Terça-feira, 3 de Maio de 2011

Escolas - contra o igualitarismo elas movem-se por Luis Moreira

 

 

 

 

 

O Conselho Nacional da Educação quer que as "escolas sejam financiadas por contratos programa com explicitação dos recursos orçamentais atribuídos, definidos com base em regras gerais e claras e dos objectivos a atingir".

 

Só 10% dos recursos são geridos directa e internamente pelas  escolas os outros 90% são  recursos transferidos por diversas entidades externas incluindo o ministério. É, também assim, que se responsabilizam as crianças e os atrasados mentais!A escola é tratada como um conjunto de irresponsáveis a quem não se reconhecem nem conhecimentos, nem bom senso, para gerir o seu funcionamento e as suas actividades.

 

O CNE vem aconselhar que as escolas passem a funcionar com contratos programas como já acontece com as Universidades e os Hospitais e, propõe a criação de um grupo de trabalho para desenvolver um modelo de financiamento, com metas intermédias e, na perspectiva de evoluir para contratos pluriuanuais, coincindindo com os mandatos do director/equipa directiva e com revisão, monitorização e avaliação anuais.

 

Contra os principios que agora concorrem para definir o financiamento, que tem como denominador comum o valor determinante o número de alunos, passa a  levar-se em conta as características físicas das escolas e da população escolar, bem como dos professores. Os principios devem ser: "a totalidade dos serviços que presta e dos recursos que possui em função das condicionantes da sua actividade, nomeadamente o seu corpo docente e técnico, o enquadramento social/económico dos alunos, as características físicas da escola e estado de conservação do edificio e equipamento, as características geográficas da localização da escola"

 

A seguir "...integrar progressivamente todos os recursos necessários...relacionando-os com os resultados das avaliações e auditorias externas..." e "...identificar as competências necessárias à equipa directiva ..." e, ainda, identificar as modalidades e monitorização externa, bem como a prestação de contas..."

 

Tudo isto que representa para as escolas um passo gigante é, para as organizações privadas "velho como o mundo" não há, por mais pequena que seja uma organização que não as aplique à sua medida e com os meios que dispõe.

 

O igualitarismo defendido pela corporação dos professores em que todos são iguais e todos ganham o mesmo e todos progridem, e todos chegam ao topo e ninguém é avaliado, é uma indignidade que envolve bons e maus, gente competente e incompetente, com os resultados conhecidos apesar dos recursos que crescem cada ano.

 

Quando ser professor for uma profissão responsável e exigente uma das primeiras consequências é que muitos vão procurar outros modos de vida.

 

De preferência com emprego para toda a vida e progredir na carreira sejam quais forem os resultados da sua actividade .

publicado por Luis Moreira às 13:00
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