Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 11/7/2011 por Luis Moreira

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Domingo, 10 de Julho de 2011
Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 10/7/2011 por Luis Moreira

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Sábado, 9 de Julho de 2011
Agências de rating - quem se agacha... por Luis Moreira

Afinal está a acontecer algo bem interessante. O país indignou-se com a Moody's, o Banco Central Europeu vem dizer que ignora a avaliação da agência, outras agências apressaram-se a vir a público dizerem que não concordam .

 

E o sentimento é que, afinal, as coisas não são inevitáveis, há o bom senso, as regras, e a ideia que no futuro próximo vamos ver muita coisa tida como  inamomível, verdades nunca demonstradas, serem confrontadas e varridas. Desta vez a "agência" deu um passo maior que a perna...

 

 

Trata-se de um ataque sem precedentes ao Euro por parte dos "states" que estão a braços com um problema grave na sua dívida (descomunal) e com uma economia que teima em não crescer. E, a China, também não ajuda, tem cada vez mais dinheiro e compra cada vez mais dívida americana.E, está, cada vez mais próxima de ultrapassar os "states" em riqueza ( o que trás problemas a um e a outro, diga-se).
A Comissão europeia está a preparar um pacote legislativo para controlar e regulamentar a actividade destas agências de notação e, crescem as pressões para que o Banco Central Europeu crie a sua própria agência.


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Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 9/7/2011 por Luis Moreira

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Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
Conclusões da Comissão de Inquérito sobre a Crise Financeira (nºs 6,7)

enviado por Julio Marques Mota


Conclusão nº 6

 

Concluímos que havia uma ruptura sistémica em termos de  responsabilidade e de ética.

 

A integridade de nossos mercados financeiros e a confiança do público nesses mercados são essenciais para o bem-estar económico do nosso país. A solidez e a prosperidade sustentada do sistema financeiro e da nossa economia assentam nas noções de tratamento justo, de responsabilidade e de transparência. Na  nossa economia, esperamos que as empresas e os indivíduos ao procurarem obter  benefícios ao mesmo tempo que produzem produtos e serviços de qualidade se estejam a  comportar  bem.

Infelizmente, como foi o caso no passado com os booms especulativos e as recessões , testemunhamos uma erosão dos padrões de responsabilidade e de ética, erosão esta que exacerbou a  crise financeira. Isto não terá sido universal, mas estas violações estenderam-se desde a base até ao nível de topo das grandes empresas.  Isto  não resultou apenas em significativas consequências de ordem financeira  mas também em danos para a confiança dos investidores, empresas e para o público quanto ao nosso  sistema financeiro.

Por exemplo, no  nosso trabalho de investigação verificámos , de acordo com uma medida de referência, que a percentagem  de mutuários que entraram em incumprimento com as  suas hipotecas em apenas uma questão de meses depois de contrair   um empréstimo quase dobrou a partir do Verão de 2006 para o final de 2007. Estes dados indicam que eles provavelmente obtiveram empréstimos sobre  hipotecas que nunca tiveram a capacidade ou a intenção de pagar. O que se escreveu  sobre os corretores de hipotecas  a  que foram pagos "prémios de rendimento crescentes" pelos credores para colocarem  os mutuários com de empréstimos de  maior custo para que eles obtenham  as taxas maiores, que frequentemente  nunca eram explicados  aos mutuários.                                                                                                                                                      

 

O nosso relatório mostra a crescente incidência da  fraude no mercado   de  hipotecas  que florescia num ambiente de colapso  quanto às normas nos créditos concedidos  e de uma  regulação frouxa. O número de casos  de actividades suspeitas, denúncias de possíveis crimes financeiros  liderados  por bancos de depósito e pelas suas  filiais relacionados   com  fraudes de hipotecas cresceu 20 vezes entre 1996 e 2005 e, em seguida, mais do que dobrou novamente entre 2005 e 2009. Um estudo calcula   as perdas resultantes de fraudes em empréstimos hipotecários feitos entre 2005 e 2007, no astronómico montante  de 112 milhares de milhões de dólares americanos.

Os credores, os mutuantes,  fizeram empréstimos que sabiam que os mutuários não podia pagar e que poderiam causar enormes perdas para os investidores em títulos hipotecários. Já em Setembro de 2004, os directores executivos da Countrywide reconheceram  que muitos dos empréstimos que eles tinham originado  poderiam resultar em "consequências catastróficas". Menos de um ano mais tarde, eles referiram que certos empréstimos de alto risco que eles estavam a fazer  poderiam resultar não apenas em execuções de hipotecas , mas também em "catástrofe  financeira  e de reputação" para a empresa. Mas eles não pararam.

E o nosso relatório mostra que as principais instituições financeiras da misturavam  sem qualquer resultado  empréstimos que estavam a comprar  para empacotar e vender aos investidores. Eles sabiam que uma percentagem  significativa  dos empréstimos incluídos na amostra não tinham  cumprido as normas  de concessão de empréstimos  quer as suas próprias normas  quer mesmo a dos agentes financeiros que originaram os créditos..No entanto, eles venderam os títulos aos investidores. A análise da Comissão sobre muitos dos  prospectos  dados aos  investidores mostra  que esta informação fundamental não era comunicada.


Estas conclusões devem ser vistas no contexto da natureza humana e da responsabilidade individual e social. Primeiro, entender  esta crise como  resultado de defeitos dos mortais  como a ganância e arrogância seria simplista. Foi a falha de não se ter em conta  as fraquezas humanas que é  relevante para esta crise.

Segundo, nós claramente consideramos   que a crise foi o resultado de erros humanos, de concepções erradas   e de crimes que resultaram em falhas sistémicas pelas quais o nosso país pagou bem caro.  Com   a leitura deste relatório ver-se-á  firmas  bem específicas e indivíduos  actuaram de modo  irresponsável . No entanto, uma crise desta grandeza, desta dimensão,   não pode ser apenas o trabalho de alguns maus autores  e não foi esse o caso aqui. Ao mesmo tempo, a amplitude desta crise não significa que "toda a gente  é culpada";  houve muitas firmas, houve muitos indivíduos que não  participaram nos  excessos que geraram este  desastre.

Consideramos como tendo uma responsabilidade  muito  especial  nesta crise os nosso dirigentes  públicos encarregados de proteger o nosso sistema financeiro, os nossos dirigentes afinal a quem  foram confiados a direcção dos nossos organismos reguladores  e ao mesmo nível consideramos também  os principais Directores ou Presidentes executivos de empresas cujas falhas nos levaram  à crise. Estes indivíduos procuraram e aceitaram posições de significativa responsabilidade e de significativas obrigações. Subiram ao topo, não importa e, neste caso, fomos nós que descemos.  Ninguém disse "não".

Mas como uma nação, devemos também aceitar a responsabilidade por aquilo que permitimos  que ocorressem. Colectivamente, mas certamente não por unanimidade,  nós  consentimos  ou abraçámos  um sistema, um conjunto de políticas e de acções  que deram  origem a nossa situação actual.


O nosso relatório descreve os EVENTOS  e  o sistema que impulsionou a nossa nação para a crise. A complexa maquinaria dos nossos mercados financeiros tem muitas engrenagens essenciais algumas das  quais desempenharam  um papel crucial no desenvolvimento assim como no aprofundado da crise .  Aqui apresentamos as nossas conclusões sobre as componentes específicas do sistema que nós acreditamos que contribuiu significativamente para o colapso financeiro.

Conclusão 7

 



publicado por Luis Moreira às 20:00
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Assassinos económicos - vale a pena lembrar - por Luis Moreira
Bateram à porta de muita gente, mas não era nada com a Europa.Agora chegou a nossa vez. Numa guerra sem quartel ao Euro que ameaçava fazer frente ao dólar nos pagamentos internacionais, "os assassínos económicos", agora com a máscara de "independentes" agências, colocam à beira da falência países como a Grécia e Portugal. A seguir outros virão se na UE não houver orgulho e coragem de fazer frente a este ataque especulativo nunca visto.
Portugal à beira da bancarrota! Estados Unidos estão perto de provar o próprio veneno, é provável uma situação de default (incumprimento) no próximo mês de Agosto.
Vejam este e os outros vídeos que podem aceder aí em baixo.


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Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 8/7/2011 por Luis Moreira

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011
Agências de lixo - Quem manda nelas? - por Luis Moreira

As Agências de Rating sempre que são chamadas a Tribunal por as suas opiniões não se concretizarem e, mesmo assim, prejudicarem gravemente povos e instituições e darem a ganhar rios de dinheiro aos especuladores, defendem-se com a 4ª Emenda, da Constituição Americana." Todos podem dar a sua opinião e não serem acusados por isso" ( mais ou menos assim).

 

É o que fazem as Agências de Rating Americanas, defendem-se dizendo que não passam de opiniões o que tornam publico acerca de determinado país. Mas o que é interessante é que, como vemos, todos vergam a cerviz. A União Europeia, que tem o Banco Central Europeu a analisar as contas dos países, todos os bancos centrais dos estados membros e outras instituições financeiras aceita como boas as opiniões das Agências de Rating. E nada faz para defender os países membros.

 

No caso da Troika que veio fazer o acordo a Portugal, composta pelo Banco Central Europeu e pelo Fundo Monetário Mundial, e que deixou um acordo assinado no pressuposto que tal acordo é suficiente para colocar Portugal no caminho certo, nada pode contra as agências. Num braço da balança as Agências, no outro o BCE e o FMI, e a balança cai para o lado das Agências!

 

Então para que serve o acordo da Troika? Sempre é verdade que o verdadeiro compromisso do FMI e BCE é mergulharem os países em recessão e os povos na pobreza? O que impede que a União Europeia tenha a sua própria agência? Porque funcionam as agência americanas em oligopólio e ninguem faz nada?

 

Quem manda nas agências de rating?

 

Agências de lixo empurram Portugal para a recessão!



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Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 7/7/2011 por Luis Moreira

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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
Educação : Voltar a saber Ler, Escrever e Contar - por Luis Moreira

Nuno Crato, quer acabar com a dispersão dos curriculus e concentrar a atenção dos professores e alunos no Português e na Matemática.

 

Voltar ao que é verdadeiramente importante. Ler, escrever e Contar!

 

Quem coloca as coisas desta forma tão simples e tão transparente, que até parece fácil, mostra ao que vem. Sabe o que quer . Já disse que a avaliação de professores é para mudar mas não é o mais importante, há assuntos muito mais importantes na Educação e que exigem prioridade absoluta. O fecho das escolas e a concentração em mega agrupamentos é outro dos assuntos a ter a atenção máxima do ministro.

 

A Associação de pais "congratula-se" que o ministro neste processo leve em conta não só o número de alunos por escola mas também o nível pedagógico. Isto é, as boas escolas não se fecham, como parece sensato.

 

Os municipios também estão de acordo que a medida seja devidamente ponderada :

 

A ANMP, recordou Alexandre Ganhão, "não é contra o encerramento de escolas onde isso se justifique, onde esteja fundamentado e constitua um benefício para a comunidade escolar, para as crianças e as respectivas famílias".

 

As autarquias argumentam que o fecho indiscriminado de escolas causa um aumento dos gastos em transportes dos alunos, além de que estas deslocações prejudicam o rendimento escolar.

 

Eu, por mim, fico reconfortado ao ver as escolas próximas das crianças e das famílias.

 

E, claro, não se fecham boas escolas, sejam elas amarelas, vermelhas ou azuis. Não se fecham, ponto!



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Terça-feira, 5 de Julho de 2011
O Mar - porque somos pobres - por Luis Moreira

Os Japoneses descobriram no fundo do Pacífico uma reserva gigantesca de terras - raras cheias de minérios essenciais para o desenvolvimento de novas tecnologias.

 

Agora veja as nossas preocupações em relação ao nosso mar:" Tiraram o mar à Defesa e a Marinha não gostou"!

 

Na nova orgânica do governo o Mar passou para o super Ministério da Agricultura e do Mar, julgava eu que com toda a razão. O Mar é da Marinha para a defesa militar e, é, de um ministério que tenha como objectivo desenvolver a exploração das suas riquezas. Ainda não vi a Marinha à pesca, nem a apanhar algas marinhas, nem vejo que os submarinos passem para o Ministério da Agricultura e do Mar.

 

Andamos há muitos anos a fazer trabalho de investigação para conseguir que as Nações Unidas nos reconheçam a propriedade da Zona Marítima próxima da Madeira e Açores e do Continente, o que seria a segunda maior Zona Marítima exclusiva do mundo logo a seguir à dos Estados Unidos.O que se tem encontrado no fundo do Mar, especialmente junto dos Açores, é potencialmente de uma grande riqueza, mas a verdade é que duvido muito que com a atenção que os vários governos têm devotado ao mar, alguma vez cheguemos a ter uma notícia destas, a não ser que alguém o explore por nós.

 

O saudoso Dr. Hernâni Lopes deixou muito trabalho feito no que ao Mar diz respeito, em estratégia e estudos muito sérios sobre os caminhos a trilhar, mas a prioridade nunca foi nenhuma. Discutimos TGVs,  Aeroportos e autoestradas, mas sobre o Mar o mais próximo que conseguimos foram os submarinos e abater a frota de pesca.

 

Canalizar para o Mar meios e reforçar a sua importância entre os objectivos nacionais, traria grandes vantagens para o país, em postos de trabalho, investigação, novas tecnologias e criação de riqueza, mas isso requer políticas de longo prazo, estratégia, e capacidade de manter um rumo com fortes convicções e, não, governar ao sabor dos lobbies ou de objectivos de curto prazo.

 

Enquanto os grandes desígnios nacionais não forem claramente definidos e serem, para cumprir, seja quem for que acidentalmente esteja no governo, seremos sempre pobres. Veja a tecnologia que se está desenvolver para a exploração do fundo dos oceanos, seguindo o link, aí em baixo.

 

Nós temos trabalhado com um submarino não tripulado, desenvolvido pelos Noruegueses, se não estou enganado, que nos tem dado a conhecer novas espécies piscícolas, descobrir as famosas "fumarolas" no fundo do mar, e ter consciência das enormes potencialidades económicas que jazem no fundo do mar à espera de quem chegar primeiro. Que se saiba temos uma "Unidade de Gestão" que trabalha no reconhecimento da Zona Económica Marítima com o intuito de obter a certificação junto das nações Unidas.

 

E, a mais longe não chegamos!

 

 



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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
Dia 4 de Julho - dia da independência dos Estados Unidos - por Marshall Brain - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Na sua autobiografia, Thomas Jefferson nos dá a sua interpretação sobre a história da Declaração da Independência. Pode encontrar um trecho aqui (site em inglês).

 

A maioria das pessoas sabe que a Declaração da Independência dos EUA foi assinada no dia 4 de julho de 1776. Mas de onde veio a declaração? E o que realmente foi assinado?

 

Thomas Jefferson
Imagem de domínio público
Thomas Jefferson

Uma das coisas mais interessantes que encontramos na narrativa de Thomas Jefferson é que a Declaração da Independência não foi o primeiro documento escrito. Em julho de 1774, ele escreveu um documento preliminar conhecido como "A Summary View of the Rights of British America" - Uma visão resumida dos direitos da América Britânica - [Fonte: Liberty Online - em inglês], que estabeleceu uma premissa fundamental: a de que a Grã-Bretanha não deveria ter autoridade sobre as colônias americanas. Isso ia além da idéia do "não aos impostos sem representação", e resume as crenças básicas de muitos colonos. Eles queriam se libertar das leis britânicas. O documento de Jefferson colocou essas crenças no papel pela primeira vez.

Logo depois, em 1776, Jefferson escreve:

 

"No Congresso, sexta-feira, 7 de junho de 1776 - os delegados da Virgínia, movidos em obediência às instruções de seus constituintes, afirmam que o Congresso deve declarar que essas colônias unificadas são Estados independentes, livres, e que estão absolvidas da obediência à coroa britânica, e que toda a conexão política entre eles e o estado da Grã-Bretanha é, e deve ser, totalmente dissolvida; que medidas devem ser imediatamente tomadas para obter a assistência de forças estrangeiras, e uma Confederação deve ser formada para reunir as colônias."

 

Por que as pessoas pensavam dessa forma? Uma das razões é um homem chamado John Locke, que escreveu sobre o papel do governo. O Segundo Tratado do Governo Civil de Locke contém muitas das idéias que culminaram na Declaração da Independência [Fonte: Universidade do Estado do Oregon - em inglês].

 

apresentando a declaração de independência ao Congresso
imagem de domínio público
Os cinco membros escolhidos para escrever a Declaração da Independência apresentando o documento ao Congresso

O Congresso criou um comitê, no dia 11 de junho de 1776, para escrever uma declaração oficial de independência. No comitê estavam John Adams, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, Robert Livingston e Roger Sherman. O comitê pediu a Jefferson para escrever a Declaração e ele trabalhou nela para criar um rascunho entre os dias 12 e 27 de junho. Esse documento foi lido para o Congresso no dia 28 de junho, e debates e revisões seguiram-se nos próximos dias. A declaração foi adotada pelo Congresso no dia 4 de julho de 1776. Versões impressas foram enviadas às colônias no dia 5 de julho. Uma versão em jornal foi impressa pela primeira vez em um jornal da Pensilvânia no dia 6 de julho. Ela foi lida aos membros do Exército de George Washington no dia 8 de julho.

 

Aquele foi um período maravilhoso e esse documento deu origem aos Estados Unidos da América.

 



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Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 4/7/2011 por Luis Moreira

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Domingo, 3 de Julho de 2011
Os jornais e as notícias que fazem o seu dia 3/7/2011 por Luis Moreira

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Sábado, 2 de Julho de 2011
Ensino : Nuno Crato quer mais exigência, mais autonomia, mais mérito! Quem poderá estar contra?

 Por Luis Moreira

 

Nuno Crato, fez-se notar na discussão do programa do governo pela forma serena mas firme como anunciou as linhas mestras da sua acção.

 

Mais exigência, mais mérito, mais autonomia e, reconheceu o papel fundamental da escola privada e o direito de escolha pelas famílias. Nada que surpreenda a quem se habituou a seguir o seu pensamento político no que à Educação diz respeito.

 

"O Ministério da Educação é uma máquina gigantesca que, em muitos aspectos, se julga dona da educação, Quero acabar com isso" disse, em coerência com o que escreveu há uns meses : pode-se implodir o ministério que na educação ninguém daria pela sua falta,  assim recentrando a escola no  sistema.

 

Nuno Crato disse ainda " a avaliação é um processo essencial a todos os níveis,"Estamos contra uma avaliação burocrática e pouco fiável que perturba as escolas e coloca em causa o seu funcionamento regular. A desburocratização da avaliação deve ir ao encontro da exigência e autonomia dos avaliados e dos avaliadores", defendeu o ministro da Educação. A corporação dos professores achava que a avaliação não era possível!!!

 

Ao circo organizado entre sindicatos e ministério, sucede agora o bom senso: aproveitar as estruturas escolares existentes em vez de construir onde já há escola; fazer concursos para contratar com escolas privadas ;  manter as boas escolas sejam elas estatais ou privadas e fechar ou melhorar as más: exigir um exame de entrada na actividade para os pretendentes a professor; acabar com os ridículos exames que espelham a ideologia de quem os concebe mas não a superação do aluno; progressão na carreira segundo a avaliação baseada no mérito; rankings de mérito entre as escolas; reestruturação dos currículos...                                                                                                                                                                                                      

Eis todo um programa que mudará tudo num sector que, apesar do investimento estar ao nível europeu, não consegue resultados.

 

Alguém tem razões válidas para estar contra?



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EDITORIAL
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António Gomes Marques

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