Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
OS HERÓIS DO CHILE - por Raul Iturra

Prof Doutor Raul Iturra

 

 

Chile Jura a Independência a 12 de Fevereiro de 1818

 

http://www.youtube.com/watch?v=ddkqqTjN0nE&feature=related

Primeira Versão, 1919, com música do Hino Argentino e letra do Chileno-Argentino Bernardo Vera e Pintado, a pedido do Director SupremoBernardo O'Higgins

Versão definitiva 1828

Terceira versão

O Hino Nacional do Chile tem letra de Eusebio Lillo, Bernardo de Vera y Pintado e música de Ramón Carnicer.

 

 

 

 

 

 

 

OS HERÓIS DO CHILE

Escrevia ontem sobre as cantineiras ou companheiras, que acompanham aos soldados a guerra, lutam como os seus colegas de armas e recebem um estipêndio do exército pelo qual lutam, neste caso, o do Chile. Escrevia também sobre as Damas da Aristocracia que lutavam pela causa da Pátria, como Paula Jaraquemada e Javiera Carrera, as mais conhecidas, salientadas e honradas por serem da aristocracia.

No caso dos varões, acontecia de forma semelhante. A guerra era para os homens, diz o ditado, apesar de haver mulheres nas escaramuças. Mas os que lutavam sem medo, eram os jornaleiros chilenos convertidos em soldados, enquanto os patrões faziam política no país, ou organizavam a guerra desde o Congresso ou desde a sede dos seus partidos políticos. Em tempos, pensei que os senhores da terra ficavam nas suas fazendas e os inquilinos, que tenho definido como metáfora de escravos que trabalham, se pago em dinheiros, mas sim em terras trabalhadas pela sua família, da que, no entanto, deviam entregar parte ao proprietário eminente - era terra entregue em usufruto.

A guerra era dura, mas aliviava da miséria rural de ser um sem terra dentro de um país rural, com um PIB baseado nas exportações.

O tratamento dado aos inquilinos, como apreciei antes de ser expulso das terras da minha família por ser socialista materialista histórico, era ignóbil. Pensei que os escritos de Grachus Babeuff de 1785 sobre o manifesto dos plebeus, e o de Silvain Marèchal, 1795, sobre a Igualdade, além da revolução francesa, tinham libertado aos servos. Enganado estava eu, e continuo enganado por causa da teoria neoliberal que nos governa. Textos e factos que inspiraram o Manifesto Comunista de Kar Marx, Johana von Westphalen, a sua mulher, e palavras de Friedrich Engels, o terror, também, dos burgueses actuais.

Ideias que influenciaram aos heróis do Chile, os de Babeuf e Marèchal. O de Marx ainda não existia, pelo que a educação de José Miguel Carrera de quem falei latamente no meu ensaio o meu texto sobre as mulheres heroínas, as de Bernardo O´Higgins, José de San Martín, foram diferentes e Simón Bolívar, que coincidiram em Europa para completar a sua educação en épocas diferentes foi mais influenciada pelas ideias libertárias de Benjamim Franklin e o Conde Republicano, venezuelano e em exílio em Paris Francisco de Miranda. Foi uma feliz casualidade estarem juntos maestros e discípulos, os primeiros, após ganhar guerras de independência, os segundos, a aprender como realizar o seu sono de libertar as colónias espanholas de domínios estrangeiros. Também, as causa que serviam e os países em que estavam, apenas permitiu que O´Higgins (Chillán, 20 de Agosto de 1778 – Lima, 24 de Outubro de 1842) fora discípulo de Benjamim Franklin, enquanto José de San Martín ( (Yapeyú, 25 de Fevereiro de 1778 - Boulogne-sur-Mer, 17 de Agosto de 1850) e Simón Bolívar, (24 de Julho de 178317 de Dezembro de 1830), aprenderam deles. Carrera era oficial da monarquia espanhola, mas, ao tornar ao Chie e pela influência da sua irmã Javiera, em 1811 não apenas era patriota pró Chile, bem como queria o mando, que tomou após um golpe palaciano e acabou em 1814, com a reconquista dos espanhóis que já tinham Monarca espanhol, porém, proprietário das colónias que quis recuperar, mas não conseguiu. A Batalha de Chacabuco foi uma batalha decisiva da independência do Chile, na qual combateram o exército dos andes e o exército espanhol. Ocorreu em 12 de Fevereiro de 1817 na fazenda de Chacabuco, redondezas de Santiago Fonte: Documento de Bartolomé Mitre detalhando a batalha. Pode ser acedido em: http://www.crucedelosandes.com.ar/batalla_chacabuco.asp

 

 

Todos os heróis das guerras coloniais contra o Império Espanhol, foram lideradas e ganhas por militares treinados em factos da guerra. No entanto, sempre é referido Bernardo O’Higgins, como o Libertador e o Pai da Pátria. No dia do Cabido Aberto, convocado pelo Governados do Chile, en nome do rei da Espanha, um proprietário terratenente de Chillán, apresenta-se e oferece os seus serviços como pessoa, os seus bens e boa disposição para colaborar na libertação do Chile da coroa espanhola. Era filho de um irlandês nacionalizado espanhol pelo monarca Fernando VII, por causa da sua inteligência, habilidade para os negócios e a sua excelente forma de Administrar os bens, o que era importante para a coroa. Foi nomeado Governador de Conceição e, a seguir, Vice-rei da Espanha, sedeado em Lima. O problema era, como diz Jaime Eyzaguirre no seu livro de (1982) 1995 a 11ª edição, O’Higgins, editado pela Editora Zig-Zag, ( meu livro de cabeceira), que tinha namorado a, como diz a acta de nascimento do Pai da Pátria que tenho lido no Museu O’Higiniano de Talca, bem como fotocopiado, que diz: Don Pedro Pablo de la Carrera, Cura y Vicario de la villa y doctrina de San Agustín de Talca, certifico, y doy fe la necesaria en derecho, que el día veinte del mes de enero de mil setecientos ochenta y tres años, en la iglesia parroquial de esta villa de Talca, puse óleo y crisma, y bauticé sub conditione, a un niño llamado Bernardo Higins, que nació en el Obispado de la Concepción, el día veinte del mes de agosto de mil setecientos setenta y ocho años, hijo natural del Mariscal de Campo General de este Reino de Chile y Coronel de los reales ejércitos de S. M.ª, don Ambrósio Higins, soltero, y de una señora principal de aquel Obispado, también soltera, que por su crédito no ha expresado aquí su nombre. El cual niño Bernardo O’Higins está a cargo de don Juan de Albano Pereira, vecino de esta villa de Talca, quien me expresa habérselo remitido su padre, el referido don Ambrósio Higgins, para que cuide de su crianza, educación y doctrina correspondiente, como consta de su carta, que para este fin le tiene escrita, y existe en su poder, bajo de su firma, encargándole asimismo que ordene estos asuntos de modo que en cualquier tiempo pueda constar ser su hijo. Y lo bauticé sub conditione por no haberse podido averiguar si estaría bautizado cuando lo trajeron; o si sabría bautizar el que lo bautizaría, ni quienes serían sus padrinos de agua, para poder tomar razón de ellos si estaría bien bautizado. Padrinos de óleo y crisma, y de este bautismo condicionado fueron el mismo don Juan Albano Pereira, que lo tiene a su cargo, y su esposa doña Bartolina de la Cruz, y para que conste di ésta en estos términos, de pedimento verbal de el referido don Juan de Albano Pereira, en esta villa de Talca, a veinte y tres de enero de mil setecientos ochenta y tres, y lo anoté en este libro para que sirva de partida, de que doy fe. Don Pedro Pablo de la Carrera

 

Bernardo Higins, español

 

O filho nunca viu ao seu pai, criado pela família portuguesa de Albano Pereira, até o seu pai, já vice-rei, o enviara a ser educado a Londres, Paris e Cádiz. No seu testamento deixou grande parte dos seus bens os seus sobrinhos Carlos y Thomas O´Higgins, aos que tinha trazido ao Peru; a Bernardo, ainda nuca reconhecido como o seu filho, deixou-lhe um estipêndio mensal, a educação na Europa e as suas propriedades no Chile.

Quem aparece no cabido foi Bernardo O´Higgins Riquelme, por causa de reconhecimento testamentário, proprietário e latifundiário da Haciena Las canteras, de Chillán. Morava na sua hacienda com a sua mãe e a sua irmã Rosa, quem, após a viuvez de Isabel Riquelme, mãe, Isabel Riquelme Meza a quem conhecera desde a infância, por causa de morarem todos juntos na casa dos avós maternos. Ambrósio O´Higins prometeu matrimónio a Isabel Riquelme, mas não podiam casar porque a coroa proibia aos seus representantes espanhóis casar com criollos. Foi assim que não houve mágoa pelo nascimento de um filho sem pai legal e sacramental, especialmente por ser o Ambrósio O’Higgins, Intendente de Concepción e Governador do Chile. O pai de Isabel tinha o seu cargo político como membro do Cabido do Chillán, pelo que foi necessário ocultar o nascimento do neto. Não se sabe exactamente o lugar em que nasceu, mas todo indica que o parto aconteceu na hacienda do seu avô materno, na actual Comuna de Pemuco. Morou na casa da mãe até os quatro anos. Por ordem do pai, foi criado na Haciendo Quepo, dos portugueses Albano Pereira, Conde do Maule, até ser transferido para a escola de Naturais em Chillán, criada especialmente para educar filhos se pai reconhecidos, e mais tarde, o envia a Europa para completar a sua educação. Aos 11 anos é trasladado ao Colégio do Príncipe (Real Convictorio de San Carlos) em Lima. A seguir, viaja a Europa, primeiro a Cádiz onde residiu en varias ocasiones na casa do primeiro conde de Maule, a seguir a Londres, onde estudou en el colégio de Richmond. A sua vida en Europa, como relata nas suas cartas, foi sofrida, onde quase faleceu por ser atacado pela febre-amarela, em Sanlúcar de Barrameda. O conde do Maule foi, talvez, a única pessoa em dar-lhe acolhimento.,[3: acolhimento. Mas, a pedido do seu pai, foi lançado a rua], após da sua destituição como Vice-rei e por se ter descoberto, pela coroa espanhola, a sua amizade com o revolucionário venezuelano, o Conde Francisco de Miranda en Londres, idealista e independentista, quem lhe ensina o caminho para a emancipação da América Espanhola. Não vê a sua mãe desde os quatro anos, até a sua volta ao Chile em 1808, já viúva e toma conta dela e da sua irmã Rosa.

Isabel Riquelme permaneceu baixo o tecto paterno, Ambrósio continua com a sua carreira, que o levaria a ocupar o cargo de Vice-rei do Peru. Mais tarde, Isabel casou com Félix Rodríguez Rojas (1780), dando vida a sua filha Rosa Rodríguez, quem, na época da Independência adoptara o apelido do seu meio irmão Bernardo. Isabel enviuvou em 1782. Uma terceira filha, baptizada com o nome de Nieves, viria ao mundo ao mundo em 1793, fruto da sua união com com Manuel de Puga y Figueroa. Fonte: Historia de Chile: Biografías. María Isabel Riquelme y Meza: ¿-?-1839 La madre del Libertador.

 

 

 

 

O resto da história, é conhecido, quer pelo meu ensaio anterior sobre as heroínas do Chile, quer pelo citado livro de Jaime Eyzaguirre, citado antes. Os heróis também têm vida privada e pesada. Quer San Martín, quer O’Higgins, quer ainda Bolívar, faleceram em desterro. O´Higgins foi ao Peru, teve filhos de quechua, pelo que os O´Higgins de hoje são pretos. Salvaram e libertaram as suas Pátrias, mas tiveram o que se denomina o pago do Chile: O Director Supremo, título do Presidente do Chile nesses tempos, reparou que o Congresso e a classe política do Chile não estavam contentes com o seu comportamento político, como narro no ensaio As Heroínas do Chile, Aventar, em fila de espera. Tornou ao Chile já falecido em 1869. A Outubro de 1842, el Congreso Nacional de Chile reconhece-lhe o direito a gozar dos seus ordenados, o que abre uma porta para tornar ao país, sem mãe, falecida em 1839. Trás dirigir-se ao Porto do Callao para embarcar-se ao Chile, el 28 de septiembre de 1842, sentiu-se desfalecer. O médico doutor Young, quem o assistia, ordena o seu traslado a Lima, a seguir um novo ataque experimentado el 3 de Outubro. À 12.30 do 24 de Outubro de 1842, com de 64 años, falece Bernardo O'Higgins na cidade de Lima, produto dum problema cardíaco, mas antes de falecer, na sua agonia, ouve-se a palavra: Magallanes.(a forma castelhana - chilena de prenunciar ao descobridor do estreito que junta o Pacífico com o Atlântico: Fernão de Magalhães

Os seus restos foram sepultados en solo peruano, graças a caridade da sua vizinhança e repatriados en 1869, contradizendo os seus expressos desejos de ser sepultado na cidade de Concepción. Por largo tempo permaneceram num sarcófago de mármore de Carrara no Cementerio General de Santiago, até que a 20 de Agosto de 1979 a urna foi trasladada, por ordem de Augusto Pinochet ao Altar de la Patria, a la entrada de la Avenida Bulnes, em frente ao Palácio de La Moneda.

Os heróis jogam a sua vida para libertar os seus países de invasores, mas também têm vida própria e os seus esforços recebem o pago do Chile o mais profundo desapreço por lutas de poder

Como José de San Martin:1778 - 1850

Herói de movimentos por independência sul-americano, tal qual Simón Bolívar, nascido em Yapeyú, no vice-reino do Prata, depois cidade de San Martín, província de Corrientes, Argentina, conhecido como o Herói dos Andes, libertador do Chile e do Peru do domínio espanhol. Filho de Juan de San Martín, oficial do Exército espanhol, foi com a família para a Espanha (1784) e estudou no Seminário de Nobres de Madri e iniciou a carreira militar como cadete no regimento de infantaria de Murcia (1789) até alcançar por mérito e façanhas militares, os postos de capitão (1804) e de tenente-coronel de cavalaria (1808).

Com ajuda do governo chileno, organizou uma frota que, sob o comando do almirante escocês Thomas Cochrane, partiu de Valparaíso e desembarcou em Pisco (1820), marchou por terra até Lima, entrou em Lima e proclamou a independência em 28 de Julho (1821) e assumiu o governo com o cargo de protector. No ano seguinte encontrou-se com Simon Bolívar em Guayaquil (1822), na volta à Lima, doente e decepcionado com a crescente oposição a seu governo, renunciou ao cargo de protetor e partiu em exílio voluntário (1824) para a Europa e fixou-se em Bruxelas. Depois de uma curta viagem à América (1828), instalou-se na França e viveu primeiro em Paris e depois em Boulogne-sur-Mer, onde morreu.

Ou Simón Bolívar:Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios (24 de julho de 178317 de dezembro de 1830), comumente conhecido como Simón Bolívar (Pronúncia espanhola: [siˈmon boˈliβar], AFI) ou Simão Bolívar, foi um militar e líder políticovenezuelano. Junto a José de San Martín, foi uma das peças chaves nas guerras de independência da América Espanhola do Império Espanhol.

Após o triunfo da Monarquia Espanhola, Bolívar participou da fundação da primeira união de nações independentes na América Latina, nomeada Grã-Colômbia, na qual foi Presidente de 1819 a 1830.

Simón Bolívar é considerado na América Latina como um herói, visionário, revolucionário, e libertador. Durante seu curto tempo de vida, liderou a Bolívia, a Colômbia, Equador, Panamá, Peru, e Venezuela à independência, e ajudou a lançar bases ideológicas democráticas na maioria da América Hispânica. Por essa razão, é referido por alguns historiadores como "George Washington da América do Sul"

Em 17 de Dezembro de 1830, com a idade de quarenta e sete anos, Simón Bolívar morreu após uma batalha dolorosa contra a tuberculose[4] Na Quinta de San Pedro Alejandrino em Santa Marta, Gran Colômbia (actual Colômbia). Em seu leito de morte, Bolívar pediu ao seu ajudante-de-campo, o general Daniel F. O'Leary para queimar o extenso arquivo remanescente de seus escritos, cartas e discursos. O'Leary desobedeceu a ordem e os seus escritos sobreviveram, proporcionando aos historiadores uma vasta riqueza de informações sobre o pensamento e a filosofia liberais de Bolívar, bem como detalhes de sua vida pessoal, como seu caso amoroso de longa data com Manuela Sáenz. Pouco antes de sua morte, em 1856, Sáenz enriqueceu esse acervo, dando a O'Leary suas cartas recebidas de Bolívar.[5]Fonte: Bolívar, Simón. Hope of the universe. Paris: UNESCO, 1983. Print.

Em 16 de Julho de 2010, Hugo Chávez manda exumar o corpo do revolucionário Simón Bolívar. O Presidente venezuelano contraria livros e desconfia que Bolívar foi assassinado. Ele acredita que seu herói tenha sido vítima de uma conspiração e tenha morrido envenenado por um general colombiano. Fonte: Hugo Chávez manda exumar corpo do revolucionário Simón Bolívar. G1 (17/07/2010). Página visitada em 24/09/2010.

 

Heróis há poucos salientados, mas há os anónimos que, no caso do Chile, denominamos El Roto Chileno, sobre quem tenho escrito textos em Aventar. Tornarei a eles para suplementar estes textos de heróis.

Raúl Iturra, 14 de Julho de 1911, Aniversário da Revolução Francesa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Luis Moreira às 14:00
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2 comentários:
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