Sábado, 2 de Julho de 2011

ROSTO DE NINGUÉM, por Paxiano

 

 

 

 

 

 

Sou apenas a lágrima de ninguém

caída

Que em dia de nevoeiro

foi vertida

e pelo rio recolhida.

Ou o resto duma tela pintada

quadro de vida

Sombra de mim

Sonhada.

Sou o princípio e o fim... de nada

Obra inacabada

Que há-de ser pó... e semente

Sou um produto de gente

Aquilo que o mundo fez

E deixou germinar...

Para sempre

Cresceu com o tempo

À chuva e ao vento

Deu  frutos

Em terra de ninguém

Carregado de versos e sonhos

Lavados com lágrimas de alguém

publicado por João Machado às 07:00
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3 comentários:
De Inês Aguiar a 2 de Julho de 2011
Lindo poema, Adriano.
"carregado de versos e sonhos, lavado com lágrimas
de alguém"
Beijo
De adao cruz a 2 de Julho de 2011
Sim sim, muito bonito.
De Augusta Clara a 2 de Julho de 2011
Gostei, sim, Paxiano.

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