Domingo, 10 de Julho de 2011
Transportes - nada se perde... por Luis Moreira

O futuro dos transportes com alternativas ao diesel  poluidor está aí, o metano resultante dos dejectos da criação de porcos e do que as fábricas de celulose e papel deitam para os nossos rios, com graves problemas para o ambiente.(siga o link e veja o vídeo)

 

Estes camiões TIR estão mesmo a jeito para serem utilizados em ambiente urbano, como camiões de recolha de lixo. Silenciosos, não poluidores e, a sua maior dificuldade ( não existência de rede fornecedora de combustível) pode ser facilmente ultrapassada se estes veículos pertencerem a câmaras municipais ou às redes de transporte de pessoas em meio urbano.

 

Tudo se transforma como nos ensinaram na escola, o Sr. Lavoisier tinha razão, a argúcia e inteligência dos homens vai abrindo caminhos para tornar mais apetecível a vida nas grandes metrópoles que daqui a 30 anos albergarão 80% da população.

 

Portugal, dependente de tudo o que é energia, tem muito a ganhar com as novas tecnologias que, ano após ano, se desenvolvem com o objectivo de livrar a humanidade da dependência  do petróleo . Aliás, a extracção do petróleo é cada vez mais difícil e mais cara, pese os enormes lençóis que se têm encontrado. A vida económica do petróleo andará pelos 30 anos, o preço elevado veio para ficar, a emergência das novas tecnologias é, por isso, uma questão de tempo.

 

Recorde-se que a Volvo é uma das maiores produtoras de veículos pesados do mundo, consequentemente co-responsável por boa parte da poluição proveniente dos transportes rodoviários.

 

Ah, e a Volvo Sueca já é, maioritariamente, Chinesa!


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/camioes-podem-andar-a-restos-de-papel-video=f660602#ixzz1RdBIPzE4


publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011
Comboios parados: Pouca -terra - pouca - terra... por Luis Moreira

Não se trata de pôr em causa o direito à greve e ,já agora, também, o direito dos utentes dos comboios que pagam antecipadamente e que perdem dias de trabalho e que não têm tempo de levar os filhos à escola...

 

Trata-se de estas greves no meio do desconcerto geral, com um país na bancarrota, com 700 000 desempregados, serem tão convenientes e bem vindas como uma guitarra num funeral.Afinal exige-se o quê quando todos estão a sofrer cortes e todos ( deviam ser todos...) estão a viver pior? Parece que se trata dos cortes nas horas extraordinárias. Prevalece o Acordo de empresa diz o Sindicato. O que não diz é que as empresas estão todas na falência...

 

Greve à segunda feira, está bem de ver, encostada ao fim de semana a mobilização é maior e no meio de uma campanha eleitoral sempre dá um "ar" de "arruada". O governo em gestão corrente nada faz nem diz, pois se quando estava em funções plenas não o fez! Agora com o FMI e a UE a rondarem feitos Abutres (desculpa ó Andreia, bem sei que os abutres , os teus, não têm culpa...) esperava-se o arregaçar as mangas e afinal...

 

O Metro do Porto "corre o risco de parar" pequena coisa comparada com os 12 mil milhões de euros, acima disso, que é a dívida do sector dos transportes. Mas os governos fazem de conta que o problema não existe, ninguém toma medidas, fala-se muito na Entidade de Coordenação para os Transportes para as duas grandes metrópoles mas, até ver, nada. Parece que há uma bulha de poderes, há a Comissão Coordenadora da Região, ele há as Câmaras, os privados que (não) ligam com os públicos...

 

Também é verdade que quem tiver na sua posse o sector dos transportes nas duas grandes metrópoles, tem um poder não negligenciável, pára tudo, como se viu com os camionistas e, pagar, sempre alguém há-de pagar, não há pressa em resolver estes pequenos problemas...

 

PS: e a TAP dez dias em greve total...



publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010
Dicionário Bibliográfico das Origens do Pensamento Social em Portugal, por José Brandão, (54)
Subsídios Para a História do Movimento Sindical Rural no Alto Alentejo
(1910-1914)

António Ventura

Seara Nova, 1976

A ideia da publicação dos apontamentos aqui recolhidos surgiu a meio do ano de 1913.
Quando pretendíamos definir uma linha de actuação para o semanário «A RABECA», constatámos que em determinados pontos pouco ou nada se sabia sobre o Movimento Operário em Portalegre. Algumas ideias muito vagas, um outro jornal isolado, algumas curiosidades encontradas no espólio de «A RABECA», uns quantos artigos e nada mais.
Durante um ano debruçámo-nos sobre as mais diversas fontes, e só agora é possível dar por concluída esta parte do trabalho, muito incompleta, é certo, mas que não deixa de ser um contributo para uma melhor compreensão do Movimento Operário no Alto Alentejo, durante os primeiros anos da República Democrática burguesa de 1910-1926.
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Subsídios Para a História dos Transportes Terrestres em Lisboa no Século XIX


Maria Amélia da Mota Capitão


Lisboa, 1974

O camponês, tal como o operário, crê no futuro, compreende que a sua vida melhora com todo o progresso das técnicas.
Não era assim nos séculos passados; nem mesma no mundo oitocentista! Não havia a crença do progresso, porque não havia esta corrida louca para o aperfeiçoamento da maquinaria. E foi este entrave ao progresso, gerado na rotina e hábitos ancestrais, que trouxe o riso céptico aos lábios de homens financeiros, que desperdiçaram o seu capital, desperdiçando o tempo útil.
Os espíritos progressistas do século XVIII desperdiçaram, anos após anos, inventos formidáveis, por não admitirem que poderia haver outra fonte de energia que não fosse o vento para impulsionar barcos, o cavalo para puxar os carros, a água para accionar a maquinaria industrial.

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publicado por Carlos Loures às 18:00
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