Sábado, 16 de Julho de 2011
Políticos que cumprem ! Poucos, mas há! - por Luis Moreira

 

 

 

 



publicado por Luis Moreira às 17:00
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O Ministro Gaspar

Aquela forma pausada de falar é mesmo assim ou é técnica de discurso? Fala inspira, pausa, pensa, fala, inspira, pausa...

 

Mas não é só nisso que é diferente dos outros ministros que nos habituaram a sound bytes e a falarem o mais depressa possível para dizerem o maior número possível de palavras. E, por arrasto, nos dizerem o menos possível.

 

Reparamos que Passos diz "iremos para além da Troika". Ficamos na mesma, ir além da Troika é sacar mais ou é emagrecer o estado?

Para Gaspar é mudar o sistema, vamos ficar mais perto da sociedade liberal dos Estados Unidos que do estado social da Europa.É bom? Acho que não.

Mas se calhar é necessário. Que precisamos nós para termos um estado social sustentável? E uma Justiça eficaz? E uma economia a crescer?

 

Eu sou de opinião que tudo vale a pena para conseguirmos manter o Estado Social que cresceu aqui na Europa e que é a mais extraordinária obra social do homem.Mas as condições mudaram. A população envelheceu e produz menos e é mais pesada nas contas; a economia não cresce e não havendo criação de riqueza não se pode distribuir; os jovens não arranjam emprego; aparecem novos conceitos difíceis de assimilar: mobilidade laboral,vários empregos durante a vida activa; mais do que uma profissão;

 

É uma "desconstrução" que vai ser feita à custa de privatizações dirigidas ao capital externo e ao reajustamento do papel regulador do estado, mas a verdade é que depois de 50 anos de sucesso económico Portugal entrou numa recessão profunda. E, outra verdade, é que o país precisa sair dela. Reinventar um pais sustentável.

 

Percebe-se a intenção mas os cuidados vão colocar o doente "em coma induzido". Com que saúde sairemos desse estado? Dentro de dois anos saberemos.



publicado por Luis Moreira às 11:26
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
Summer Time - Ella Fitsgerald e Louis Amstrong
Ouça a melhor música e os melhores interpretes de sempre!E conheça a letra e a tradução para português.
Summertime, time, time,
Child, the living's easy.
Fish are jumping out
And the cotton, Lord,
Cotton's high, Lord, so high.

 

Your daddy's rich
And your ma is so good-looking, baby.
She's looking good now,
Hush, baby, baby, baby, baby, baby,
No, no, no, no, don't you cry.
Don't you cry!

 

One of these mornings
You're gonna rise, rise up singing,
You're gonna spread your wings,
Child, and take, take to the sky,
Lord, the sky.

 

Until that morning
Honey, n-n-nothing's going to harm you now,
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no, no, no,
Don't you cry,
Don't you cry,
Cry.

 

Época De Verão

Época de verão
Criança, a vida é fácil
Os peixes pulando fora d'àgua
E o algodão, Senhor,
O algodão está alto, Senhor, tão alto.

 

Seu pai é rico
E sua mãe é de tão boa aparência
Ela parece bem agora
Calma, baby, baby, baby, baby, baby,
Não, não, não, não, não chore
Não chore!

 

Em uma destas manhãs
Você estará crescendo, cantando animado
Você estará alargando as suas asas,
Criança, e alcançar, alcançar o céu,
Senhor, o céu.

 

Mas ate esta manhã
Querida, nada vai te causando alarde,
Não, não, não, não, não, não, não, não.....
não
não
Não Chore.
Não Chore.
Chore.


publicado por Luis Moreira às 23:00
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Rating :Com o mal dos outros... - por Luis Moreira

Com os especuladores a começarem a voltar-se para grandes países como a Espanha e a Itália as coisas fiam mais fino. Os dirigentes europeus vão ter que tomar medidas para proteger esses países e o Euro e, com isso, nós passamos para a segunda linha do ataque.

 

Os dirigentes europeus esperavam que a coisa não fosse tão longe mas agora acabou a margem de recuo. Ou enfrentam a tormenta ou então os limites dos estragos serão incomensuráveis.

 

José Maria Ricciardi lembrou que poucos dias antes da Lehman Brothers falir a "Moody's deu-lhe um rating de Triple A". E explicou: "Todos estes activos tóxicos alavancados que inundaram a Europa tinham todos rating triple A. E continuam a dar rating triple A aos EUA, quando 30 Estados dos 50 estão numa situação dificilima, com a Califórnia à cabeça, que só não sucumbem por causa do Estado Federal".

 

Enfim, as crises também servem para isto, colocar tudo em questão, relativisar importâncias, as agências de rating são o que são, empresas interessadas e nada independentes, usadas segundo os interesses do mundo que por agora comanda. Criar uma agência europeia é capaz de trazer alguma coisa de novo, mas o que realmente pode mudar as coisas é as pessas, os investidores e os políticos não darem a importância que dão a um serviço que pode ser  prestado por outras instituições mais credíveis.

 

Por exemplo, uma média das classificações dadas por um conjunto alargado de instituições. Será mais credível e menos manipulável.

 

 



publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011
António Ramos Rosa - Gravitações - Nudez

 

O ar circula mais leve em toda a parte

Os sinais transmitem o silêncio habitável

 

 

É um sonho é um logro e é a esperança viva

Brilha o brilho animal do ar imóvel

 

 

Cálida substância nova une a linguagem e a vida

varandas varandas sobre a água sobre o céu

 

 

Uma infinita plenitude uma infinita ligeireza

a beleza nua sem exaltação e incandescente

o lugar transparente uma clareira indivisa

 

 

Torre de pássaros e de barro e de ervas

torres fresquíssimas obscura e clara                                                                                                           

torre na margem extrema do mistério                   

tudo se compreende e tudo é incognoscível

Tudo passa tudo deriva e tudo é imóvel

Somos e não somos sempre mais                                                                                                                

 

 

Aceita aceita a terra breve e única

que os deuses povoam na transparência breve

Aqui a terra revelou-se um horizonte aberto

e as palavras antigas reacenderam-se

 

 

De novo é a primeira vez e a única

Luz primeira luz da terra primeiros lábios

sopro de fibras mais intensas mais ligeiras

e nomes mais simples mais animais mais nus



publicado por Luis Moreira às 22:00
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A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir!

 enviado  pelo nosso leitor Joaquim Martins da Silva

 

A Suíça estremece.
 

Zurique alarma-se.
 

Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
 

O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
 

O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
 

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.

 

 O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.  Os suíços, então, passaram os nomes.
 E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
 

Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
 

Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
 

O banco protestou. A Suíça está temerosa.
 

O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
 

Mas como resistir?

 

 A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
 Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.
 

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
 

No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
 Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
 

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
 

E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
 

O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
 

Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
 

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos. O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.


 Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
 

Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
 

Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
 

Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?
 

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
 

Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
 

Tudo lá ficou para sempre e em segredo... Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
 

Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

 

 "Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
 

No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.


 Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
 

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
 

Hoje, estamos em crise.
 

Viva a crise!!!
 

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
 

Hoje ele é presidente.
 

É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
 

Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.


 Sob que pretexto?
 

Fraude fiscal.
 Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!

 



publicado por Luis Moreira às 16:00
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Justiça : Ter 1 100 edificios e pagar 38 Milhões de rendas - por Luis Moreira

Ter 1 100 edificios, 15 000 viaturas, 30 000 computadores para 27 000 funcionários, e pagar de rendas 38 milhões por ano, dá uma ideia do que é despesismo, falta de responsabilidade, desrespeito pelos contribuintes e por quem vive mal.

 

Fernando Santos, Secretário de Estado da Justiça, revelou hoje que o Ministério da Justiça tem 15 mil viaturas e 1.100 imóveis. E, paga, anualmente 38 milhões de euros de rendas, defendendo maior racionalidade financeira e "boa gestão".

 

Perante esta vergonha a que podemos acrescentar 1,6 milhões de processos em atraso, o melhor mesmo é deixar a pergunta : é este estado que queremos continuar a alimentar? É isto sustentável?

 

Não há dinheiro para o Estado Social? Pois não!

 

 



publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
António Ramos Rosa - Não dissemos as palavras mais simples

in Gravitações

 

 

Pintura de Manuela Justino

 

 

Não dissemos as palavras mais simples

a caligrafia das águas sobre a pedra    uma pedra vacila

                                                                           verde

 

as árvores despertam dormem apertadas na concavidade

                                                                           do rumor

não dissemos ainda as pálpebras longínquas do horizonte

o trémulo deslumbramento da água jorrando lisa da terra

não dissemos a progressão das formigas em torno da árvore

                                    de claras malhas como leopardo

 

não dissemos as vagas sombras imóveis as folhas verdes

as altas e negras flores nas varandas suspensas

não dissemos sequer o nascimento da terra e do cavalo

as manhãs a meia noite o turbilhão

do ventre o arranque para a primeira explosão no mar e o muro

onde o tempo se condensa como um navio suspenso sobre

                                                               o mar vertical



publicado por Luis Moreira às 22:00
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A Águas de Portugal e o Centrão dos Negócios - por Luis Moreira

O PS e o PSD revesam-se no poder atraídos pelos negócios que se fazem à sombra do Estado. É, por isso, que o estado está com "a mão na massa", envolvido na economia de uma forma directa, controlando empresas públicas monopolistas e, indirectamente, em empresas de grupos económicos que vivem das obras públicas, dos contratos, das consultas, das assessorias e dos concursos públicos.

 

Isto é mais do que evidente e há muito que a maioria de nós chama a estes dois partidos "do arco da governação" o "Partido dos negócios" como se fosse só um, tal é o envolvimento, a cumplicidade. Esta evidência devia levar-nos a outra que, de tão evidente,só não vê quem não quer.

 

Tirar o Estado, o mais possível, da economia, dos negócios!

 

Mas a verdade é que, mesmo os que são particularmente activos na crítica ao "Partido dos Negócios" quando, se aventa a hipótese de o estado largar as rédeas da distribuição das fortunas, logo se deixam tolher por um preconceito ainda maior do que aquele. O Estatismo! O estado grande e gordo, que pode tudo e está em toda a parte. 

 

Isto é evidente sempre que se fala em privatizações, como agora que se fala em privatizar a "Águas de Portugal"  . Não por acaso, como bem notou o meu simpático leitor e comentador que tem seguido os meus textos sobre esta eventual privatização, a situação da empresa, bem guardada durante anos, vem agora a público com a imensidão das suas falências e dívidas.

 

Quem seguiu com algum cuidado o negócio da água, da recolha e tratamento do lixo, do saneamento e da energia,apercebeu-se que a ideia inicial era a criação de clusteres , em que se criassem uma ou duas dezenas de PMEs locais e regionais que , à sombra das grandes empresas do sector, viessem a desenvolver e inovar tecnologias e competências. Como aconteceu com a AutoEuropa que , só no Parque Industrial de Palmela, tem cerca de 70 PMEs suas fornecedoras. Criou um cluster com competências e rigor sem paralelo no país e, hoje, é o mais destacado exportador do país.

 

Ora, o que se vê é que com o dinheiro e o poder de uma empresa pública a que não faltam as garantias do estado,a Águas de Portugal se converteu num gigantesco monopólio, cheia de dívidas e de falências entre as empresas que criou e cujo controlo manteve no seu seio.E que dizem os nossos amigos que tanto criticam o "Partido dos Negócios"?

 

Que a água não pode ser objecto de negócio! Pois não, pode é ser objecto de maior transparência e de maior rigor. De uma mais responsável gestão. Deixar-se de megalomanias e de despesismo!



publicado por Luis Moreira às 13:00
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Terça-feira, 12 de Julho de 2011
Sonetos Perversos de Joaquim Pessoa - Paco Bandeira

Música e voz de Paco Bandeira

 

in sonetos perversos

 

                                                                                                   

Havendo o vento, pouca coisa há.

 

Um dedo açucarado se derrete

 

mexendo a minha vida como o chá

 

Sobram notas de chuva de um trompete.

 

 

ao dizer, sei lá porquê, sei lá?:

 

" É isso, a história quase se repete"

 

(tenho um gato cor de rosa como o Xá

 

e alimento-o a damasco e sorvete).

 

 

Eu sempre fiz aquilo que não quis

 

mas sempre o que tive de fazer

 

me deixou constrangido e infeliz

 

 

 

Hoje mesmo, farei o que puder.

 

E só coloco as mãos nos quadris

 

para abrir mais os olhos ao morrer.



publicado por Luis Moreira às 22:00
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Portugal Fuck Moody's - Eu adiro - Luis Moreira


publicado por Luis Moreira às 16:00
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Domingo, 10 de Julho de 2011
Transportes - nada se perde... por Luis Moreira

O futuro dos transportes com alternativas ao diesel  poluidor está aí, o metano resultante dos dejectos da criação de porcos e do que as fábricas de celulose e papel deitam para os nossos rios, com graves problemas para o ambiente.(siga o link e veja o vídeo)

 

Estes camiões TIR estão mesmo a jeito para serem utilizados em ambiente urbano, como camiões de recolha de lixo. Silenciosos, não poluidores e, a sua maior dificuldade ( não existência de rede fornecedora de combustível) pode ser facilmente ultrapassada se estes veículos pertencerem a câmaras municipais ou às redes de transporte de pessoas em meio urbano.

 

Tudo se transforma como nos ensinaram na escola, o Sr. Lavoisier tinha razão, a argúcia e inteligência dos homens vai abrindo caminhos para tornar mais apetecível a vida nas grandes metrópoles que daqui a 30 anos albergarão 80% da população.

 

Portugal, dependente de tudo o que é energia, tem muito a ganhar com as novas tecnologias que, ano após ano, se desenvolvem com o objectivo de livrar a humanidade da dependência  do petróleo . Aliás, a extracção do petróleo é cada vez mais difícil e mais cara, pese os enormes lençóis que se têm encontrado. A vida económica do petróleo andará pelos 30 anos, o preço elevado veio para ficar, a emergência das novas tecnologias é, por isso, uma questão de tempo.

 

Recorde-se que a Volvo é uma das maiores produtoras de veículos pesados do mundo, consequentemente co-responsável por boa parte da poluição proveniente dos transportes rodoviários.

 

Ah, e a Volvo Sueca já é, maioritariamente, Chinesa!


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/camioes-podem-andar-a-restos-de-papel-video=f660602#ixzz1RdBIPzE4


publicado por Luis Moreira às 13:00
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 6/7/2011 por Luis Moreira

Clicando nos links acede às rádios e jornais. Toda a imprensa de referência ao seu pequeno almoço, só ainda não lhe servimos o café mas estamos a pensar nisso...

 

 

Rádio on line, ouça boa música e leia as notícias que fazem a sua manhã.

 

Notícias Público -edição impressa.

 

DN - edição impressa

 

JN

 

Diário de negócios

 

Aljazeera live - em inglês

 

 A Marca - jornal de desporto

 

Jornais e revistas italianos - todos os jornais e revistas publicados em Itália. Escolha a seu prazer.

 

Financial Times - os negócios

 

Nouvelle Observateur - edição impressa

 

Le Monde

 

La Vanguardia,

 

El País

 

Corriere della Sera

 

New Yorker

jornal i

 

Record

 

O Jogo

 

Expresso

 

http://www.estadio.in/sicnoticias



publicado por Luis Moreira às 08:00
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Terça-feira, 5 de Julho de 2011
Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 5/7/2011 por Luis Moreira

Clicando nos links acede às rádios e jornais. Toda a imprensa de referência ao seu pequeno almoço, só ainda não lhe servimos o café mas estamos a pensar nisso...

 

 

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Domingo, 3 de Julho de 2011
Caso DSK - A Justiça americana é rápida e eficaz - por Luis Moreira

A prova da bondade da Justiça americana está neste processo que envolve DSK. A Justiça americana foi  célere e eficaz. Prendeu quando devia prender ( terão sido escusadas aquelas imagens com o DSK algemado), a acusação foi constituída em poucos dias, o tribunal decidiu em primeira instância com prisão e depois para prisão domiciliária com uma alta caução financeira e, quinze dias depois, face ao desenvolvimento das provas orientadas para o processo concedeu a liberdade.

 

A acusação permanece, o Ministério Público americano mantem a acusação, mas mais vale três culpados em liberdade que um inocente na prisão.

 

Numa viragem surpreendente DSK foi ontem libertado, a defesa apresentou provas de contradições no testemunho da vítima, a empregada do hotel que terá sido violada . Há escutas de telefonemas entre a acusadora e membros de gangs que apontam para uma cilada concertada a DSK e, o passado da empregada do hotel não é abonatório.

 

Cyrus Vance, o procurador geral quis fazer do caso um caso exemplar. Para já foi derrotado, mas mostrou que a justiça americana funciona. Um caso destes em Portugal, queima para sempre o arguido, com sorte, só cinco anos depois é que o assunto sobe à barra dos tribunais.Claro, que esta ineficácia tem uma influência decisiva na qualidade da democracia e, até, na capacidade de atracção de novos investimentos e no desenvolvimento da economia.

 

Quem está disposto a investir num país cuja justiça demora cinco anos a tomar uma decisão?

 

Entretanto, DSK e a mulher não perderam tempo e já foram jantar a um restaurante da moda. A imprensa  Francesa, Le Fígaro, adianta que estava outro homem no quarto quando a mulher da limpeza entrou e, que esta, terá perguntado se poderia começar a limpar o quarto julgando que estava vazio. Como se sabe DSK estava no banho.

 

No meio desta trapalhada há que prestar a devida homenagem à  Justiça americana , actuou sem medo do poder do acusado e não teve medo de recuar face às provas apresentadas.

 

PS: e, funciona assim quando não há dinheiro e poder? Lembro-me do presidente Jimmy Carter, antes de tomar posse ter ido conhecer o país real e, também as prisões. Disse: Nas prisões só vi negros e hispânicos!

 



publicado por Luis Moreira às 13:00
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EDITORIAL
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António Marques

António Mão de Ferro

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