Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010
Para Sempre, Tricinco ALLENDE E EU - autobiografia de Raúl Iturra - (36)

(Continuação)

A referência a sua obra etnográfica, da minha parte, é interesseira. Os livros editados por ele, são uma boa referência para todos, especialmente para mim, não nascido em Portugal, com as minhas memórias de infância em outros sítios, quer no Chile, quer na Grã-bretanha, ou em Espanha ou em França e, hoje em dia, memórias da infância dos meus netos, aos que raramente vejo.


Ficamos por estes sítios com o nosso Professor Doutor João Leal. Digo nosso, porque, ao se transferir de volta para a sua Universidade de origem, o não perdemos, ficou no CEAS até hoje.

Já mais sintético, vamos enfrente com excertos da história do Departamento. Essas, denominadas por mim, mais valias, quer para o ISCTE, quer para a Antropologia, essa a nossa Ciência à qual dedicamos imenso tempo e devoção, como consta nos CV já referidos e nos que, em síntese, passo a denominar. Essa recompensa que o ditador do Chile nunca pensou que ia-nos facilitar. Como referi antes, o exílio é um tormento que, se é bem levado, com criação de novas alternativas, colaboração com seres humanos que amamos ou não, instituições e sabedoria às quais dedicamos o nosso afazer, acabam por aparecer perante nós, essa largas Avenidas referidas pelo Presidente do Chile, Salvador Allende, por onde ia passar o homem novo, livre e em paz e harmonia. Frase nunca esquecida por mim e que tem orientado as minhas constantes migrações entre cidade e campo, entre países e de família pequena para família grande, com descendência muito querida. Tornamos a fundar famílias. O ser humano, como já narrei, tem essa inaudito capacidade de resilência, ou inaudita capacidade de se transformar definida por Boris Cyrulnick nos textos referidos em capítulos anteriores .






O nosso Departamento, diria eu, está centrado na análise das formas de vida e das culturas da Europa, África, Índia, Malásia e América Latina. Há dois olhares convergentes, ao aprendermos uns dos outros, com paciência e boa atenção, especialmente, com boa intenção: etnografia e etnologia. Por outras palavras, retirar ideias dos factos em trabalho de campo com observação participante, ou aplicar as nossa ideias aos membros dos grupos estudados, com trabalho de campo e observação participante. Um pequeno se não, entre as duas praticas da nossa Ciência que Sir Edmund Leach, citado antes, define como empiricistas e racionalistas, no seu texto Culture and Communication de 1976. O nosso Departamento, como o seu par, o já definido e historiado CEAS, aplicam os seus saberes a investigação etnográfica e etnológica, com variantes dentro das linhas de pesquisas. Se seguirmos a risca a classificação de Edmund Leach, vários de nós seriamos empiricistas ou lógicos dedutivos. Difícil saber. Eu, posso dizer que uso, já narrado, o materialismo histórico, para Leach seria empiricista, como tem classificado a Jack Goody e a sua escola, entre os que me conto, bem como os meus antigos estudantes, Paulo Raposo e Filipe Reis, docentes do Departamento. As opções de pesquisa de Paulo Raposo, estão referidas no seu currículo DéGois, que aparece na net por ordem do FCT do Ministério da Ciência e Tecnologia, onde diz que as suas preferências são: Ritual e Performance, Etnografia Portuguesa, Antropologia da Educação, Antropologia Visual e Património e Turismo, especialidades dentro das que se movimenta no seu amado CEAS, do qual é hoje o Presidente. Entre 2004 e 2006, foi Presidente da Comissão Pedagógica do Departamento de Antropologia, bem como entre 1991 e 1994, foi enviado por mim a estagiar no Laboratoire D’Anthropologie Sociale, situado no Collège de France, em Paris – e não na Ecole des Hautes Etudes, como está referido no currículo DáGois do FCT-, durante meses intercalados. O trabalho, de facto, como já indiquei antes, foi no Collège de France, sob a orientação directa da minha antiga orientada em Antropologia, Marie-Élisabeth Handman e as minhas próprias visitas a esse centro onde eu ensinava com convénio com o meu desaparecido amigo, Pierre Bourdieu. Escrevemos dois livros em conjunto: O Saber das Crianças, em Portugal, e na França, Échec Scolaire ou École en Écheque . O ensino de Paulo Raposo está também definido no seu currículo, que, de certeza, deverá ser actualizado ao entrarmos em 2007-2008, aos sistema Bolonha de Universidade. O currículo menciona que o seu ensino é: Antropologia Económica, Antropologia da Educação, Introdução à Antropologia Social, Métodos Qualitativos para as Ciências Sociais. Apenas uma anedota: por estarmos juntos na mesma casa, a partilhar mesa e comida, duches frios no regelado inverno da Beira Alta, solicitei a todos ser referido como Raúl ou Iturra, como entenderam, mas não professor. Ninguém aceitou. Queriam levar as suas vidas tal e qual era em Lisboa e eu ficava sempre só em casa. Tirava proveito dessa solidão e ia às casas das pessoas para conversar, mas as 22 já estava na cama e as 7 de manhã, em pé. Eles, a minha equipa, dormia após de ir deitar as tantas da madrugada. Queriam manter distância! Não percebiam que era a única família que eu tinha nesses dias. Quando solicitei as formas de tratamento, Paulo Raposo, com ar maroto, disse: “Não, o Senhor Professor cheira-me que é desses que abandonam as pessoas quando já não prestam”. Infelizmente, tem sido ao contrário. Trabalharam comigo no meu Gabinete para organizar dados e produzir os livros e, a seguir, por falta de colaboradores, abri concurso para Assistentes das minhas cadeira obrigatórias. Apresentaram-se 12, mas os que estavam melhor preparados e souberam responder bem ao painel da avaliadores –Nélia Dias, Brian O’Neill e eu próprio -. Mas, quando comecei a entrevistar para Antropologia Económica, Brian O’Neill disse que era apenas para uma das minhas cadeiras. Tive que parar as entrevistas, presididas por mim, levar ao Professor O’Neill a ler o Decreto de convocatória a concurso e reparou que era também para a minha outra cadeira obrigatória. Na sua sabedoria, Nélia Dias pacificou aos membros do júri, mais bem ao Doutor O’Neill, nesses dias Professor Auxiliar, e as entrevista recomeçaram, com o evidente temor dos entrevistados. Era quase uma atitude salazarista o que estava a acontecer com o mencionado Doutor, quem, na sua gentileza, desculpou-se perante os candidatos e acordamos que o facto entreva na caixa do....esquecimento.! O que foi assim. Os meus candidatos ficaram até o dia de hoje e são uma grande mais valia para o Departamento, o CEAS e o ISCTE.


Quem fala de Paulo Raposo, deve falar também de Filipe Reis. São amigos inseparáveis e andam sempre nas mesmas corridas. Como tanto outros mencionados na Introdução e no Capítulo1. Fez comigo Licenciatura, Mestrado, Doutoramento e acompanhou-me na Comissão Executiva do Departamento, durante uma das minhas varias presidências. Na outra, foi Paulo Raposo quem me acompanhara na Comissão Científica, por eleição dos membros do Departamento. Entre eles vão trocando trabalhos: quer no Conselho Pedagógico do Departamento, quer na Comissão Executiva. O modelo de Comissão Executiva, foi copiado do modelo departamental do nosso CEAC da Pontifícia em Talca. Um Presidente de Departamento nem sempre pode governar só uma estrutura semelhante, especialmente com Mestrados, cursos de Doutoramento, Tutorias, aulas de dia e noite e essas imensas reuniões dentro e fora da nossa não integrada Universidade. Sempre fui acompanhado por mais três pessoas. No caso de Filipe Reis, colaborava, enquanto era também orientado por mim para a sua tese de doutoramento. O seu currículo está no sítio net bem como na pagina CEAS . Devo confessar que a colaboração de Filipe Reis tem sido de grande ajuda, não apenas em Antropologia Económica, criada por mim e Maurice Godelier, da que Filipe Reis é herdeiro, bem como no seu entusiasmo, como Paulo Raposo, nas formas de entender. Ai onde Paulo Raposo fala de identidades e formas de expressão corporal, parte também da literacia, Filipe Reis faz falar a radiofonia, as cartas, aos papéis, aos textos, ainda a mim! O meu colaborador em Antropologia económica, era capaz de corrigir os erros de interpretação de autores. Erros para ele, não para mim: ser mais velho, é saber mais e estar mais adiantado no saber e no entender. O que nunca conseguia entender, era a essa minha “devoção” a provar como a teoria derivava da religião, provada por mim em vários textos, especialmente no de 2007, denominado: O presente, essa grande mentira social. A reciprocidade com mais valia, da Afrontamento, Porto. Ainda no meu ano sabático de 2007, ao reestudar Vilatuxe, tive que permanecer quase um semestre para dar as aulas que ele não entendia nem sabia: estava já farto de religiosidade, após ter cursado o seu ensino Secundário, no Seminário de Leiria-Fátima. A sua área de investigação é Antropologia dos Media, que ensina no nosso remodelado curso de Antropologia, dentro dos parâmetros de Bolonha, referida assim no seu currículo FCT: Antropologia da Educação e Antropologia dos Media. Terreno em Portugal Continental. Áreas desenvolvidas: jogo e aprendizagem; oralidade e escrita; usos da escrita e da leitura no quotidiano; literacia; radiodifusão local e processos de objectificação cultural; comunidades radiofónicas. Sintetiza a sua área de pesquisa, em apenas uma frase: Media, identidades e processos de objectificação cultural; educação e novas tecnologias. Para saber mais, faça o favor de visitar o sítio referido em nota de rodapé . Apenas acrescentar que todo o referido de Paulo Raposo, especialmente os estágios em Coimbra e Collège de France, são também parte da história da vida Académica de Filipe Reis.


Notas:
 
Apenas para lembrar ao leitor deste capítulo, Cyrulnick escreveu o seu livro na sua língua natal, francês, em 2001, com o título de Les Vilains Petit Canards, Editions Odile Jacobs, Paris, traduzido pelo Instituto Piaget ao Português em 2003, no sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Boris+Cyrulnik+Resili%C3%AAncia&spell=1 Vida e obra em: http://www.webboom.pt/autordestaque.asp?ent_id=1115336&area=01 .Diz, entre outros assuntos: Boris Cyrulnik, neurologista, psiquiatra, psicanalista, foi um dos fundadores do Grupo de Etologia Humana e dirige um grupo de investigação na Faculdade de Medicina de Marselha. Autor de numerosas obras, das quais o Instituto Piaget já publicou: Memória de Macaco, Palavras de Homem; Sob o Signo do Afecto; O Nascimento de Sentido; Nutrir os Afectos e Do Sexto Sentido.



Leach, Edmund Sir.,1976:Culture and Communication. The logic by which symbols are connected, CUP, Cambridge, referido em: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Edmund+Leach+Culture+and+Communication&meta= , especialmente a página web: http://www.alibris.com/search/books/qwork/8110756/used/Culture%20&%20Communication:%20The%20Logic%20by%20Which%20Symbols%20Are%20Connected:%20An%20Introduction%20to%20the%20Use%20of%20Structuralist%20Analysis%20in%20Social%20Anthropology , que refere o livro como: An introduction to the use of structuralist analysis in social anthropology, explaining semiology, elucidating the arguments of Barthes and Greimas, starting and ending with Levi-Strauss' comparison of the symphony orchestra with a cultural system, and using throughout simple language.


Paulo Jorge Pinto Raposo, tem feito comigo Licenciatura, Mestrado e Doutoramento. A sua tese é um nome difícil, mas texto de fácil entendimento no seu conteúdo. O título da tese, aprovada por unanimidade, com distinção e louvor, foi defendida em Março do 2003, e o título é: O Papel das Expressões Performativas na Cotemporareidade. Idenditade e Cultura Popular. Para pesquisar, tinha-se que deslocar do Sul de Portugal, ao Norte do mesmo, especialmente à vila de Torres. O seu objecto de análise eram as festas de carnavais, daí a palavra “performar”, ou fazer as vezes de se ter uma outra identidade. O hoje Doutor está referido em: http://www.degois.pt/visualizador/cv.jsp?key=4853956957286436#Dadospessoais


Marie-Elisabeth Handman foi sempre uma grande amiga, não apenas uma amiga da alma, bem como uma íntima companheira. Mal vi que era Secretária no Collège de France para Études Rurales, simpatizei com ela e tive a coragem de lhe dizer porque não fazia um doutoramento, o que ela aceitou. Colaborei com ela até acabar, fomos juntos a Les Treilles, essa fazenda greco-francesa, de Annette Colbert, propritária dos poços de petróleo na Grécia, do que circula na França e de outras ninahrias que rendem imenso dinheiro, como o Casino de Nice e outros sítios semelhanntes. Está obrigada à obras de caridade e da cultura, por dois motivos: Calvinista Convicta, esses antigos Hugonotes da França, a maior parte morte no dia de São Bartolomeu em 1572, por ordem da católica Casa Real de Valois, a sua família fugiu a Grecia; ou outro motivo, ao estimular a cultura, era pagar menos impostos dessa a sua imensa internacional fortuna. É mencionada cá, porque Annette, dáva-se mal com Marie-Élisabeth e comigo. Estivemos ai um mês para escrever cada um, um livro. Marie-Élisabeth foi a minha eterna convidada aos júris do ISCTE, e vice-versa. Trabalhávamos juntos no Laboratoire d’Anthropologie, sedeado no Collège de France e a nossa amizade tem durado imenso tempo, até o dia de hoje. As suas publicações são sempre citadas, escreve imenso, especialmente, hoje em dia, sobre prostituição, sexo e género. Textos semelhantes ao que eu apresntei em Les Treilles, que mereceu uma salva da palmas dos Professores Convidados, um por cada País da Europa, e dos membros da Comissão Científica do CNRS, convidados especiais para os três dias de Seminário. Marie-Élisabet está referida no sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Marie-%C3%89lisabeth+Handman&btnG=Pesquisar&meta= , página web http://las.ehess.fr/document.php?id=385 que diz: M.-É. Handman entre au LAS (Laboratoire d’Antropoçoge Sociaele)en 1967 comme secrétaire de rédaction des Études rurales. Elle y restera seize ans. Parallèlement, elle prépare et soutient une thèse (1980) portant sur la violence et la domination masculine dans un village de Thessalie, Grèce. Puis, elle travaille sur un bourg de Chalcidique, Arnaia, dont les coutumes sont très différentes. Son dernier terrain en Grèce porte sur les juifs hellénophones (romaniotes) dispersés en Grèce, en Israël et à New York. Elle a été membre du Groupe de travail sur la transition, dirigé par M. Godelier (1985-87), a travaillé au rapprochement entre sciences sociales et psychanalyse (1987-1994) et participé aux entreprises collectives sur la Méditerranée avec J. Peristiany et J. Pitt-Rivers. Depuis 1994, elle dirige une équipe au LAS qui s’intéresse à la construction sociale des sexualités et à la prévention du sida, thème sur lequel elle dirige de nombreuses thèses et contrats de recherche. Depuis 2002, elle travaille sur la prostitution. A minha linda amiga é avô e passa a maior parte do tempo a tratar das suas netas franco-japonesas, filhas do seu filho único, Michèle, professor de Francês. Além de escrever, tem retomado o violino e continua a dar conferência, ainda em Portugal. Um texto de Marie-Élisabeth aparece publicado pela Revista Etnográfica do CEAS, Vol. 10, Nº 1, Maio de 2006, página web com texto completo: http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0873-65612006000100011&nrm=iso&tlng=pt


Equipe de recherche






Estes textos são o resultado de um trabalho colectivo começado em 1988 na aldeia do Distrito de Viseu, cidade de Mangualde, Vila Ruiva, na qual permanecemos dois anos. Foi a época necessária de ensinar ao Doutor Paulo Raposo, os rituais da Missa, à qual assistíamos como parte do nosso trabalho de observação participante. Éramos vários: Paulo Raposo, Filipe Reis, Nuno Porto, já referido, e a médica, mais tarde doutora em Antropologia, Berta Nunes. Pesquisa financiada pela antiga JNICT, da qual resultaram livros individuais, referidos no texto que escrevo. Por estar já narrado em Capítulos anteriores, nada mais acrescento, excepto as referência aos textos: o de Portugal, coordenado por mim, foi editado pelo Instituto das Comunidades Educativas, que eu fundara com o meu antigo discente Rui d’Espinay, referido como Caderno ICE Nº 3; o da França, também colectivo, editado em Paris , 1994, L’Harmattan. As referências net para os seus textos, são: http://www.degois.pt/visualizador/cv.jsp?key=4853956957286436#Dadospessoais


O currículo Dá Gois, como sempre acontece com a Administração Pública, está atrasado. Quem queira saber mais e a realidade de Paulo Raposo, visite o sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Paulo+Jorge+Pinto+Raposo&btnG=Pesquisar&meta= , especialmente a página web, terceiro sítio página net: pjp.raposo.googlepages.com/CV2006.pdf ao abrir o sítio, há um texto com o currículo actual do Doutor Paulo Raposo: http://pjp.raposo.googlepages.com/CV2006.pdf


Começou por ser uma tese sobre literacia e acabou por ser uma pesquisa sobre outras formas de comunicar, que não forem escrita, é dizer, foi capaz de dar vida no papel e nos factos, a outras formas de literacia, ao pesquisar em rádios e comunicações telefónicas. Essa tese passou a ser: Comunidades Radiofónicas. Um estudo etnográfico da radiodifusão local em Portugal, pesquisa feita em dois sítios para comparar, no Alentejo e em Castro d’ Aires, no Norte do país. Examinado por nós em Outubro de 2006, a sua tese foia avaliada com o máximo valor: unanimidade, com distinção e louvor. Tese demorada como todos os seus textos, se não lembro mal, a demora é devida a essa forma meticulosa, quase de picuinhas na forma de escrever os seus textos. Cada palavra é pensada três ou quatro vezes antes de ficar no papel, o que apenas denota uma forma delicada de trabalhar no que observa. Grande conversador, e essa é a sua literacia, passar a conversa ao papel acaba por ser demorada, mas certa e esclarecida, como faz também Paulo Raposo e esse o nosso outro investigador, amigo da alma deles, Nuno Porto. Esses três, já referidos, andaram a estagiar no Laboratoire D’Anthropologie Sociale em París, durante vários meses, ao longo dos anos. Hoje em dia, são outros mais novos que vêm a estagiar com eles.


http://unics.iscte.pt/depant/investigadores.html e na sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=+ISCTE+Filipe+Marcelo++de+Brito+Reis+&btnG=Pesquisar&meta=


Esta pagina web refere os seus graus: http://ceas.iscte.pt/equipainvestigacao.php enquanto que a sua actividade está referida na página web: http://ceas.iscte.pt/cria/f_reis.pdf


Para saber mais do nosso docente, hoje Professor Auxiliar e não, como diz o sempre atrasado currículo Dá Gois, assistente. Esses tempos já acabaram. Quer Paulo Raposo, quer este o nosso novo Doutor, trabalham muito na academia e têm me substituído em imensas actividades durante a doença que estou a curar. Aliás, têm fama de ser excelentes docentes: calmos, serenos, aprofundados no seu saber.


http://ceas.iscte.pt/cria/f_reis.pdf


(Continua)


publicado por Carlos Loures às 15:00
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