Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

Artexto - textos de Silvio Castro, quadro de Adão Cruz. Comentário de Adão Cruz.

 

 

 

 

 

A Chave Secreta de Cores e Formas

 

 

Tudo se passa como se o labirinto não fosse senão o mais imediato convite ao convívio com o desconhecido que se deseja revelado.

 

Olhar para dentro do labirinto. E tudo se desenrola em encontros abstratos. Abstratos são os signos que volteiam na luz do labirinto. E essa luz se revela como tantas cores, infinitas cores, quentes e frias. Como não um, mas muitos arco-íris.

 

A abstração recolhe o olhar e o conduz aos mistérios do labirinto. Já agora os signos, que voltejavam numa desordem de alegria, se aproximam uns aos outros, alargando em um primeiro momento a abstração geral, para logo depois, em grandes movimentos estridentes, unirem-se com ela.

 

A abstração se faz figuração multiforme que abraça signos e cores, que se revela sempre mais e mais em movimentos côncavos e convexos, que por linhas retas e por curvas fascinantes abraça tempo e espaço, que se esclarece para sempre.

 

"Qual artista não desejaria morar ali onde o órgão central do tempo e do espaço - não importa se se chame cérebro ou coração - determina todas as funções? No seio da natureza, no fundo primitivo da criação, lá onde está a chave secreta de tudo?" (Paul Klee).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Caro amigo Sílvio Castro, lamento não ter podido, por estar ausente, fazer uma comentário á bonita descrição deste artexto. Fazê-lo no local próprio já não dá, por extemporâneo e atrasado. Deixo-o aqui em forma de post.

 

 

Para além do labirinto onde se abrem muitos arco-íris, e que eu bem entendo, este teu sentir abraça, melhor do que o quadro, tempos e espaços, movimentos serenos e estridentes, côncavos e convexos, linhas rectas e curvas que se enlaçam e fascinam. Talvez por ter despertado um sentimento idêntico ao teu, o quadro tenha sido seleccionado para capa de um livro de António Garcia Barreto sobre a guerra colonial, "À SOMBRA DAS ACÁCIAS VERMELHAS". Pena que este texto não tenha feito, na altura, a abertura do livro. Creio que o autor aprovaria. Um grande abraço.

publicado por João Machado às 08:00

editado por Luis Moreira às 02:20
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