Segunda-feira, 27 de Junho de 2011

ÀS MULHERES DE SEMPRE, por Paxiano

 

 

 

 

 

 

 

(Adão Cruz)

 

São elas próprias feitas

de ansiosa serenidade

Feitas dum fresco sorriso

Que se levanta do lastro

da maternidade

À volta do qual tudo gira

Em permanente ansiedade

 

 

São infinitamente presentes

e solidárias

Mesmo na opacidade das tempos

Tomam a dianteira nas correntes

Da vogal viva da escrita

Fica a palavra livre, nunca dita

 

 

São ausentes sempre presentes

Como o sibilar zurzido do vento

Deslizam como água no leito

Com a simplicidade dum verso

Surge-lhe sempre o amor-perfeito

 

São elas próprias mulher e mãe

Presentes e protectoras de alguém

publicado por João Machado às 10:00

editado por Augusta Clara às 20:08
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11 comentários:
De adao cruz a 27 de Junho de 2011
bonito poema
De Inês Aguiar a 27 de Junho de 2011
São delas as palavras que aqui ficam, obrigada por este
lindo poema.
De adriano pacheco a 27 de Junho de 2011
Elas são o centro do mundo, começando pelas mães. Obrigado aos dois

Adriano
De Augusta Clara a 27 de Junho de 2011
Eu, também, gostei, Adriano. Não quero é reduzir as mulheres a mães. Isso é que era bom! :-))
De adriano pacheco a 27 de Junho de 2011
Certamente que não, Augusta Clara, mulher é mulher. Elas são o centro do mundo.

Obrigado

Adriano
De Augusta Clara a 27 de Junho de 2011
Adriano, também não temos a pretensão de ser o centro do mundo. Vamos fazer assim: juntamos dois pés, um masculino e outro feminino, bem lá no centrinho , e dividimos o espaço. O pior é que vocês têm os pés maiores :-)) Um abraço.
De Augusta Clara a 27 de Junho de 2011
O Adriano/Paxiano tem um brinde.
De adriano pacheco a 28 de Junho de 2011
Ah como adorei o brinde! Vê-se que é de artista.

Obrigado aos dois

Adriano
De António Gomes Marques a 28 de Junho de 2011
Adriano
Começo por te saudar com um abraço do amigo e do conterrâneo.
Quanto à discussão mulher/homem, estou claramente com a Augusta, que, se calhar, por isso tem também o aplelido Clara
De Augusta Clara a 28 de Junho de 2011
Ahahaha, essa é boa! E nem é apelido, é nome próprio.
De adriano pacheco a 29 de Junho de 2011
Atenção amigos. Não sejam injustos!

O titulo do poema é; "Às Mulheres de Sempre" e não às mães de sempre! Vá lá não sejam mausinhos.

Adriano

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