Domingo, 12 de Dezembro de 2010

Em Olivença - Antiguidades de Portugal - Que mais fazer?




A propósito da realização deste mercado semanal, perguntámos ao nosso amigo e colaborador António Marques se, na sua opinião, os oliventinos apenas podem esperar de Portugal antiguidades e recordações. Respondeu assim:
 Uma ou duas notas sobre o que que se passa emn Olivença. Ou «no pasa nada»?

Há por lá gente (portuguesa? talvez; mas perdida, abandonada por Portugal e pela opinião pública portuguesa, que nada vislumbra e nada procura, tudo esqueceu), há por lá gente que não deixa de mirar o pôr-do-sol, de buscar o Mar Ocidental, de fitar o horizonte português...

E vão organizando feiras, seja de «velharias portuguesas», seja ou de «artesanato e antiguidades».

Que, quem caminha por estas vias tão modestas e cautelosas, senão equívocas, em defesa da cultura portuguesa (ou da lembrança dela) em Olivença, saberá que o caminho é estreito e, na perspectiva de auto-regeneração cultural, talvez intransitável, porventura já irrecuperável...

De maneira que, não havendo de Portugal e suas autoridades qualquer iniciativa para reconstruir a memória e a comunhão, não havendo dos portugueses deste lado do Guadiana qualquer sinal, qualquer aceno, aos de Olivença só lhes resta assumirem eles a tarefa de tentarem restaurar esse caminho antigo, tateando, procurando, evitando obstáculos, em pequenos passos.

Consegui-lo-ão? E deste lado, da nossa parte, que fazemos? Que podemos fazer?
publicado por Carlos Loures às 10:00
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3 comentários:
De Ibérico a 12 de Dezembro de 2010
Portugal abandonou Olivença. Não é altura de chorar nem de esmagar mais ainda os oliventinos.
De Luis Moreira a 12 de Dezembro de 2010
Meu caro, Ibérico, a ideia é, sempre, trazer à discussão Olivença, não a deixar morrer para Portugal e para os portugueses.
De carlos loures a 12 de Dezembro de 2010
Ibérico, se sabe como as coisas se têm passado nos dois séculos passados desde o roubo do território a Portugal, compreenderá que a ironia que usamos em torno das antiguidades, não é contra os oliventinos. É contra ladrões que sabem pedir o que entendem ser seu (como com Gibraltar) e contra roubados cobardes que não querem incomodar quem os roubou. Sabia que o território de Olivença é dezasseis vezes maior do que o de Gibraltar?

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