a mudança para uma política patriótica e de esquerda, melhor será para Portugalbe para o povo português».

 

Agostinho Santos, jornalista, artista plástico, nasceu em 1960, em Vila Nova de Gaia.

 

Frequenta actualmente o mestrado de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e o doutoramento em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Jornalista do Jornal de Notícias, onde é redactor da secção de Cultura. Foi chefe de redacção e fundador do semanário Observador, do Gaia Semanário e repórter e redactor de O Primeiro de Janeiro. Conquistou vários prémios, nomeadamente o Prémio Nacional de Reportagem /Gazeta de Imprensa (1990), instituído pelo Clube de Jornalistas, com a série de reportagens Viana é porta aberta ao tráfico de droga  e as duas edições do prémio de reportagem Jaime Ferreira (1989/1992), atribuído pelo Centro de Formação de Jornalistas (CFJ). Proferiu inúmeras conferências sobre jornalismo e arte em museus, galerias e vários estabelecimentos de ensino secundário e superior.

 

 

A Âncora Editora e a Associação 25 de Abril têm o prazer de convidar leitores e colaboradores do Estrolabio  para a sessão de apresentação do livro Ilda Figueiredo conversa com Agostinho Santos.

 

A obra será apresentada pelo professor José Barata Moura,catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

 

A sessão terá lugar no próximo dia 30 de Junho, quinta-feira,pelas 18:30 horas, na Associação 25 de Abril,Rua da Misericórdia, n.º 95, Lisboa.

publicado por Carlos Loures às 09:00

editado por João Machado em 23/06/2011 às 12:53
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

Dois livros sobre a Guerra Colonial

Depois das obras Memórias de um Guerreiro Colonial, de José Talhadas, e Estranha Noiva de Guerra, de Armor Pires Mota, a colecção Guerra Colonial fica enriquecida com dois novos títulos, em que os autores contam as suas experiências no conflito colonial de Angola.

 

São dois importantes contributos para a História, que chegam aos leitores no ano em que se assinala o cinquentenário do início da guerra colonial. -

 

 Angola – O Conflito na Frente Leste, de Benjamim Almeida

 

Em 1966, o MPLA iniciou a luta no Leste angolano, com vista à ocupação de uma vasta área e respectiva ligação à

frente norte através da chamada Rota Agostinho Neto. Falhou ambos os objectivos devido à forte oposição, não apenas das Forças Nacionais mas também da UNITA, graças à Operação Madeira. Esta operação marcou o relacionamento das autoridades militares com aquele movimento durante longo período. Nesta obra é realçada, com algum detalhe, a natureza dessas relações, suportada por documentos inéditos. Entre estes destaca-se alguma correspondência trocada entre o presidente da UNITA e o autor, bem como o relatório do encontro entre ambos, que teve lugar em 20 de Outubro de 1973. Sem qualquer atitude ficcional, este livro é o relato autobiográfico da odisseia de um capitão miliciano na guerra colonial.

 

 

 

 

 - A Última Estação do Império, de António Chaves

 

 

 

A 23 de Janeiro de 1964, um jovem de 20 anos apanha, na estação de S. Bento, o último comboio da noite, com destino a Santa Apolónia. Chama-se António Carneiro Chaves, é natural da aldeia de Negrões, concelho de Montalegre, e esta será a primeira etapa de uma viagem que o conduzirá, juntamente com um grupo de outros recém-incorporados, tal como ele, no serviço militar, até ao quartel de Mafra, onde irão fazer recruta. Numa escrita por vezes poética na descrição de paisagens e emoções, António Chaves narra cerca de quatro anos que considera de interregno na sua vida; percurso em que, extasiado com o esplendor e a magia do mundo africano, tenta entender a natureza e cultura dessas gentes, tão diferentes das que até ali conheceu. Líder com um claro sentido de estratégia e comando, nunca perde, no mais fundo do coração, a memória e a saudade da sua terra e dos seus. Procura, à luz de documentação histórica, as razões que poderão explicar os caminhos que desembocaram na guerra em que participou. O amálgama de reflexões e vivências narradas, situando esta obra entre o romance autobiográfico e o ensaio, levanta questões comuns a todos que ali aportaram, justificando a sua edição e o interesse na sua leitura.

publicado por Carlos Loures às 11:00

editado por João Machado em 20/06/2011 às 23:38
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Terça-feira, 21 de Junho de 2011

Três importantes lançamentos de Âncora Editora

Num momento de crise como o que atravessamos, a Âncora Editora acaba de publicar três livros indispensáveis para uma melhor compreensão de como funciona a política e a economia em Portugal. Saiba o que podemos e devemos corrigir.

 

- O Estado Gordo, de João Caupers

 

O Estado concentra a atenção de muitos cidadãos, sobretudo em períodos de maiores dificuldades económicas.

 

Nestas ocasiões, ao hipócrita coro liberal habitual – que reclama sempre contra o excesso de Estado mas não cessa de lhe fazer crescentes exigências de acção e intervenção – juntam-se aqueles que procuram reflectir, se nem sempre com rigor, pelo menos com isenção, sobre a dimensão do aparelho de Estado, sobre o seus custos, em recursos humanos e financeiros, sobre os proveitos que a colectividade deles retira, enfim, sobre a irracionalidade organizativa, as redundâncias e os desperdícios.

 

Nestes tempos complicados e exigentes, o autor contribui com uma análise das organizações que designamos por «Estado», como primeiro passo para uma percepção daquilo que parece justificar correcção, no sentido de
poupar recursos e melhorar a eficiência das organizações.

 

Melhorar a organização e o funcionamento do Estado é uma exigência absoluta: não só dos cidadãos e das empresas que contribuem fiscalmente para o manter mas também, não se duvide, dos nossos credores. João
Caupers, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, crê que há muito a fazer…

 

- A Questão da Ética Pública no Século XXI, de Alcídio Torres

 

 Com este trabalho, Alcídio Torres pretende mostrar até que ponto a ausência de ética na gestão da coisa pública prejudica o interesse comum e pode, mesmo, pôr em causa os direitos humanos e descredibilizar os poderes públicos e políticos.

 

Os principais dilemas da ética pública no âmbito do Estado Eficiente têm precisamente a ver com o facto de o modelo da oferta e da procura não se coadunar com uma administração pública orientada para a defesa do bem
público e comum.

 

O autor aborda a necessidade de implementar estruturas éticas que tenham poderes executivos de fiscalização e capazes de aplicar as correspondentes sanções administrativas e disciplinares com vista a desestimular as práticas transgressoras. A criação de uma Rede Nacional de Ética Pública poderia ser o início de um longo  rocesso, destinado a promover os padrões éticos e a monitorização da sua aplicação.

 

 

A obra é prefaciada por Guilherme d’Oilveira Martins, presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de ultura.

 

-

 

 

 O Regresso dos Partidos, de Alcídio Torres e Maria Amélia Antunes (2.ª edição)

 

 

A grande preocupação deste livro é tentar perceber as razões do enfraquecimento das organizações partidárias

 

, da falta de identificação dos eleitores com os partidos e os seus militantes. Nele defende-se a tese de que o que está em crise não são os partidos, mas a organização partidária em si. Actualmente assiste-se até ao fortalecimento do papel procedimental dos partidos, acompanhado, contraditoriamente, por uma erosão das suas bases organizativas, o que acaba por minar uma peça chave da sua legitimidade política.

 

Não há democracia sem partidos, mas partidos sem preocupações éticas, emocionais e de cidadania não são garante de uma verdadeira democracia, de uma democracia representativamente participada.

 

Perante este novo conceito que os autores introduzem, os partidos deviam ter como preocupação permanente a interacção sustentada com os movimentos não partidários, de forma a legitimar a democracia representativa.

 Alcídio Torres, ex-jornalista, é assessor na Câmara Municipal do Montijo. Maria Amélia Antunes é presidente do município desde 1998.

 

 

 

publicado por Carlos Loures às 12:00

editado por João Machado em 20/06/2011 às 23:31
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