Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Sons da Noite - EXODUS, pelos Secret Chiefs 3 (da Agenda do Rui de Oliveira)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar | ver comentários (3)

Domingo, 26 de Junho de 2011
Sons da Noite - Tango de los Exilados, por Vanessa Mae e a Royal Philharmonic Orchestra (Augusta Clara)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Sábado, 25 de Junho de 2011
Sons da Noite - Jammu Africa, por Ismael Lo (Júlio Marques Mota)

From the Album of the same name the wonderful Ismael Lo from Senegal.

Afrika a a a Afrika mon Afrique
Sama gent gi maa ngi ñaan Yalla wonma ko bala may ñibbi barsaq
Ma ne bes du ñakk ci bes yi Afrika don benn reew
D'ici ou d'ailleurs nous somm' des enfants d'Afrique
Mêm' si le ciel tombait luttons pour la paix
Kon jammu Afrika moom lay ñaan
Mané jammu Afrika mooy suñu natange
Afrika a a a Afrika a a
Afrika a a a Afrika mon Afrique

Yow mi nekka bittim reew man mi Lô maa ngi lay ñaan
Ak loo fa meun ta am ak noo fa meun ta mel bul fatte Afrika
Ici ou ailleurs la paix prix du bonheur
Mêm' si le ciel pleurait luttons pour nos frères
Kon jammu Afrika moom lay ñaan
Mané jammu Afrika mooy suñu natange
Afrika a a a Afrika a a
Afrika a a a Afrika mon Afrique

Onon bibbe Afrika ngimode, ngimode liggo-den leydi men
Ngaccen hasi daagal yoo Alla suren e musibaadi
Yoo Alla addu jam to Ruanda
Yoo Alla addu jam to Burundi
Yoo Alla addu jam to Casamans
Lawol Mbignona yee


Traduction (les deux premiers couplets sont en wolof, le dernier est en Pulaar)

Dans mon rêve je prie Dieu pour que cela se réalise avant mon trépas
Je dis " un jour viendra où l'Afrique sera unie "
D'ici ou d'ailleurs nous somm' des enfants d'Afrique
Mêm' si le ciel tombait luttons pour la paix
Donc je demande la paix en Afrique
car avec la paix en Afrique ce sera la prospérité

Etranger, moi Lô je te prie
quelles que soient ta fortune et ta situation de ne pas oublier l'Afrique
Ici ou ailleurs la paix prix du bonheur
Mêm' si le ciel pleurait luttons pour nos frères
Donc je demande la paix en Afrique
car avec la paix en Afrique ce sera la prospérité

Vous les enfants d'Afrique, levez-vous pour construire notre pays
Que Dieu nous épargne les malheurs
Qu'il apporte la paix au Rwanda, au Burundi,
Et en Casamance sur la route de Mbignona!



publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
Sons da Noite - 7 seconds, por Neneh Cherry (Inês Aguiar)
 
"E, quando uma criança nasce para este mundo, não tem o conceito do tom da pele"

 



publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 21 de Junho de 2011
Sons da Noite - Fado da Tristeza, por José Mário Branco (Augusta Clara)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Domingo, 19 de Junho de 2011
Sons da Noite - Bachiana Brasileira nº.5 de Heitor Villa-Lobos (Augusta Clara)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Sábado, 18 de Junho de 2011
Sons da Noite - Dança dos Pássaros, por António Pinho Vargas (Augusta Clara)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
Sons da Noite - The Mande Variations, por Toumani Diabaté (Júlio Marques Mota)
 
 
 
Toumani Diabaté is one of Africa's greatest musicians. Now the Malian kora master releases his first solo album in 20 years. Featuring visionary interpretations of classic themes alongside ground-breaking improvised pieces, 'The Mandé Variations' is probably the most ambitious and challenging African instrumental album yet released. It is at once the definitive statement on where the kora is today and simply one of the most beautiful and melodically accessible albums you will hear this year. An important album for Africa, an important album for the world.

 



publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar

Quinta-feira, 16 de Junho de 2011
Sons da Noite - Que c'est beau la vie, por Jean Ferrat (Carlos Loures)


publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar | ver comentários (4)

Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
Sons da Noite - Sound of Silence, por Simon & Garfunkel (João Machado)

A partir de hoje, o nome que aparecer entre parêntesis é o de quem sugeriu a música dessa noite



publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 14 de Junho de 2011
Sons da Noite - Avec le Temps, por Léo Ferré (canção escolhida pela Maria Inês Aguiar)

L



publicado por Augusta Clara às 23:00
link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 15 de Maio de 2011
BSE: SÃO CARLOS | SALÃO NOBRE ROSSINI/FAURE/SCHUBERT


publicado por João Machado às 09:00
link do post | comentar

Sábado, 30 de Abril de 2011
A EDIFICAÇÃO DOS SONS E A ARTE SÓLIDA PARA PAUL VALÉRY, por José de Brito Guerreiro

 

 

 

 

 

 


 

 

Paul Valéry (1871-1945), filósofo, poeta, ensaísta e escritor francês, na obra Eupalinos ou l’Architecte, publicada em 1921, desenvolve uma teoria sobre a Arquitectura como a forma artística mais próxima da Música. O autor reflecte sobre as correspondências que existem entre ambas as artes. Ao aplicar conceitos estabelecidos e reconhecidos a nível musical à teoria arquitectónica, observa-se que o que é evidente num campo pode ser uma grande descoberta no outro. A Arquitectura e a Música são descritas como artes capazes de produzirem espaços.

 

Valéry imagina um diálogo entre o filósofo Sócrates (c. 469-399 a. C.) e um dos seus discípulos, o fabulista Fedro (c. 15 a. C. - c. 50 d. C.). Este último conta que o arquitecto grego Eupalinos de Mégara (séc. VI a. C.), seu amigo, divide os edifícios entre aqueles que são “mudos”, aqueles que “falam” e aqueles que “cantam”, e assim discerne a sua arte das outras vulgares construções. 

 

 

 

 

 

Os edifícios que nada “falam” ou “cantam” merecem desdém: «São coisas mortas, inferiores, na hierarquia, aos montões de pedra vomitados pelas carroças dos empreiteiros».

 

Os edifícios que “falam” são dignos de estima e representam as instituições humanas, como os mercados, os tribunais, as prisões, as praças, os pórticos ou os portos e diques: «Aqueles portos, dizia o meu amigo, aqueles vastos portos, que claridade propõem ao espírito! Como desenvolvem as sua partes! Como descendem para a sua tarefa!»

 

Paul Valéry | Auto-retrato

 

Quanto aos edifícios que “cantam”, os mais raros, são concebidos como sonho mais do que como ciência, ­ pois da análise não se passa ao êxtase:

 

«E quando falaste (o primeiro, e involuntariamente) de música a propósito do meu templo, divina foi a analogia que te visitou. (...) monumentos, cuja figura venerável e graciosa participe directamente da pureza do som musical, ou devesse comunicar à alma a emoção de um acorde inesgotável...»

 

Sócrates interessa-se pelos edifícios que "cantam" e compara a Arquitectura com a Música: «quero escutar o canto das colunas, e figurar-me no céu puro o monumento de uma melodia. Esta imaginação conduz-me muito facilmente a pôr de um lado, a Música e a Arquitectura; e do outro, as outras artes.» Diz que as duas artes criam espaços de puro envolvimento emocional sem intermediações, ao contrário da pintura, que «não cobre mais do que uma superfície» e precisa da imagem para criar este espaço: «E esses momentos e os seus ornamentos; e essas danças sem dançarinas, e essas estátuas sem corpo nem rosto (contudo tão delicadamente desenhados), não pareciam rodear-te, tu, escravo da geral presença da Música?» Continua Sócrates: «Há, pois, duas artes que encerram o homem dentro do homem, ou melhor, que encerram o ser na sua própria obra. (...) Por duas artes, é o homem de dois modos envolvido por leis e vontades interiores, figuradas numa ou noutra matéria, a pedra ou o ar.»

 

Fedro observa: «Bem vejo que a Música e a Arquitectura têm ambas para nós este profundo parentesco.»

 

Sócrates desenvolve: «Um corpo belo faz-se contemplar por si mesmo, e oferece-nos um momento admirável: é um detalhe da natureza, que o artista deteve por milagre. Mas a Música e a Arquitectura fazem-nos pensar em qualquer outra coisa que não elas mesmas; estão no meio deste mundo, como monumentos de um outro mundo; ou bem como os exemplos, aqui e ali disseminados, de uma estrutura e de uma duração que não são as dos seres, mas das formas e das leis. Parecem dedicadas a recordar-nos directamente, uma, a formação do universo, a outra, a sua ordem e estabilidade; invocam as construções do espírito, e a sua liberdade, que busca esta ordem e a reconstitui de mil modos; negligenciam pois as aparências particulares de que o mundo e o espírito se ocupam ordinariamente: plantas, animais e pessoas... Até, observei, às vezes, ao escutar a música, com uma atenção igual à sua complexidade, que já não percebia, de certo modo, os sons dos instrumentos como sensações do meu ouvido. A própria sinfonia fazia-me esquecer o sentido auditivo. Alterava-se tão prontamente, tão exactamente, em verdades animadas e em universais aventuras, ou ainda em abstractas combinações, que eu já não tinha conhecimento do intermediário sensível, o som.»

 

Sócrates conclui: «Impor à pedra, comunicar ao ar, formas inteligíveis; não pedir emprestado senão pouca coisa aos objectos naturais, não imitar senão o menos possível, eis o que é comum às duas artes.»

 

Eupalinos ou l’Architecte, este belo diálogo imaginário entre Sócrates e Fedro, é hoje uma das mais importantes reflexões sobre o processo de criação artística.

 

Trinta anos antes de escrever Eupalinos, Valéry desenvolveu o mesmo leitmotiv, em Paradoxe sur l’Architecte:

 

«Esta tarde quero, nestas vãs linhas que dita, junto ao sonho, o capricho, prever a estrela invisível – essa alma longínqua e desejada pela minha alma.

 

Adivinho-a musical e longo tempo enclausurada na pura solidão de seu sonho.

 

Primeiro, terá recolhido a harmonia exacta e os infinitos mágicos onde desembocam os ritmos, nas ondas trémulas e profundas desdobradas pelos grandes sinfonistas, Beethoven ou Wagner. Pois subtis analogias unem a irreal e fugitiva edificação dos sons, à arte sólida, por que formas imaginárias se imobilizam ao sol, no pórfiro. O “herói”, combine oitavas ou perspectivas, “concebe fora do mundo”... Reúne e fecunda o que não existe nem em outra parte, nem antes que ele, e com frequência compraz-se recusando a recordação precisa da natureza. Na noite imortal, a ideia que brota como água viva abandonar-se-á virgem ao arquitecto do futuro quando, livre das coisas visíveis e dos tipos expressados, tenha encontrado o símbolo e a síntese do Universo interior que confusamente lhe inquietava; então esta vontade e este pensamento de música engrandecida “comporão” a sua criação original como uma elevada sinfonia,» – prossegue o autor, expressando a natureza abstracta da arquitectura e da música – «tão independente das aparências, tão abstraído da realidade directa, tão afastado do pensamento e dos fenómenos próximos e das ataduras da sua memória material».

 

Valéry compara a catedral Notre-Dame de Reims (séc. XIII), obra dos arquitectos franceses Jean d'Orbais, Jean le Loup, Gaucher de Reims e Bernard de Soissons (restauros de 1861-1873 e 1919-1938 pelos arquitectos franceses Eugène Viollet-le-Duc [1814-1879] e Henri Deneux [1874-1969], respectivamente), à ópera Tannhäuser (1845), do compositor alemão Richard Wagner (1813-1883): «Assim se manifestará a inexprimível correspondência, a íntima afinidade que é necessário discernir, sob os véus habituais e enganosos, entre duas “encarnações” da arte, entre a fachada real de Reims e uma certa página de Tannhäuser, entre a antiga magnificência de um grande templo heróico e um certo supremo andante ardente em gloriosas chamas.»

 

Valéry diz que «as cordas em tensão nos violinos derramam, com uma ternura sagrada, a inefável luz do vitral (...) pois os órgãos litúrgicos construem para os sonhos cúpulas em safiras e enormes abóbadas cheias de estrondo; mas as flautas lançam-se como gráceis colunas, tão altas que as coroa uma vertigem, e outros instrumentos e as vozes humanas parecem cintilar, a fim de iluminar o coro balsâmico e nocturno».

 

O autor refere que para se percepcionar a relação entre a arquitectura e a música é importante uma cuidada observação: «Tais são as magnificências latentes sob as formas melódicas, tais são as riquezas abertas para quem tenha a inteligência matemática das relações mais longínquas, para quem saiba liberar as linhas, discernir as curvas, evocar as cores significativas que uma sinfonia contém e expressam os instrumentos, dóceis aos grandes artistas. Enfim, por esta vontade sairá da terra o monumento tangível e visível, projectado na matéria depois de ter deslumbrado o misterioso país onde os anjos o construíram com santas harmonias.»

 

Para o grande pensador Paul Valéry, o verdadeiro valor da poesia pura reside na harmonia arquitectónica e musical da forma e na precisão do estilo.

 

Da atenção de Valéry a qualquer forma, do estudo das obras dos arquitectos Vitruvius (séc. I a. C.) e Viollet-le-Duc (1814-1879), cujos flamejantes impulsos góticos e detalhes de ornamentos exercitava-se em copiar, sendo adolescente, nasceu e se afirmou uma particular atracção pela arquitectura, que lhe conduziu à busca das suas relações de semelhança com a música, «Pois subtis analogias unem a irreal e fugitiva edificação dos sons, à arte sólida».

 

 



publicado por João Machado às 15:00
link do post | comentar | ver comentários (3)

Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
A ARQUITECTURA DRAMÁTICA DE RICHARD WAGNER, por José de Brito Guerreiro

 

Richard Wagner (1813 - 1883) 

 

 

 

 


 

 

 

 

O compositor, maestro, teórico musical e ensaísta alemão Richard Wagner (1813-1883), além de compor a música e escrever os libretos das suas óperas, preocupava-se também com outras artes: arquitectura, pintura, poesia, drama e dança eram fundamentais para o seu desígnio. Durante seis largos anos, a partir do seu exílio em Zurique em 1849, Wagner dedicou-se à escrita das suas ideias sobre ópera, bem como à redacção do libreto de uma vasta e ambiciosa saga baseada no Canto dos Nibelungos. Concluiu vários ensaios e opúsculos, entre os quais os textos fundamentais A Arte e a Revolução (1849), A Obra de Arte do Futuro (1849) e Ópera e Drama (1850-1851). Foi nesse período que chegou ao conceito de Gesamtkunstwerk ou ‘Obra de arte total’, propondo a harmonização e síntese das várias artes.

 

Ao longo de muitos anos, Richard Wagner alimentou a ideia de construir um teatro próprio onde a sua revolucionária tetralogia Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo, 1848-1853 [libreto], 1853-1874 [música]) pudesse ser interpretada. Em 1851 Wagner disse ao compositor e virtuoso pianista húngaro Franz Liszt (1811-1886) que o seu Nibelungendramen devia ser interpretado num grande teatro, preparado expressamente para a execução da sobredita obra. Com intensa obstinação e determinação, Wagner atingiu o seu desiderato. Em 1872 iniciou-se a construção do teatro de ópera Bayreuther Festspielhaus, em Bayreuth, Baviera, que viria a ser inaugurado em 1876 com o ciclo monumental Der Ring des Nibelungen. O Festspielhaus (Teatro do Festival) foi projectado pelo arquitecto alemão Otto Brückwald (1841-1917) e pelo próprio Richard Wagner, contando com o apoio financeiro do rei Ludwig II da Baviera (1845-1886), um grande admirador do compositor. Foi construído exclusivamente para a exibição das obras wagnerianas, em particular a supramencionada tetralogia Der Ring des Nibelungen, composta por quatro óperas (ou ‘dramas musicais’, como o compositor preferia chamar) inter-relacionadas: Das Rheingold (O Ouro do Reno, 1853-1854), Die Walküre (A Valquíria, 1854-1856), Siegfried (1856-1871) e Götterdämmerung (O Crepúsculo dos Deuses, 1869-1874).

 

A arquitectura do teatro de Wagner é sóbria e austera. Num desenho de 1872, no qual se vêem grinaldas e outros elementos decorativos na fachada principal do edifício, lê-se escrito à mão por Wagner: «Die ornamente fort» (os ornamentos fora). Wagner concebeu várias inovações para o seu teatro: para acentuar a ilusão cénica, exigiu que a orquestra fosse situada debaixo do palco, criando assim o fosso de orquestra, tirando-a da vista do público, melhorando o seu som e tornando mais fácil  o trabalho de direcção devido aos cantores ficarem mais à vista; quebrou a estrutura semicircular altamente hierárquica dos teatros tradicionais para que a plateia, disposta num plano inclinado, seja inteiramente frontal e democrática, proporcionando a cada espectador a melhor visão e audição possíveis, independente da categoria do seu bilhete de entrada; desenvolveu um duplo proscénio que, em conjunto com o fosso de orquestra, gera um efeito que o próprio chamou de “abismo místico” entre o público e o palco; introduziu a prática de escurecer a plateia quando o pano de boca do palco sobe, para que o público não se distraia e o palco seja alvo de atenção total. Todas estas inovações contribuíam para a imersão completa do público no mundo imaginário do palco.

 

O teatro Bayreuther Festspielhaus, por ser o mais avançado do seu tempo (sem paralelo também durante várias décadas seguintes à sua construção), exerceu uma marcada influência no desenho dos teatros edificados posteriormente. Richard Wagner é assim, a partir do séc. XIX, uma figura central da arquitectura de teatros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Otto Brückwald e Richard Wagner | Bayreuther Festspielhaus

Bayreuth – Baviera | 1872-1876

Vistas do teatro antes e depois de 1882:

Antes e depois da adição da entrada privada do rei (Königsbau) à fachada principal curva. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Otto Brückwald e Richard Wagner | Bayreuther Festspielhaus

Bayreuth – Baviera | 1872-1876

Plateia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Otto Brückwald e Richard Wagner | Bayreuther Festspielhaus

Bayreuth – Baviera | 1872-1876

Duplo proscénio e palco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por João Machado às 15:00
link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 30 de Março de 2011
Ouça - (ainda) não paga imposto por Luis Moreira

 

 

 



publicado por Luis Moreira às 00:15
link do post | comentar


EDITORIAL
AUTORES
Adão Cruz

Adriano Pacheco

Alexandra Pinheiro

Andreia Dias

António Gomes Marques

António Marques

António Mão de Ferro

António Sales

Augusta Clara

Carla Romualdo

Carlos Antunes

Carlos Durão

Carlos Godinho

Carlos Leça da Veiga

Carlos Loures

Carlos Luna

Carlos Mesquita

Clara Castilho

Ethel Feldman

Eva Cruz

Fernando Correia da Silva

Fernando Moreira de Sá

Fernando Pereira Marques

Hélder Costa

João Machado

José Brandão

José de Brito Guerreiro

José Magalhães

Josep Anton Vidal

Júlio Marques Mota

Luís Moreira

Luís Rocha

Manuel Simões

Manuela Degerine

Marcos Cruz

Maria Inês Aguiar

Paulo Melo Lopes

Paulo Rato

Pedro Godinho

Raúl Iturra

Rui de Oliveira

Sílvio Castro

Vasco de Castro

Contacte-nos
estrolabio(at)gmail.com
últ. comentários
Empréstimo e InvestimentoOlá a buscar um empréstim...
No dia 08/01/1974, faleceu o furriel Zeca Rachide,...
Cheguei aqui pelo link no blogue O Cantinho da Jan...
Apply now for all kinds of loans and get it urgent...
Sou do Bat. Caç. 4613/72 que foi para Angola em fi...
Aí meu Deus eu tenho um pavor a esses bichos! Un d...
ei pessoal do bat cav 1927 e ex combatentes boa pa...
Eu fiz uma descoberta que eu gostaria de compartil...
I recebeu um empréstimo em um notável credores, ho...
Eu fiz uma descoberta que eu gostaria de compartil...
pesquisar neste blog
 
posts recentes

Summer Time - Ella Fitsge...

Sons da Noite - Que Há-de...

Sons da Noite - Concerto ...

Sons da Noite - Nocturno ...

Sons da Noite - Sous le C...

Listen !!! and relax inst...

Sons da Noite - Unchained...

Sons da Noite - A Nightin...

A Ária Mais Difícil de Ca...

STEVEN HOLL E BÉLA BARTÓK...

arquivos

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

tags

todas as tags


sugestão: revista arqa #84/85
links