Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010
Para Sempre, Tricinco ALLENDE E EU - autobiografia de Raúl Iturra - (30)
(Continuação)

A Licenciatura em Antropologia foi criada, com a colaboração do Secretário de Estado para a Educação, Secretaria do Ensino Superior, Alberto Román Dias, quem esteve comigo na minha casa, com a sua mulher, colega na Cátedra e sempre colaboradores, Jill Dias . Não resisto intercalar no texto a notícia da nossa criação: a Licenciatura em Antropologia, diz respeito a história de criação do ISCTE. Criado a partir de um núcleo de docentes que em 1963 tinham fundado o Instituto de Estudos Sociais – IES – o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, ISCTE, foi instituído pelo Decreto-Lei n.º 522/72, de 15 de Dezembro, fundado no quadro de uma inovação universitária pretendida pela "reforma Veiga Simão".

O ISCTE, na sua génese, perspectivava-se como a primeira unidade de uma nova universidade em Lisboa. Por circunstâncias conjunturais, especialmente advindas da situação política e social despontada no 25 de Abril de 1974, o ISCTE, viria a manter-se durante largos 15 anos na directa dependência da direcção-geral do Ensino Superior do então designado Ministério da Educação Nacional. Mais, tentava-se introduzir o ISCTE dentro de uma Universidade de Lisboa, para passar, em 1974, a depender da Universidade Técnica, até adquirir autonomia em 1983 . Era esta uma criação como a que foi feita no Chile de ontem, com Allende, ao se ré- estruturar Universidades, Indústrias, a produção e outras actividades referidas em Capítulos anteriores. Em Portugal, a situação era apenas semelhante na ré construção do que a ditadura tinha destruído. Desde 1983 foi-lhe concedida a capacidade de viabilizar doutoramentos, através do Decreto-Lei n.º 167/1983, de 25 de Abril.


Com a publicação da Lei n.º 108/1988, de 24 de Setembro (Autonomia das Universidades), ela própria apoiada na Lei n.º 46/1986, de 14 de Outubro (Lei de Bases do Sistema Educativo) e na Constituição da República, o ISCTE recebeu a consagração de "Instituto Universitário não Integrado". Pelo Despacho Normativo n.º 11/1990 o Ministro da Educação aprova os seus estatutos, que foram publicados no Diário da República, Série I, n.º 32, de 7 de Fevereiro de 1990, declarando o ISCTE, desta vez: Escola Universitária não Integrada, com plena autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira. Eis o motivo que os docentes mais antigos do ISCTE, o denominam Escola, até o dia de hoje.A partir destes Estatutos o ISCTE passou a ter competência autónoma, por exemplo, para conferir todos os graus académicos (licenciatura, mestrado, doutoramento, doutoramento honoris causa), bem como agregações.

Nesse mesmo ano, a Secretaria de Estado do Ensino Superior faz um contrato com o ISCTE, um pré - acordo para encetar um contrato programa, por considerar esta unidade universitária com os parâmetros adequados para levar a efeito o que então se considerava um projecto-piloto para as Universidades (os contratos-programas).

Em 1997, o ISCTE integra a Fundação das Universidades Portuguesas e pertence actualmente a várias associações universitárias, como a Columbus, a Associação das Universidades de Língua Portuguesa, a European Academy of Business in Society, etc.
Os novos Estatutos do ISCTE, aprovados pelo Ministro e publicados pelo Despacho Normativo n.º 37/2000, no Diário da República, Série I-B, n.º 205, de 5 de Setembro de 2000, prefiguram o quadro organizacional do ISCTE como universidade.
Em 2005, por alteração do Decreto-lei nº 283/1993, o ISCTE passa a integrar o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

Aliás, é preciso introduzir mais um dado para entender a criação do Departamento de Antropologia, apenas nos anos 90, essa Licenciatura de1983 As três primeiras licenciaturas criadas no ISCTE prefiguram exactamente esta determinação: Organização e Gestão de Empresas (1972/73), Economia (criada em 1970, fechada a seguir e reaberta apenas em 1994/95) e Ciências do Trabalho, renomeada Sociologia em 1975/76. São principalmente as duas licenciaturas Organização e Gestão de Empresas - OGE e Sociologia – SOC-, (até ao 25 de Abril de 1974, por motivos de imposição política, de forma eufémica denominada Ciências do Trabalho) que sedimentam a primeira fase de crescimento do ISCTE e é no desenvolvimento lógico desta matriz - ciências de gestão e sociais - aproveitando sinergias de um sistema em rede, que esta instituição chega às actuais 15 licenciaturas que, hoje, disponibiliza aos candidatos ao sistema de ensino universitário público.

O desenvolvimento da matriz em ciências de gestão potência, e requer mesmo, a criação das licenciaturas de Informática e Gestão de Empresas, Gestão e Engenharia Industrial, Gestão de Recursos Humanos. Por sua vez, o desenvolvimento da matriz em ciências sociais, tendo por base o curso de Sociologia, vai sedimentar esse domínio, com a criação das licenciaturas de Antropologia, Sociologia e Planeamento, Psicologia Social e das Organizações. No resultado da dinâmica derivada destes cursos que formam uma rede à roda das duas matrizes nucleares iniciais - ciências de gestão e ciências sociais - ganham uma autonomia própria as licenciaturas de Finanças e de Marketing (a iniciar em 2001/2002), Economia e História Moderna e Contemporânea.

A qualidade e modernização das duas matrizes nucleares iniciais levam a englobar e desenvolver, nos conteúdos dos programas dos seus cursos, formação específica na área das novas tecnologias da informação e da comunicação; por outro lado, o incremento envolvente em todos os domínios científicos e escolares de capacidades e competências próprias para responder à Sociedade da Informação e do Conhecimento, fundamentam o surgimento do terceiro domínio: o domínio das ciências tecnológicas.

É no interface das ciências de gestão, com o curso de Informática e Gestão de Empresas e das Ciências Sociais (com um forte vector em desenvolvimento tecnológico e preocupação nas problemáticas do espaço e território) que se prefigura esse terceiro vector, hoje estrutural no âmbito das actividades do ISCTE, - as ciências tecnológicas. Ele explicita-se em licenciaturas como Engenharia de Telecomunicações e Informática e como o de Arquitectura (esta preparada por mestrados em Desenho Urbano).


Adérito Sedas Nunes e equipa, tiveram que lutar muito, para organizar o GIS e o ISCTE. Vou destroçar o texto, com uma anedota, que revela, a partir de uma fonte paralela, o difícil que era a ciência social ensinada e praticada no regime corporativo: lembro o dia de 1985, no qual o meu amigo, o Professor Doutor Manuel Viegas Guerreiro , contava-me que não tinha sido possível fazer muita pesquisa em campo, por causa do corporativismo e que era necessário disfarçar as pesquisas como de geografia, literatura ou outras ciências, excepto ciências sociais, causa pela qual Adérito Sedas Nunes devia criar entidades com nomes que não escondiam a realidade da pesquisa e do ensino. Manuel, quem falecera nos anos 90 do Século XX, exibira-me o legado do seu Leite, como ele o denominava a Leite de Vasconcelos, quem tinha feito trabalho de campo por correspondência, não por causa dor corporativismo, que ainda não existia, mas por ser mais confortável! enviando cartas a todos os professores de escolas do país . Herdei do Professor Leite, como tem sido referido em outro texto, parte do seu espólio sobre os jogos, que estão ainda comigo, entregues a mim pelo Manuel Viegas, com o qual também fundamos os Estudos Gerais Livres, na Rua das Janelas Verdes, inaugurada pelo, em esse tempo, Presidente da República Mário Soares e o seu velho professor primário, Agostinho da Silva . Destroço do texto, para tornar ao texto central e tentar corrigir informações de quem ainda não sabe bem a história da nossa instituição. E é quando foi a licenciatura criada, referido mais acima, e quando o Departamento. A Licenciatura passou a Departamento apenas em 1990. Como Licenciatura em Antropologia Social do ISCTE foi criada em 1983, já referido. Como Departamento, em 1990.

O Departamento de Antropologia, que conta actualmente com 19 docentes a tempo inteiro (17 professores e 2 assistentes), é um departamento de referência no contexto nacional, com uma invejável projecção internacional. Esta projecção decorre da ligação dos seus docentes a universidades de prestígio, europeias, africanas, da América Latina e dos Estados Unidos. O Departamento de Antropologia do ISCTE conta com um corpo docente versado em diferentes áreas de especialização e envolvido em projectos internacionais de investigação e de docência. Ele está, por isso, apetrechado para um modelo de ensino universitário europeu de que são indicadores os currículos da Licenciatura e dos Mestrados, com início no próximo ano lectivo. Esses currículos decorrem de trabalhos de longo curso em diferentes terrenos etnográficos, articulando um olhar contemporâneo, elaborado e necessariamente complexo, e a solidez da história da disciplina.

É, todavia, numa Antropologia consciente tanto da necessidade de rigor científico quanto das exigências de humanismo e de reconhecimento de iguais direitos de cidadania que o Departamento oferece um dos seus melhores contributos para o ensino das Ciências Socais em Portugal.
E é neste entendimento que desejo as boas vindas aos novos estudantes e um bom regresso aos que voltam a casa, num itinerário comum de conhecimento e de cidadania.


Notas:
Jill Dias era para estar connosco no novo Departamento, mas havia tantas solicitações que iam aparecendo, que foi impossível a convidar ao ISCTE. No entanto, continuamos sempre muito amigos de casa. Nunca esqueço o dia em que eu estava na casa da minha irmã e família no Chile, já democrata havia 7 anos, em 1997, quando ela me telefonara para me cumprimentar desde Portugal e solicitar se eu podia integrar um júri de doutoramento do seu Departamento. Falávamos sempre em inglês e eu respondi: “Dear Jill, of course! You can always count on me for whatever reasons you need or deserve” e acrescentei: “Como é que sabe o meu telefone do Chile?”, a sua resposta foi rápida e simples: perguntei na Secretaria de José Mariano Gago!. Esse Ministro que eu esperava para assinar a papelada para um Convénio Luso-Chileno, já referido antes. Jill Dias está referida no sítio Net: http://iscte.pt/departamento/2/1.jsp e no sítio web da net: www.unl.pt/guia/2007/fcsh/uc/uc-90220 - 12k por ter feito pesquisa e trabalho de campo em Angola, África parte da África Portuguesa. A sua obra é referida em: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=+Universidade+Nova+de+Lisboa+Jill+Dias+Publica%C3%A7%C3%B5es&btnG=Pesquisar&meta= entre os quais é mencionado um dos seus textos, em colaboração com Valentim Alexandre, como coordinadores:1998 O Império Africano 1825-1890, Lisboa: Editorial Estampa. As publicações da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova, estão referidas a página web: http://www.socinovamigration.org/acess/conteudos.asp?IDCONT=602 , como publicações de SOCINOVA ou Gabinete de Investigação em Sociologia Aplicada, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa: http://socinova.fcsh.unl.pt/
Retirado do texto Resenha Histórica do ISCTE, Portal ISCTE, página web: http://iscte.pt/historia.jsp
Informação retirada de: http://iscte.pt/historia.jsp a maior parte deste trabalho foi feita na Presidência do CC, pelo Professor João Ferreira de Almeida, Presidente do ISCTE a partir do 1 de Abril de 1992. Ainda lembro essas lutas e de ter quase “massacrado” ao Professor Ferreira de Almeida, ao ler mal o Decreto e fixar a minha ideia apenas no parágrafo “de escola universitária não integrada”. Foi ele próprio que me fizera ler que éramos a 13ª Universidade Pública de Portugal. Ficamos aliviados, ele, porque tinha lutado imenso pelo caso , eu, por entender bem o que éramos. Sempre estamos a aprender!, especialmente ao viver numa cultura diferente da nossa, e que aprendemos apenas em quanto o tempo passa! A minha sorte era que JFA tinha muita paciência e eu, serenidade, uma boa combinação para o trabalho em conjunto!
Manuel Viegas Guerreiro, falecido a 1 de Maio de 1997, tem um memorial na net,, como: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/1998-65/65_02.pdf , onde é narrada a fundação dos Estudos Gerais Livres e as suas publicações, que passo a citar: Na área principal da sua formação, a Etnografia e a Antropologia, publicou - para além da Etnografia Portuguesa, que é, como atrás fica dito, em parte escrita por ele, a partir dos apontamentos de Leite de Vasconcelos, de quem também reeditou com uma apresentação desenvolvida Tradições Populares de Portugal - o volume Sabedoria, Linguagem, Literatura e Jogos, de 1966, que faz parte da obra colectiva Os Macondes de Moçambique, e ainda Bochimanes !khu de Angola, de 1968, e também Pitões das Júnias. Esboço de Monografia Etnográfica, de 1981, e, em colaboração com Diogo de Abreu e Francisco Melo Ferreira, Unhais da Serra. Notas Geográficas, Históricas e Etnográficas, de 1982. Saliente-se a edição póstuma da obra Povo, Povos e Culturas (Portugal, Angola e Moçambique), de 1997, na qual se coligem artigos e colaborações diversas. Referido em: http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/mvguerreiro.html

José Leite de Vasconcelos é referido em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Leite_de_Vasconcelos#Biografia, sítio que diz: Desde menino Leite de Vasconcelos era atento ao ambiente em que vivia e anotava em pequenos cadernos tudo que lhe chamava a atenção. Aos dezoito anos foi para o Porto continuar seus estudos, licenciado-se em Ciências Naturais (1881) e, em 1886, em Medicina, na Escola Médico-Cirúrgica. Todavia só exerceu o novo ofício por um ano, em 1887, no Cadaval.
Sua tese de licenciatura, Evolução da linguagem (1886), já demonstrava seu grande interesse pelas letras, que por fim viriam a ocupar toda sua longa vida. As ciências exactas deixaram-lhe o estilo investigativo rigoroso e exaustivo, seja na filologia, seja na arqueologia ou na etnografia, disciplinas em que mais tarde tornar-se-ia uma referência.
Fundou a Revista Lusitana em 1889, o Arqueólogo Português em 1895 e o Museu Etnológico de Belém em 1893.
Doutorou-se na Universidade de Paris, com Esquisse d'une dialectologie portugaise (1901), o primeiro importante compêndio da diatopia do português (depois continuado e melhorado por Manuel de Paiva Boléo e Luís Lindley Cintra). Foi também pioneiro no estudo da onomástica portuguesa com a obra Antroponímia Portuguesa.
Tendo leccionado Numismática e Filologia Portuguesa na Biblioteca Nacional, onde era conservador desde 1887, chegou a professor do ensino superior em 1911, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Faleceu aos 82 anos, deixando em testamento ao Museu Nacional de Arquelogia, parte do seu espólio científico e literário, incluindo uma biblioteca com cerca de oito mil títulos, para além de manuscritos, correspondência, gravuras e fotografias. Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leite_de_Vasconcelos#Biografia . Acrescento ainda: José Leite de Vasconcelos Cardoso Pereira de Melo (Ucanha, 7 de julho de 1858 — Lisboa, 17 de maio de 1941) foi um linguista, filólogo e etnógrafo português.Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leite_de_Vasconcelos


Referido em: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/1998-65/65_02.pdf . Diz no texto net: Filólogo de formação mas mais conhecido como filósofo, Agostinho da Silva nasceu no Porto em 1906 e faleceu em Lisboa em 1994. A sua vida e Obra são um dos casos mais interessantes da cultura portuguesa contemporânea, ao sintetizarem simultaneamente aspectos contraditórios da cultura portuguesa e interagirem de forma original com os contextos históricos variados que conheceu. Estes podem ser agrupados em três, para melhor apresentar de forma breve o pensamento do autor: o contexto de formação, o contexto de maturidade e o contexto de celebridade mediática. Para saber mais, visitar: http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/agostinhodasilva.html

Retirado da página web: http://iscte.pt/departamento/index.jsp?dep=2 bem como da página web: http://iscte.pt/departamento/2/1.jsp , texto assinado pela minha sucessora no cargo de Presidente do Departamento, Professora Doutora Rosa Maria Perez, eleita por unanimidade. As minhas recorrentes presidências do Departamento, que causaram estragos na minha vida física, e, bem espero, não venham causar na vida da nossa actual Presidente. Ser Presidente de Departamento, não é euforia, é um cargo pesado: reuniões sem fim, presidir os órgãos da estrutura departamental, dar aulas, escrever livros....enfim, uma escravidão!

(Continua)


publicado por Carlos Loures às 15:00
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