Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Mistérios; Pureza, por António Sales

 

 

 

 

 

 

 

 

Mistérios

 

António Sales

 

Do céu cai chuva

nas vidraças

a neve imaculada

o relâmpado de luz  petrificada

o vento que devasta

o sol que ilumina.

Às vezes caiem estrelas

outras são cometas.

O lixo dos satélites

as bombas do deus Marte

de morte arrasadora e fome farta.

 

Só não caem flores

leves, perfumadas.

Nuvens pequeninas

fofas, delicadas.

Podiam cair sons

de notas musicais,

os anjos a tocarem peças celestiais.

 

Nesta pureza mística

das almas condenadas

há no brilho comovido dos seus olhos

um devaneio onírico a soletrar.

 

Pureza

 

Hoje caiem flores do céu.

Flutuam

brancas como a paz

e depositam na terra

a pureza mística

do seu aroma.

publicado por João Machado às 08:00
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