Terça-feira, 15 de Março de 2011

Alerta Nuclear no Japão - por Luis Moreira

Calcula-se que os prejuízos causados pelo tsunami que arrasou o Japão representem 3% do PIB daquela que é a terceira mais forte economia mundial.

 

A energia eléctrica tem vindo a ser controlada o que tem levado à paragem da maioria das grandes fábricas de automóveis e indústria pesada. Teme-se que algumas das centrais nucleares entrem em ruptura e que possam originar um desastre nuclear. "Mais perigoso que Three Miles Island, sem chegar ao nível de Chernobyl" é a classificação para o incidente que as autoridades tentam a tudo o custo controlar, injectando água salgada para impedir que os níveis de radiação aumentem.

 

 

 

 

 

 

Entretanto os especialistas ocidentais alertam para a gravidade da situação que, dizem, as autoridades nipónicas estão a desvalorizar para consumo externo. Os acidentes nucleares são classificados segundo uma escala de um 1 a 7, sendo que as autoridades Japonesas classificam a presente situação em 4 mas que os especialistas ocidentais apontam para 5/6.

 

A Alemanha  a França e a Suiça já congelaram o seu programa de construção de mais centrais nucleares o que fez que as empresas de energia alternativas vissem o valor dos seus papéis em bolsa subirem imenso. Tal como na altura do desastre nuclear na Pensilvânea (US) e em Chernobyl o entusiasmo com o nuclear arrefeceu pese, embora, que as actuais centrais são muito mais seguras do que as de gerações anteriores.

 

Em Chernobyl, foram libertados cerca de 400 vezes mais radioactividade que a bomba atómica lançada sobre Hiroschima e as mortes por cancro contam-se por milhares. Em Three Miles Island o nível de redioactividade libertado foi 8 vezes superior ao normal o que também teve fortes prejuízos na saúde das pessoas que viviam nas proximidades.

 

Entretanto, no sul de França, continua a construção experimental de um projecto suportado pela UE e pelos US para a criação de energia, não a partir da fusão do átomo, como actualmente, mas a partir da fissão do átomo o que resolveria os problemas de segurança e de armazenamento do material utilizado. Esperam-se resultados para daqui a dez anos!

 

PS: mas há projectos futuristas em carteira, desde um painel gigante que "aponte" a energia solar para a terra, até ocupar os desertos com painéis solares, tal como já fazemos no Alentejo (sempre na frente).

publicado por Luis Moreira às 22:00
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1 comentário:
De maria monteiro a 16 de Março de 2011
na continuação do sempre em frente também chegou em força à Ilha do Porto Santo que desde 2010 foi povoada por painéis solares

http:/ ecotretas.blogspot.com /2010/03 sol-em-porto-santo.html

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