Domingo, 5 de Dezembro de 2010
Para Sempre, Tricinco ALLENDE E EU - autobiografia de Raúl Iturra - (18)
(Continuação)

Situado na fissura do Mar Morto entre dois barrancos profundos, em uma área onde atividades tectônicas são freqüentes e a precipitação média anual é muito baixa.

O meio ambiente atual é árduo e difícil para o cultivo; mas foi precisamente o clima árido e a inacessibilidade do local que contribuiu significativamente para preservação de estruturas e de materiais arqueológicos encontrados na região.

Nessa região há aproximadamente 330 dias de sol por ano e praticamente não há precipitações. O ar é tão seco e quente que a água das evaporações é seca imediatamente no ar, criando uma névoa e resultando em um cheiro de enxofre.

Qumran tornou-se célebre em 1947 com a descoberta de manuscritos antigos que ficaram conhecidos como os Manuscritos do Mar Morto.

Em 1947, os primeiros manuscritos foram encontrados em uma caverna às margens do Mar Morto por um jovem beduíno que cuidava de um rebanho de ovelhas. A notícia do achado espalhou-se rapidamente após a venda e aquisição dos primeiros manuscritos. De imediato a comunidade científica interessou-se pelo achado.

Essa Bíblia, denominada das confissões Cristã, são, de facto, base do texto Talmude Judaico , que tem sustento no texto interpretativo denominado Kabala ou Cabala do Alcorão Muçulmano e das várias interpretações da denominada Bíblia Cristã de várias confissões, referidas por mim no dito Prólogo e no texto, do livro citado, com partes do Prólogo citado quase in extenso nesta página deste texto, mas vou acrescentar esta outra parte dessa escrita: “Um dia, o hábito da Sexta-Feira às 5 da tarde, mudou, apenas por esse dia, para uma Sexta-feira de manhã. Tinha aparecido o comentador de Morgan, Marx, Malinowski, de seu nome Maurice Godelier. Director de Estudos da Maison des Sciences de l’Homme, essa casa fundada por Fernand Braudel. Tinha vivido durante três anos com os Baruya da Nova Guiné e trazia imensas ideias para debater, transferir e estruturar. Ideias que, anos depois, aparecem no seu livro La production des Grandes Hommes, de Fayard, 1982. Esse livro que nunca li, por o ter ouvido dia após dia, nos anos seguintes, na casa de Paris, na casa de Cambridge, na casa da Parede, em... até ao dia de hoje” Essa a nossa ligação começou quando Jack, que não tinha aprendido a paciência do seu Mestre Meyer Fortes, que até atirava livros à nossa cabeça ao entrarmos no seu Gabinete para pôr questões de trabalho, esse antigamente enraivecido Jack, hoje o calmo Sir que mora no sul da França, como não tinha tempo para atender ao Maurice e por estar Godelier longe das duas ideias, encomendou-me a mim tratar do seu convidado ao Seminário das Sestas, e disse: “Como parece que vocês se entendem muito bem, o Raúl leva o Maurice a almoçar e entendam-se entre vós, porque já estou farto de vos ouvir!” . Fomos almoçar tarde. O Seminário tinha sido complexo, a maior parte dos membros nunca tinha lido Karl Marx, ainda menos os textos de Maurice e não conseguiam entender o que ele dizia, nem, talvez, queriam, Era crentes evidente para todos, um exilado socialista, por causa de ser materialista na minha análise, ia ter boas relações com M. Godelier. E foi assim. Apenas que Maurice, nesses tempos, era muito informal, combinamos, enquanto folhávamos livros na Livraria Heffers de Cambridge, que devia aparecer na Maison de Sciences de l´Homme, num dia fixo. Lá estive eu, mas Maurice, cheio de outros assuntos, apareceu apenas....três dias depois. E fui para a sua casa, que passou a ser a minha, com Geneviève a sua mulher ainda viva, e os seus filhos Brigitte e Erik, a morarem em casas próprias, como deve ser.

E foi assim que a minha reentrada ao mundo europeu, o combate de ideologias, esse silêncio mantido em Vilatuxe, passou a ser uma voz pública na minha consciência e na fala dos outros.
Com estas ideias esclarecidas, queria passar ao próximo Capítulo. Com os meus agradecimentos ao Maurice que abriu, como Allende para mim, essas Grandes Alamedas para circular livremente como pessoa, sem temor nem, desconfiança. Com ânimo, serenidade e uma certa diligência no meus trabalhos e na minha vida.

Notas:

Retirado da página web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Qumran e do sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Manuscritos+do+Mar+Morto&btnG=Pesquisa+do+Google&meta=



O Talmude (em hebraico תלמוד, Talmud) é uma obra que compila discussões rabinas sobre leis judaicas, tradições, costumes, lendas e histórias. É um detalhamento e comentário das tradições judaicas a partir das leis compiladas por Moisés na Torá, em geral, e na Mishná, no detalhe.


O Mishná foi redigido pelos mestres chamados Tannaim ("Tanaítas"), termo que deriva da palavra hebraica que significa ensinar ou transmitir uma tradição. Os tanaítas viveram entre o século I e o III d.C. A primeira codificação é atribuída a Rabi Akivá (50–130), e uma segunda, a Rabi Meir (entre 130 e 160 d.C.), ambas as versões tendo sido escritas no actual idioma aramaico, ainda em uso no interior da Síria. Saber existente no meu conhecimento, mas, talvez sim, talvez não, nas ideias ou nos saberes do leitor. Achei por bem não apenas comentar, bem como citar a fonte para o leitor saber mais.. Para esse saber mais, pode visitar: http://pt.wikipedia.org/wiki/Talmude , página web, ou o sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Talmude&btnG=Pesquisar&meta=






Cabala (também Kabbalah, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala) é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (קבלה QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo. Citado no sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Cabala&btnG=Pesquisar&meta= , sítio no qual o leitor pode encontrar várias alternativas para o seu saber sobre as ideias que governam às culturas e orientam o comportamento individual. Um crente da Cabala, nunca seria socialista, muito embora Golda Meir o tiver sido, mas, ela não era pessoa de saber místico, era de saber do Talmude e de Ciência Política. Para saber de Golda Meir ou Meyerson, o leitor pode visitar a página web: http://en.wikipedia.org/wiki/Golda_Meir , ou o sítio net, onde deve encontrar várias alternativas sobre esta Primeira Ministra e fundadora do Estado de Israel, conhecida também por Golda Meier, em: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Golda+Meir&btnG=Pesquisar&meta= especialmente página web: http://en.wikipedia.org/wiki/Golda_Meir . Não é apenas por uma sobrevivente admiravel do holocausto ao que os judeus foram submetidos durante a segunda Grande Guerra do Século XX, ao fugir os seus preminitórios pais para os Estados Unidos da América, em Wisconsin, que abandonou ao casar e foi para a Palestina a um kibbutz . Deu-se bem com os judeus palestinianos e foi a principal negociadora em 1946 para fundar o Estado de Israel, ao se entender bem com os palestinianos. Desperta em mim uma imensa admiração essa a sua missão pacificadora, a sua arte de governar e de se entender com Yasser Arafat, cujo estado palestiniano foi invadido ao ser criado nas suas terras, o Estado de Israel. Era este tipo de actividade de ciência política que Allende tinha, mas sem poder para pacificar ao gigante que o matou, o Governo Nixon e colaboradores, narrado en outros capítulos deste texto. Yasser Arafat está referido no sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Yasser+Arafat&spell=1 , esse Prpemio Nóbel da Paz, que partilhou com Shimos Peres e Yitzhak Rabin em 1994, é referidoespecificamente na página web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yasser_Arafat e diz: Depois da guerra dos seis dias de 1967, Arafat e a Fatah passam a actuar a partir da Jordânia, lançando ataques terroristas em Israel a partir do outro lado da fronteira e regressando à Jordânia antes que os israelenses pudessem reagir.


Em 1968 a Fatah foi um alvo de um ataque israelense à vila jordana de Karameh, no qual 150 guerrilheiros palestinianos e 29 soldados israelenses foram mortos, sobretudo por forças armadas jordanianas. Apesar do falhanço no terreno, a batalha foi considerada pelos árabes como uma montra para a acção da Fatah porque os israelenses se retiraram e o perfil de Arafat e da Fatah cresceram. Nos finais da década de 1960 a Fatah passou a dominar a OLP e em 1969 Arafat foi nomeado presidente da OLP, substituindo Ahmed Shukairy, originalmente nomeado pela Liga Árabe.


Arafat tornou-se chefe do Estado Maior das Forças Revolucionárias Palestinianas dois anos mais tarde e em 1973 o líder político da OLP, ou Organização pela Libertação da Palestinia.


No seguimento da ambição da OLP em transformar a Jordânia num estado palestiniano (com o patrocínio da União Soviética), crescem neste tempo as tensões entre Palestinianos e o Governo da Jordânia, o que culminaria com o sequestro (e subsequente destruição) de quatro aviões pela OLP e na Guerra Civil Jordana de 1970-1971 (em particular com os eventos do Setembro Negro).


Neste conflito, a monarquia jordana, com a ajuda de Israel, derrotou a OLP e a Síria, que se preparava para invadir a Jordânia em apoio da OLP.Para saber mais e entender como foi reconhecido como Presidente dos Paletinianos e da Fundação da República Palestina, pode visitar a página web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yasser_Arafat Arafat tinha trás de si todo o que Allende não tinha: a Liga Árabe, o apoio Clinton, Presidente dos EUA e relações cordiáis com os seus invesores, o Estado de Israel, herdado das Relações com Golda Meir, que, apesar do que é dito, foram de reconhecimento da Autoridade Palestiniana no exilio. Para saber os ditos e não ditos, como no caso do Governo de Allende, o leitor avisado pode consultar o sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Yasser+Arafat+Rela%C3%A7%C3%B5es+Golda+Meir&btnG=Pesquisar&meta= Entre política genocida contra os membros da OLP e dizer que Arafat “era um Zé ninguèm”, a política mudou de rumo para passar a ser de reconhecimento, já referido, da Autoridade Palestiniana. Comentários meus, após leitura de jornais e saber pessoal. Allende teve a guerra, mas nunca a paz que Arafat conseguia manter com os seus invasores, como está referido no sítio net citado nesta nota de rodapé.










Alcorão é o texto Sagrado dos crentes muçulmanos de vários sítios da terra, orienta não apenas a vida em sociedade, bem como é a base do Direito Criminal e das penas inflictas aos transgessores do que está mandado fazer, ou das omissões do que deve ser realizado. Para saber mais, visitar o sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Alcor%C3%A3o&btnG=Pesquisar&meta= No entanto, é possível dizer que para os membros da Religião do Islão, este é um texto ditado pela Divinidade à Mohamed, Século VI da cronologia Cristã, e escrito pela sua filha Fátima. O Alcorão ou Corão (em árabe قُرْآن, al-qur’ān, "a recitação") é o livro sagrado do Islão. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e dois anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa declamar ou recitar; Alcorão é portanto uma "recitação" ou algo que deve ser recitado.


Os muçulmanos podem se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como Al-Karim ("o Nobre") ou Al-Azim ("o Magnífico"). Retirado não apenas do meu saber pessoal, mas dos textos citados na Enciclopédia Net: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcor%C3%A3o É-me impossível não acrescentar dois comentários: o primeiro, que a resistência que os soldados norte-americanos têm normalmente, os assassínios dos mesmos e a nunca reparada guerra do Iraque, advém da crênças muçulmanas Xiitas, Sunitas-Saddam Husseim-e Hadith do Iraque.Saddam é referido em: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Saddam+Hussein+Isl%C3%A3o&spell=1 Um segundo comentário, é que Allende nunca soube tirar proveito do apoio dos cristãos. Saddam Husseim pode ter pasado à História, mas não a sua adessão dos Sunitas, variante dos Xiitas na fé muçulmana. Allende, nada queria saber do que o povo acreditava, muito embora ter sido respeitador da fé cristã, que, bem sabia ele, o apoiava, excepto a força oficial católica, o Conselho de Bispos, por ser Allende Materialista Histórico. Penso que os Bispos estavam a confundir a agua com o azeite. O dever Pastoral tornou a ele ao ver que os declarados católicos da Ditadura, eram assassínios. Mas, acordaram muito tarde! Hoje em dia, é diferente, mas o comentário fica para mais em frente. Tornando ao Islão, é necessario acrescentar que: O islão (português europeu) ou islã (português brasileiro) (do árabe الإسلام, transl. al- islām) é uma religião monoteísta que surgiu na Península Arábica no século VII, baseada nos ensinamentos religiosos do profeta Maomé (Muhammad) e numa escritura sagrada, o Alcorão. A religião é conhecida ainda por islamismo. É possível comparar estas figuras históricas com o caso Allende, que o leitor deve pensar. Para pensar informado, pode visitar o sítio net: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=Saddam+Hussein+Isl%C3%A3o&spell=1 , que refere o que Allende nunca teve: ambição de riqueza e poder, que foi o fez dos Sunitas, uma perdição por causa de Saddam Hussein, ou a página web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A3o Normalmente, os cristãos não entendem este tipo de pensamento do Islão, ao pensar que a Bíblia é o centro do mundo quanto a fé e saber, condenando facilmente aos Sunitas, Xiitas e Hadithas, além das otras vertentes árabes muçulmanas. O problema reside, normalmente, no ansejo das riquezas Sunitas serem para eles. A ideologia religiosa, como previsto por Marx no seu texto O Capital, acaba onde começa a “quimera do ouro”, título de Sir Charles Chaplin, quem bem sabia interpretar a psicologia ocidental. Essa psicologia que, faz poucos dias, causou um debate com rixa, em Harvard, ao não entederem os Ocidentais os rituais muçulmanos, e que diz: Neil MacFarquhar em Cambridge, Massachusetts


“Uma pequena controvérsia a respeito de como a Universidade Harvard pratica a tolerância foi desencadeada por duas questões relativas às crenças muçulmanas - se a chamada para as orações deve soar em Harvard Yard (área gramada da universidade de cerca de 100 mil metros quadrados) e se as mulheres devem contar com um horário exclusivo no ginásio de esportes.


De acordo com os alunos da universidade, debates acalorados irromperam em salas de discussão dos dormitórios, e diversos artigos de opinião no jornal dos estudantes, "The Harvard Crimson", criticaram ambas as práticas.


"Creio que devido ao fato de Harvard ser um campus secular, há um temor por parte de alguns alunos de que crenças ou práticas religiosas possam ser impostas a pessoas que não querem ter nada a ver com essas tradições", diz Jessa Birdsall, uma aluna do segundo ano que diz acreditar que a universidade poderia acomodar as crenças de todos os estudantes”.... Texto completo em: http://www.espiritualidades.com.br/Not_2008/2008_03_25_estudantes_muc_harvard.htm






Na visão muçulmana, o islão surgiu desde a criação do homem, ou seja, desde Adão, sendo este o primeiro profeta dentre inúmeros outros, para diversos povos, sendo o último deles Maomé[1].


Cerca de duzentos anos após Maomé, o islão já se tinha difundido em todo o Médio Oriente, no Norte de África e na Península Ibérica, bem como na direcção da antiga Pérsia e Índia. Mais tarde, o Islão atingiu a Anatólia, os Balcãs e a África subsariana. Recentes movimentos migratórios de populações muçulmanas no sentido da Europa e do continente americano levaram ao aparecimento de comunidades muçulmanas nestes territórios[2].


A mensagem do islão caracteriza-se pela sua simplicidade: para atingir a salvação basta acreditar num único Deus, rezar cinco vezes por dia, submeter-se ao jejum anual no mês do Ramadão, pagar dádivas rituais e efectuar, se possível, uma peregrinação à cidade de Meca.


O islão é visto pelos seus aderentes como um modo de vida que inclui instruções que se relacionam com todos os aspectos da actividade humana, sejam eles políticos, sociais, financeiros, legais, militares ou interpessoais. A distinção ocidental entre o espiritual e temporal é, em teoria, alheia ao islão.






É um dos livros mais lidos e publicados no mundo, sendo que, não é vendido pelos muçulmanos e, sim, dado.






Retirado também do citado Prólogo, pagina 3, parte do 1ªparágrafo


retirado da página 11, parágrafo 1, primeiras linhas, do texto citado, que acaba com agradecimentos para duas pessoas, muito queridas por mim: E, em debate com os meus estudantes de pré - grau, este livro foi nascendo. E a eles é dedicado. Porque me têm ajudado a entender, com etnografia invocada por eles, como a economia deriva de religião. Especialmente as turmas do curso da noite do Departamento de Antropologia do ISCTE de 2000-2001, que me deram ideias, e as de 2001-2002, que me ajudaram a materializá-las. Dentro de este livro.


Há outros que quero mencionar. Isabel Maria Castelo-Branco, a minha discípula, capaz de organizar essa massa de folhas acumuladas em três anos de pesquisa e saber pôr títulos e ideias novas ao meu texto; e João Paulo Rebocho Pinto, pensador profundo, bom para debate. Ambos companheiros de comprida jornada do Verão de 2001, quando escrevi este texto, fixado por eles.” Retirado da pagina 14 do citado Prólogo, derradeiro parágrafo. João Paulo Pinto, como eu o denomino, fixou este texto, finalmente, uma fixação final, especialmente do Prólogo, já nós dois a trabalhar um Domingo 31 de Julho de 2002.João Paulo tem sido, após de ser discente, ele e a sua família, um grande amigo meu, e é uma felicidade para mim lembrar os seus trabalhos comigo neste texto. O livro foi editado e apareceu em Novembro do mesmo ano. Ainda era viva a Directora da Afrontamento, a minha amiga Marcela Torres, que deixou este mundo cedo demais, por causa de doença grave e rápida, essas que não perdoam nem um segundo de vida, um cancro. Uma Marcela Torres de feliz memória, sempre disponível para colaborar comigo. Publicou quatro dos meus vários livro da Editora Afrontamento do Porto.





publicado por Carlos Loures às 15:00
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